2 Reis 7

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# AS21 NAA
1 Então Eliseu disse: Ouvi a palavra do SENHOR; assim diz o SENHOR: Amanhã, por estas horas, na entrada de Samaria, uma medida de farinha será vendida por um siclo, e duas medidas de cevada por um siclo. Então Eliseu disse: — Ouçam a palavra do SENHOR. Assim diz o SENHOR: “Amanhã, a estas horas mais ou menos, junto ao portão de Samaria, uma medida da melhor farinha será vendida por uma moeda de prata, e duas medidas de cevada serão vendidas por uma moeda de prata.”
2 Mas o capitão em cujo braço o rei se apoiava respondeu ao homem de Deus e disse: Ainda que o SENHOR fizesse janelas no céu, isso poderia acontecer? Eliseu respondeu: Tu mesmo verás com teus olhos, mas de nada comerás. Porém o capitão em cujo braço o rei se apoiava respondeu ao homem de Deus: — Mesmo que o SENHOR Deus fizesse janelas no céu, será que isso poderia acontecer? O profeta respondeu: — Eis que você verá isso com os seus próprios olhos, mas não comerá disso.
3 Quatro homens leprosos estavam à entrada da porta da cidade. Eles disseram uns aos outros: Para que ficarmos sentados aqui até morrermos? Quatro homens leprosos estavam à entrada do portão da cidade. Eles disseram uns aos outros: — Para que vamos ficar aqui sentados até morrer?
4 Se dissermos: Entremos na cidade; há fome na cidade, e lá morreremos; se ficarmos sentados aqui, também morreremos. Vamos agora até o acampamento dos sírios; se nos deixarem viver, viveremos; e se nos matarem, morreremos. Se decidirmos entrar na cidade, há fome na cidade, e morreremos lá; se ficarmos sentados aqui, também morreremos. Vamos então para o arraial do sírios e nos entreguemos a eles. Se nos deixarem viver, viveremos; se nos matarem, apenas morreremos.
5 Ao cair da noite, eles foram ao acampamento dos sírios; quando chegaram na entrada do acampamento, não encontraram ninguém. Ao anoitecer, eles se levantaram para ir até o arraial dos sírios. Quando chegaram às imediações do arraial, eis que lá não havia ninguém.
6 Porque o SENHOR havia feito ouvir no acampamento dos sírios um som de carros e de cavalos, como de um grande exército; de maneira que disseram uns aos outros: O rei de Israel alugou contra nós os reis dos heteus e os reis dos egípcios para nos atacarem. Porque o Senhor tinha feito com que no arraial dos sírios se ouvisse um ruído de carros de guerra e de cavalos e o ruído de um grande exército, de maneira que disseram uns aos outros: — Eis que o rei de Israel contratou os reis dos heteus e os reis dos egípcios, para virem contra nós.
7 Por isso eles se levantaram e fugiram ao cair da noite; deixaram as tendas, os cavalos e os jumentos, isto é, deixaram o acampamento como estava e fugiram para salvar a vida. Por isso, ao anoitecer, eles se levantaram e fugiram, abandonando as suas tendas, os seus cavalos e os seus jumentos, e deixando o arraial como estava. Fugiram para salvar a sua vida.
8 Quando os leprosos chegaram à entrada do acampamento, entraram numa tenda, comeram e beberam; pegaram dali prata, ouro e roupas e os esconderam; depois voltaram, entraram em outra tenda e dali também pegaram mais coisas e as esconderam. Assim, quando aqueles leprosos chegaram às imediações do arraial, entraram numa tenda, comeram e beberam; depois levaram dali prata, ouro e roupas; então se foram e esconderam tudo. Voltaram, entraram em outra tenda, e dali também levaram o que havia e esconderam.
9 Então disseram uns aos outros: Não estamos fazendo o que é certo; este dia é dia de boas novas, e nós nos calamos. Se esperarmos até a luz da manhã, algum castigo nos sobrevirá; vamos agora e o anunciemos no palácio do rei. Então disseram uns aos outros: — Não é certo o que estamos fazendo. Este dia é um dia de boas-novas, e nós nos calamos. Se esperarmos até a luz da manhã, seremos tidos por culpados. Vamos agora mesmo anunciar isto no palácio real.
10 Foram e gritaram aos porteiros da cidade e lhes anunciaram: Fomos ao acampamento dos sírios e não havia ninguém lá, nem voz de homem, mas só os cavalos e os jumentos atados, e as tendas como estavam. Assim, eles foram e gritaram para os porteiros da cidade, anunciando o seguinte: — Fomos ao arraial dos sírios, e lá não vimos nem ouvimos ninguém. Encontramos apenas os cavalos e os jumentos amarrados, e as tendas como estavam.
11 Assim chamaram os porteiros, e estes o anunciaram no palácio do rei. Então os porteiros gritaram e fizeram anunciar a notícia no interior do palácio real.
12 O rei se levantou de noite e disse a seus servos: Eu vos direi o que é que os sírios fizeram. Eles sabem muito bem que estamos famintos, por isso saíram do acampamento para se esconderem no campo, imaginando: Quando saírem da cidade, nós os capturaremos vivos e conquistaremos a cidade. O rei se levantou de noite e disse a seus servos: — Deixem que eu explique a vocês o que os sírios nos fizeram. Eles sabem que nós estamos famintos. Por isso, saíram do arraial e se esconderam no campo, pensando assim: “Quando eles saírem da cidade, nós os apanharemos vivos e entraremos na cidade.”
13 Então um dos seus servos respondeu: Vamos enviar cinco cavalos dos que sobraram aqui dentro para ver o que acontecerá. Pois toda a multidão dos israelitas que restaram aqui terá o mesmo destino que os que já morreram. Então um dos servos do rei tomou a palavra e disse: — Vamos enviar alguns homens com cinco dos cavalos que ainda restam na cidade e ver o que acontece. Se morrerem, apenas terão a mesma sorte da multidão dos israelitas que já morreram.
14 Eles pegaram dois carros com cavalos, e o rei os enviou com mensageiros atrás do exército dos sírios, dizendo-lhes: Ide e vede. Assim, pegaram dois carros de guerra com cavalos, e o rei enviou os homens atrás do exército dos sírios, dizendo: — Vão ver o que está acontecendo.
15 Eles foram atrás deles até o Jordão; no caminho encontraram roupas e objetos que os sírios, na pressa, haviam deixado para trás; os mensageiros voltaram para contar isso ao rei. Eles foram atrás dos sírios até o Jordão, e eis que todo o caminho estava cheio de roupas e de armas que os sírios, na sua pressa, tinham jogado fora. Os mensageiros voltaram e anunciaram isto ao rei.
16 Então o povo saiu e saqueou o acampamento dos sírios. Assim, uma medida de farinha foi vendida por um siclo e duas medidas de cevada por um siclo, conforme a palavra do SENHOR. Então o povo saiu e saqueou o arraial dos sírios. E assim uma medida da melhor farinha era vendida por uma moeda de prata, e duas medidas de cevada, por uma moeda de prata, segundo a palavra do SENHOR.
17 O rei havia posto o capitão em cujo braço se apoiava à porta da cidade; e o povo o atropelou na porta, e ele morreu, como tinha dito o homem de Deus, quando o rei foi ao encontro dele. O capitão em cujo braço o rei tinha se apoiado foi encarregado pelo rei de guardar o portão da cidade, mas o povo o atropelou junto ao portão e ele morreu, como o homem de Deus tinha dito quando o rei foi falar com ele.
18 Porque, quando o homem de Deus disse ao rei: Amanhã, a estas horas, duas medidas de cevada serão vendidas por um siclo, e uma medida de farinha por um siclo, na entrada de Samaria, Assim se cumpriu o que o homem de Deus tinha falado ao rei: “Amanhã, a estas horas mais ou menos, junto ao portão de Samaria, duas medidas de cevada serão vendidas por uma moeda de prata, e uma medida da melhor farinha será vendida por uma moeda de prata.”
19 aquele capitão respondeu ao homem de Deus: Ainda que o SENHOR fizesse janelas no céu, isso poderia acontecer? E a resposta foi: Tu o verás com os teus olhos, mas de nada comerás. Aquele capitão havia respondido ao homem de Deus: “Mesmo que o SENHOR Deus fizesse janelas no céu, será que isso poderia acontecer, segundo essa palavra?” Ao que o profeta havia respondido: “Eis que você verá isso com os seus próprios olhos, mas não comerá disso.”
20 E assim aconteceu; pois o povo o atropelou à porta da cidade, e ele morreu. E assim aconteceu com ele, porque o povo o atropelou junto ao portão, e ele morreu.