2 Reis 25

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# AS21 NAA
1 No nono ano do seu reinado, no dia dez do décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, atacou Jerusalém com todo o seu exército e a sitiou; levantaram rampas de ataque ao redor dela. Aconteceu que, no nono ano do reinado de Zedequias, aos dez dias do décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército. Sitiaram a cidade e construíram rampas de ataque ao redor dela.
2 A cidade ficou sitiada até o décimo primeiro ano do rei Zedequias. A cidade ficou sitiada até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
3 No dia nove do quarto mês, quando a fome na cidade era tão intensa que não havia mais alimento para o povo da terra, Aos nove dias do quarto mês, quando a cidade se via apertada pela fome, e não havia pão para o povo da terra,
4 os muros da cidade foram quebrados, e todos os soldados fugiram de noite pelo caminho da porta entre os dois muros, a qual estava junto ao jardim do rei, porque os babilônios sitiavam a cidade em toda a volta e o rei fugiu em direção à Arabá. a cidade foi arrombada. Embora os caldeus estivessem em volta da cidade, todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho do portão que fica entre as duas muralhas perto do jardim do rei. Fugiram na direção do vale do Jordão,
5 Mas o exército dos babilônios perseguiu o rei e o alcançou nas campinas de Jericó; porém todo o seu exército se dispersou. mas o exército dos caldeus perseguiu o rei Zedequias e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o exército deste se dispersou e o abandonou.
6 Então prenderam o rei e o levaram ao rei da Babilônia, em Ribla, que lhe definiu sua sentença. Então Zedequias foi preso e levado ao rei da Babilônia, em Ribla, o qual lhe pronunciou a sentença.
7 Degolaram os filhos de Zedequias à vista dele, furaram seus olhos, prenderam-no com correntes de bronze e o levaram para Babilônia. Mataram os filhos de Zedequias na frente dele e então lhe furaram os olhos; amarraram-no com correntes de bronze e o levaram para a Babilônia.
8 No dia sete do quinto mês do décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã, capitão da guarda, servo do rei da Babilônia, foi para Jerusalém No sétimo dia do quinto mês, do décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã, chefe da guarda e servidor do rei da Babilônia, veio a Jerusalém.
9 e queimou o templo do SENHOR e o palácio real; queimou também todas as casas de Jerusalém e todas as casas vistosas. Ele queimou a Casa do SENHOR e o palácio real, bem como todas as casas de Jerusalém. Também entregou às chamas todas as construções importantes.
10 E todo o exército dos babilônios, que acompanhava o capitão da guarda, derrubou os muros em redor de Jerusalém. Todo o exército dos caldeus que estava com o chefe da guarda derrubou as muralhas ao redor de Jerusalém.
11 Então Nebuzaradã, capitão da guarda, levou cativos o restante do povo que havia ficado na cidade e os que já haviam se rendido ao rei da Babilônia, bem como o restante da multidão. Nebuzaradã, o chefe da guarda, levou cativos o resto do povo que havia ficado na cidade, os desertores que se entregaram ao rei da Babilônia e o restante da população.
12 Mas o capitão da guarda deixou ficar os mais pobres da terra, que trabalhavam nas vinhas e na lavoura. Porém o chefe da guarda deixou alguns dos mais pobres da terra para serem vinhateiros e lavradores.
13 Além disso, os babilônios destruíram as colunas de bronze que ficavam no templo do SENHOR, como também os suportes e o tanque de bronze que estavam no templo do SENHOR, e levaram esse bronze para Babilônia. Os caldeus cortaram em pedaços as colunas de bronze que estavam na Casa do SENHOR, bem como os suportes e o mar de bronze que estavam na Casa do SENHOR; e levaram o bronze para a Babilônia.
14 Também pegaram as caldeiras, as pás, os apagadores, as vasilhas e todos os utensílios de bronze com que se ministrava, Levaram também as panelas, as pás, os apagadores, os recipientes de incenso e todos os utensílios de bronze, com que se ministrava.
15 como também os braseiros e as bacias; tudo o que era de ouro, o capitão da guarda levou em ouro, e tudo o que era de prata, em prata. O chefe da guarda levou também os braseiros, as bacias e tudo o que fosse de ouro ou de prata.
16 O bronze das duas colunas, do tanque e dos suportes que Salomão havia feito para o templo do SENHOR era de peso imensurável. Quanto às duas colunas, ao mar de bronze e aos suportes que Salomão havia feito para a Casa do SENHOR, o peso do bronze de todos esses utensílios era incalculável.
17 A altura de uma coluna era de dezoito côvados, e havia um capitel de bronze sobre ela, cuja altura era de três côvados; em redor do capitel havia uma rede e romãs, tudo de bronze; e a outra coluna com a rede era igual. A altura de uma coluna era de oito metros, e sobre ela havia um capitel de bronze de um metro e trinta de altura. A obra de rede e as romãs sobre o capitel ao redor, tudo era de bronze; semelhante a esta era a outra coluna com a rede.
18 O capitão da guarda levou também Seraías, o primeiro sacerdote, Sofonias, o segundo sacerdote, e os três guardas da entrada. O chefe da guarda também levou cativos Seraías, sumo sacerdote, Sofonias, segundo sacerdote, e os três guardas da porta.
19 Levou um oficial da cidade, responsável pelos soldados de combate, e cinco oficiais do rei que ainda estavam na cidade, como também o secretário do exército, responsável pelo alistamento dos cidadãos da terra, e sessenta homens do povo da terra que estavam na cidade. Da cidade ele levou um oficial, que era comandante das tropas de guerra, e cinco dos conselheiros do rei que ainda estavam na cidade, bem como o escrivão-chefe do exército, que alistava o povo da terra, e sessenta homens do povo do lugar, que estavam na cidade.
20 Nebuzaradã, capitão da guarda, os prendeu e os levou ao rei da Babilônia, em Ribla. Nebuzaradã, o chefe da guarda, levou-os ao rei da Babilônia, em Ribla.
21 Então o rei da Babilônia os feriu e os matou em Ribla, na terra de Hamate. Assim Judá foi levado cativo para fora da sua terra. O rei da Babilônia os matou ali mesmo, em Ribla, na terra de Hamate. Assim Judá foi levado cativo para fora da sua terra.
22 Quanto ao povo que havia ficado na terra de Judá, Nabucodonosor, rei da Babilônia, que o havia deixado ficar, constituiu Gedalias, filho de Aicam, filho de Safã, como governador. E sobre o povo que havia ficado na terra de Judá, que Nabucodonosor, rei da Babilônia, havia deixado ali, ele nomeou como governador Gedalias, filho de Aicão, filho de Safã.
23 Quando Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho de Tanumete, o netofatita, e Jazanias, filho do maacatita, os capitães do exército e os seus subordinados souberam que o rei da Babilônia havia constituído Gedalias como governador, foram falar com Gedalias em Mispá. Quando os capitães dos exércitos, eles e os seus soldados, ouviram que o rei da Babilônia havia nomeado Gedalias como governador, foram falar com ele em Mispa. Esses capitães eram Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho de Tanumete, o netofatita, e Jazanias, filho do maacatita. Com eles estavam os seus soldados.
24 Gedalias jurou a eles e aos seus subordinados: Não temais servir aos babilônios; permanecei na terra e servi ao rei da Babilônia, e tudo irá bem. Gedalias jurou a esses capitães e aos seus soldados, dizendo: — Vocês não precisam ter medo dos oficiais dos caldeus. Fiquem na terra, sirvam o rei da Babilônia, e tudo irá bem com vocês.
25 Mas, no sétimo mês, Ismael, filho de Netanias, filho de Elisama, da descendência real, veio com dez soldados, e feriram e mataram Gedalias, como também os judeus e os babilônios que estavam com ele em Mispá. Porém, no sétimo mês, Ismael, filho de Netanias, filho de Elisama, que era de família real, foi até Mispa com dez homens. Eles atacaram Gedalias e o mataram. Também mataram os judeus e os caldeus que estavam com ele em Mispa.
26 Então todo o povo, dos mais jovens aos mais velhos, e os capitães do exército fugiram para o Egito, porque temiam os babilônios. Então todo o povo, desde o menor até o maior, junto com os capitães das tropas, se levantaram e foram para o Egito, porque tinham medo dos caldeus.
27 Depois disso, no trigésimo sétimo ano do cativeiro de Joaquim, rei de Judá, no dia vinte e sete do décimo segundo mês, Evil-Merodaque, rei da Babilônia, no primeiro ano de seu reinado, libertou da prisão Joaquim, rei de Judá; No trigésimo sétimo ano do cativeiro de Joaquim, rei de Judá, no dia vinte e sete do décimo segundo mês, Evil-Merodaque, rei da Babilônia, no ano em que começou a reinar, libertou do cárcere Joaquim, rei de Judá.
28 Ele o tratou bondosamente e concedeu-lhe lugar de maior honra do que o dos reis que estavam com ele na Falou com ele de modo bondoso e lhe deu um lugar de mais honra do que a dos reis que estavam com ele na Babilônia.
29 Ele também mandou trocar suas vestes de prisão, e ele comeu da mesa real todos os dias da sua vida. Permitiu que ele deixasse de usar as roupas de prisioneiro, e Joaquim passou a comer na presença dele todos os dias da sua vida.
30 E o rei lhe deu subsistência contínua, uma pensão diária durante todos os dias restantes de sua vida. E da parte do rei lhe foi dada subsistência vitalícia, uma pensão diária, durante todos os dias da sua vida.