2 Reis 6
Comparação de versões
| # | AS21 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Os seguidores dos profetas disseram a Eliseu: O lugar onde moramos contigo é pequeno demais para todos nós. | Os discípulos dos profetas disseram a Eliseu: — Eis que o lugar em que moramos com você é pequeno demais para nós. |
| 2 | Vamos até o Jordão; cada um de nós trará de lá uma viga, e construiremos um lugar para morarmos. Ele respondeu: Ide. | Vamos até o Jordão, tomemos de lá cada um de nós uma viga e construamos um lugar para morar. Ele respondeu: — Vão. |
| 3 | E um deles lhe disse: Queres ir com teus servos? Ele respondeu: Eu irei. | Mas um deles disse: — Tenha a bondade de ir com estes seus servos. Eliseu disse: — Eu irei. |
| 4 | Assim, foi com eles. Chegando ao Jordão, foram cortar madeira. | E foi com eles. Quando chegaram ao Jordão, cortaram madeira. |
| 5 | Mas quando um deles derrubou um tronco, o ferro do machado caiu na água; e ele gritou: Ah! Meu senhor! Era emprestado. | Aconteceu que, enquanto um deles derrubava um tronco, o machado caiu na água. Ele gritou: — Ai! Meu senhor! O machado era emprestado. |
| 6 | O homem de Deus perguntou: Onde caiu? Ele lhe mostrou o lugar. Então Eliseu cortou um pau e o jogou ali, fazendo flutuar o ferro. | O homem de Deus perguntou: — Onde caiu? Ele mostrou-lhe o lugar. Então Eliseu cortou um galho, jogou-o na água naquele lugar, e fez o ferro flutuar. |
| 7 | E disse: Pega-o. Ele esticou a mão e o pegou. | Então disse: — Pegue-o. O homem estendeu a mão e o pegou. |
| 8 | O rei da Síria estava em guerra contra Israel e foi se aconselhar com seus oficiais. E disse: Em tal lugar montarei meu acampamento. | O rei da Síria estava em guerra contra Israel. E, em conselho com os seus oficiais, disse: — Em tal e tal lugar estará o meu acampamento. |
| 9 | Mas o homem de Deus mandou dizer ao rei de Israel: Não passes por tal lugar, porque os sírios estão descendo ali. | Mas o homem de Deus mandou dizer ao rei de Israel: — Evite passar por tal lugar, porque os sírios estão descendo para ali. |
| 10 | Então o rei de Israel enviou tropas ao lugar de que o homem de Deus lhe havia falado e alertado; e assim se protegeu. Isso não aconteceu uma só vez, nem duas. | O rei de Israel enviou tropas ao lugar de que o homem de Deus lhe havia falado e de que o tinha avisado, e, assim, se salvou mais do que uma ou duas vezes. |
| 11 | O rei da Síria ficou perturbado com isso e chamou seus servos e lhes disse: Não me contareis quem dos nossos está a favor do rei de Israel? | O rei da Síria ficou angustiado com este incidente. Então chamou os seus servos e perguntou: — Vocês não vão me dizer quem dos nossos está do lado do rei de Israel? |
| 12 | Um dos seus servos respondeu: Ó rei, meu senhor, não é isso. O profeta Eliseu, que está em Israel, conta ao rei de Israel as coisas que dizes no teu quarto. | Um dos servos respondeu: — Ninguém, ó rei, meu senhor. Mas o profeta Eliseu, que está em Israel, conta ao rei de Israel as palavras que o senhor fala no seu quarto de dormir. |
| 13 | O rei disse: Ide e vede onde ele está; vou mandar trazê-lo. Então lhe contaram: Ele está em Dotã. | Então o rei disse: — Vão e descubram onde ele está, para que eu mande prendê-lo. E contaram ao rei: — Eis que ele está em Dotã. |
| 14 | Ele enviou cavalos, carros e um grande exército para lá, os quais vieram de noite e cercaram a cidade. | Então o rei enviou para lá cavalos, carros de guerra e um grande exército. Eles chegaram de noite e cercaram a cidade. |
| 15 | Tendo o servo do homem de Deus se levantado muito cedo, saiu e percebeu que um exército havia sitiado a cidade com cavalos e carros. Então o servo disse ao homem de Deus: Ai, meu senhor! Que faremos? | O servo do homem de Deus levantou-se bem cedo e, ao sair, eis que tropas, cavalos e carros de guerra haviam cercado a cidade. Então o moço disse a Eliseu: — Ai, meu senhor! Que faremos? |
| 16 | Ele respondeu: Não temas, porque há mais conosco do que com eles. | Ele respondeu: — Não tenha medo, porque são mais os que estão conosco do que os que estão com eles. |
| 17 | Eliseu orou e disse: Ó SENHOR, peço-te que o faças enxergar. O SENHOR abriu os olhos do servo, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo em redor de Eliseu. | E Eliseu orou e disse: — SENHOR, peço-te que abras os olhos dele para que veja. O SENHOR abriu os olhos do moço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, ao redor de Eliseu. |
| 18 | Quando os sírios desceram a ele, Eliseu orou ao SENHOR, dizendo: Fere de cegueira esta gente, peço-te. E o SENHOR os feriu de cegueira, conforme o pedido de Eliseu. | E, quando os sírios desceram contra ele, Eliseu orou ao SENHOR e disse: — Peço-te que firas esta gente de cegueira. E ele os feriu de cegueira, conforme a palavra de Eliseu. |
| 19 | Então Eliseu lhes disse: Não é este o caminho, nem é esta a cidade; segui-me para que eu vos conduza ao homem que buscais. Ele os conduziu a Samaria. | Então Eliseu lhes disse: — Não é este o caminho, nem esta a cidade; sigam-me, e eu os guiarei ao homem que vocês estão procurando. E os guiou à cidade de Samaria. |
| 20 | Quando chegaram a Samaria, Eliseu disse: Ó SENHOR, abre os seus olhos para que vejam. O SENHOR lhes abriu os olhos, e viram que estavam no meio de Samaria. | Quando eles chegaram a Samaria, Eliseu disse: — Ó SENHOR, abre os olhos destes homens para que vejam. E o SENHOR abriu os olhos deles, e viram; e eis que estavam dentro de Samaria. |
| 21 | Quando o rei de Israel os viu, disse a Eliseu: Devo matá-los? Devo matá-los, meu pai? | Quando o rei de Israel os viu, perguntou a Eliseu: — Meu pai, devo matá-los? Devo matá-los? |
| 22 | Ele respondeu: Não os mates. Matarias os que capturas com a espada e com o arco? Serve-lhes pão e água, para que comam e bebam e retornem ao seu senhor. | Ele respondeu: — Não os mate! Você mataria aqueles que fizesse prisioneiros com a sua espada e o seu arco? Ordena que lhes deem pão e água, para que comam, bebam e voltem para o seu senhor. |
| 23 | Ele lhes preparou um grande banquete, e eles comeram e beberam; então ele os despediu, e voltaram ao seu senhor. E as tropas dos sírios desistiram de invadir a terra de Israel. | Então o rei ofereceu-lhes um grande banquete, e comeram e beberam. Ele os despediu e eles voltaram para o seu senhor. E da parte da Síria não houve mais investidas na terra de Israel. |
| 24 | Depois disso, Ben-Hadade, rei da Síria, convocou todo o seu exército para atacar e sitiar Samaria. | Depois disto, Ben-Hadade, rei da Síria, ajuntou todo o seu exército, foi e sitiou a cidade de Samaria. |
| 25 | Houve grande fome em Samaria, porque o cerco foi mantido até que uma cabeça de jumento era vendida por oitenta siclos de prata, e um copo de esterco de pombas, por cinco siclos de prata. | Houve grande fome em Samaria. Eis que a sitiaram, a ponto de se vender a cabeça de um jumento por oitenta moedas de prata e um pouco de esterco de pomba por cinco moedas de prata. |
| 26 | Quando o rei de Israel ia passando pelo muro, uma mulher lhe gritou: Socorro, ó rei, meu senhor. | Quando o rei de Israel vinha passando, andando sobre a muralha, uma mulher gritou: — Ajude-me, ó rei, meu senhor! |
| 27 | Mas ele lhe disse: Se o SENHOR não te socorre, quem sou eu para te socorrer com cereal ou vinho? | Ele respondeu: Se o SENHOR Deus não ajudar você, com que poderei eu ajudá-la? Com a eira ou com o lagar? |
| 28 | Porém o rei lhe perguntou: Que tens? Ela disse: Esta mulher me disse: Dá o teu filho, para que o comamos hoje; amanhã comeremos o meu filho. | E o rei acrescentou: — Qual é o seu problema? Ela respondeu: — Esta mulher me disse: “Dê o seu filho, para que hoje o comamos, e amanhã comeremos o meu.” |
| 29 | Cozinhamos o meu filho e o comemos; no dia seguinte, eu lhe disse: Dá o teu filho para que o comamos, mas ela escondeu o seu filho. | Assim, cozinhamos o meu filho e o comemos. Mas no outro dia, quando eu disse a ela: “Dê o seu filho, para que o comamos”, ela o escondeu. |
| 30 | Quando o rei ouviu o que aquela mulher disse, rasgou as vestes enquanto passava pelo muro; e o povo viu que o rei vestia pano de saco por baixo, sobre a pele. | Ao ouvir as palavras da mulher, o rei rasgou as suas roupas. Como ele estava andando sobre a muralha, o povo olhou e viu que, por baixo, sobre a pele, o rei estava usando pano de saco. |
| 31 | Então ele disse: Que Deus me castigue severamente se a cabeça de Eliseu, filho de Safate, lhe ficar hoje sobre os ombros. | Então o rei disse: — Que Deus me castigue se até o final do dia Eliseu, filho de Safate, ainda estiver com a cabeça sobre os ombros. |
| 32 | Eliseu estava sentado em sua casa, e os anciãos estavam sentados com ele, quando o rei enviou um homem na sua frente; mas, antes que o mensageiro chegasse a Eliseu, este disse aos anciãos: Vedes como esse homicida mandou tirar-me a cabeça? Ficai atentos! Quando o mensageiro chegar, fechai a porta e empurrai-o, deixando-o fora. Por acaso ele não será logo seguido pelo som dos passos do seu senhor? | Eliseu estava sentado em sua casa, juntamente com os anciãos. O rei enviou um homem à sua frente. Mas, antes que o mensageiro chegasse, Eliseu disse aos anciãos: — Vocês estão vendo como aquele filho de um assassino mandou alguém para cortar a minha cabeça? Quando o mensageiro vier, fechem a porta e empurrem-no com ela. Não é fato que logo depois dele se ouvirá o barulho dos passos de seu senhor? |
| 33 | Quando Eliseu ainda estava falando com eles, o mensageiro chegou e disse: Isto é um castigo do SENHOR; que razão teria ainda para esperar no SENHOR? | Enquanto Eliseu ainda falava com eles, chegou o rei, que disse: — Eis que este mal vem do SENHOR Deus. Que mais poderia eu esperar do SENHOR? |