Neemias 2

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# AS21 NAA
1 No mês de nisã, no vigésimo ano do rei Artaxerxes, quando eu estava servindo o vinho, dei-o ao rei. Nunca antes eu tinha estado triste na sua presença. No mês de nisã, no vigésimo ano do reinado de Artaxerxes, uma vez posto o vinho diante dele, eu o peguei e ofereci ao rei. Ora, nunca antes eu tinha estado triste diante dele.
2 O rei me perguntou: Por que o teu rosto está triste, se não estás doente? Isso só pode ser tristeza do coração. Então tive muito medo, Então o rei me disse: — Por que o seu rosto está triste, se você não está doente? Isso tem de ser tristeza do coração! Então fiquei com muito medo
3 e disse ao rei: Que o rei viva para sempre! Como o meu rosto não estaria triste, se a cidade em que está o sepulcro dos meus pais está devastada e as suas portas foram destruídas pelo fogo? e lhe respondi: — Que o rei viva para sempre! Como não estaria triste o meu rosto, se a cidade onde estão sepultados os meus pais está em ruínas e os seus portões foram queimados?
4 Então, o rei me perguntou: O que estás me pedindo? Nessa hora, eu orei ao Deus do céu O rei me disse: — O que você me pede agora? Então orei ao Deus dos céus
5 e disse ao rei: Se for do teu agrado, e se o teu servo puder contar com a tua benevolência, peço-te que me deixes ir a Judá, a cidade do sepulcro de meus pais, para que eu a reconstrua. e disse ao rei: — Se for do agrado do rei, e se este seu servo encontrou favor em sua presença, peço que o rei me envie a Judá, à cidade onde estão os túmulos dos meus pais, para que eu a reconstrua.
6 Então o rei, tendo a rainha assentada ao seu lado, me perguntou: Quanto tempo durará a tua viagem? Quando voltarás? Depois de informá-lo sobre a duração da viagem, ele concordou em me deixar ir. Então o rei, que tinha a rainha sentada ao seu lado, me perguntou: — Quanto vai durar a sua ausência? Quando você voltará? Marquei certo prazo, e o rei se deu por satisfeito e me deixou ir.
7 Eu também disse ao rei: Se for do teu agrado, que se providenciem cartas para os governadores do território a oeste do Eufrates, para que me deixem passar e assim eu possa chegar a Judá. Eu ainda disse ao rei: — Se for do agrado do rei, que ele me dê cartas para os governadores da região do outro lado do Eufrates, para que me permitam passar e entrar em Judá.
8 Que me seja dada também uma carta para Asafe, guarda da floresta do rei, a fim de que ele me dê madeira para as vigas das portas da fortaleza que fica junto ao templo, e para os muros da cidade, e também para a casa que irei ocupar. Graças à mão benevolente de Deus, que estava sobre mim, o rei atendeu aos meus pedidos. E também uma carta para Asafe, guarda das florestas do rei, para que me dê madeira para as vigas dos portões da cidadela do templo, para as muralhas da cidade e para a casa em que deverei me alojar. E o rei me deu o que eu pedi, porque a mão bondosa do meu Deus estava sobre mim.
9 Então, fui até os governadores do território a oeste do Eufrates e lhes entreguei as cartas do rei. Além das cartas, o rei tinha enviado comigo oficiais do exército e cavaleiros. Então fui aos governadores da região do outro lado do Eufrates e lhes entreguei as cartas do rei. Ora, o rei tinha enviado comigo oficiais do exército e cavaleiros.
10 Quando Sambalate, o horonita, e Tobias, o oficial amonita, ouviram isso, ficaram muito irritados, por saber que havia alguém interessado no bem dos israelitas. Mas Sambalate, o horonita, e Tobias, o servo amonita, ficaram sabendo disto e não lhes agradou nem um pouco que alguém estivesse interessado no bem dos filhos de Israel.
11 Assim, cheguei a Jerusalém e, depois de três dias, Então cheguei a Jerusalém. Depois de esperar três dias,
12 levantei-me de noite e saí com alguns dos meus homens. Eu não disse a ninguém o que o meu Deus havia colocado em meu coração para que eu fizesse por Jerusalém. Não levei animal algum, a não ser aquele em que eu montava. me levantei à noite, junto com uns poucos homens que estavam comigo. Não declarei a ninguém o que o meu Deus havia posto no meu coração para eu fazer em Jerusalém. Não havia comigo animal algum, a não ser o que eu montava.
13 Desse modo, saí de noite pela porta do Vale, e fui até a fonte do Dragão, e até a porta do Esterco, e examinei os muros de Jerusalém, que tinham sido derrubados, e as suas portas, que haviam sido queimadas pelo fogo. De noite, saí pelo Portão do Vale, em direção à Fonte do Dragão e ao Portão do Monturo, e inspecionei as muralhas de Jerusalém, que estavam em ruínas e cujos portões tinham sido destruídos pelo fogo.
14 E fui mais adiante, até a porta da Fonte, e até o tanque do rei. Mas ali não havia espaço por onde pudesse passar o animal que eu montava. Passei ao Portão da Fonte e ao Tanque do Rei, mas não havia lugar por onde o animal que eu montava pudesse passar.
15 Ainda de noite, subi pelo vale e examinei o muro; depois voltei novamente e entrei pela porta do Vale. Subi à noite pelo vale, sempre inspecionando as muralhas. Voltei, entrei pelo Portão do Vale e fui para casa.
16 Os oficiais não souberam aonde eu tinha ido nem o que havia feito, pois até então eu nada dissera aos judeus, aos sacerdotes, aos nobres, aos oficiais e aos demais que fariam a obra. Os magistrados não sabiam aonde eu tinha ido nem o que tinha feito, pois até ali eu não havia declarado coisa alguma, nem aos judeus, nem aos sacerdotes, nem aos nobres, nem aos magistrados, nem aos demais que iriam fazer a obra.
17 Eu lhes disse então: Vede a triste situação em que estamos, como Jerusalém está devastada, e as suas portas destruídas pelo fogo. Vinde! Vamos reconstruir os muros de Jerusalém, para que não passemos mais vergonha. Então eu lhes disse: — Vocês estão vendo a miséria em que nós estamos: Jerusalém em ruínas e os seus portões destruídos pelo fogo. Venham, vamos reconstruir as muralhas de Jerusalém, para nos livrarmos desta vergonha.
18 Contei-lhes, então, como a mão de Deus havia sido bondosa comigo, e lhes relatei também as palavras do rei. Eles disseram: Levantemo-nos e construamos os muros. E eles fortaleceram as mãos para essa boa obra. E lhes declarei como a mão bondosa do meu Deus havia estado sobre mim e também as palavras que o rei me havia falado. Então disseram: — Vamos nos preparar e começar a reconstrução! Então se prepararam para fazer esta boa obra.
19 Quando Sambalate, o horonita, e Tobias, o oficial, e Gesém, o árabe, ouviram isso, zombaram de nós, desprezaram-nos e perguntaram: Que é isso que estais fazendo? Quereis rebelar-vos contra o rei? Porém, quando Sambalate, o horonita, Tobias, o servo amonita, e um árabe chamado Gesém souberam disso, zombaram de nós e nos desprezaram, dizendo: — O que é isso que vocês estão fazendo? Querem se rebelar contra o rei?
20 Respondi-lhes então: O Deus do céu é quem fará com que sejamos bem-sucedidos, e nós, seus servos, nos levantaremos e construiremos. Mas vós não tendes parte, nem direito, nem memorial em Jerusalém. Então lhes respondi: — O Deus dos céus é quem fará com que sejamos bem-sucedidos. Nós, seus servos, vamos nos preparar e começar a reconstrução. Mas vocês não têm parte, nem direito, nem memorial em Jerusalém.