Salmos 104

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# AS21 NAA
1 Ó minha alma, bendize o SENHOR! SENHOR, meu Deus, tu és esplêndido! Estás vestido de honra e majestade, Bendiga, minha alma, o SENHOR! SENHOR, Deus meu, como tu és grandioso! Estás revestido de glória e majestade,
2 tu, que te cobres de luz como um manto, que estendes os céus como uma cortina. coberto de luz como de um manto. Tu estendes o céu como uma cortina,
3 És tu que pões os vigamentos da tua morada nas águas, que fazes das nuvens o teu carro, que andas sobre as asas do vento; pões nas águas o vigamento da tua morada, tomas as nuvens por carruagem e voas nas asas do vento.
4 que fazes teus mensageiros como vento, e teus servos, como fogo abrasador. Fazes a teus anjos ventos e a teus ministros, labaredas de fogo.
5 Lançaste os fundamentos da terra, para que ela não fosse abalada em tempo algum. Lançaste os fundamentos da terra, para que ela não se abale em tempo nenhum.
6 Do abismo a cobriste, como uma veste; as águas ficaram acima das montanhas. Tomaste o abismo por vestuário e a cobriste; as águas ficaram acima das montanhas.
7 Fugiram sob tua repreensão; à voz do teu trovão, puseram-se em fuga. Com a tua repreensão, as águas fugiram, com a voz do teu trovão, bateram em retirada.
8 As montanhas elevaram-se, e os vales desceram, até o lugar que lhes determinaste. Elevaram-se os montes, desceram os vales, até o lugar que lhes havias preparado.
9 Estabeleceste limites para que não os ultrapassassem e voltassem a cobrir a terra. Puseste às águas divisa que não ultrapassarão, para que não voltem a cobrir a terra.
10 És tu que fazes brotar nos vales nascentes que correm entre as colinas. Tu fazes rebentar fontes no vale, cujas águas correm entre os montes;
11 Elas dão de beber a todos os animais do campo; ali os jumentos selvagens matam a sede. dão de beber a todos os animais do campo; os jumentos selvagens matam a sua sede.
12 Junto a elas habitam as aves dos céus; do meio da ramagem fazem ouvir seu canto. Junto delas as aves do céu têm o seu pouso e, por entre a ramagem, elas se põem a cantar.
13 Da tua alta morada regas os montes; a terra se farta do fruto das tuas obras. Do alto de tua morada, regas os montes; a terra farta-se do fruto de tuas obras.
14 Fazes crescer erva para os animais e verdura para o homem, de modo que da terra ele tire o alimento, Fazes crescer a relva para os animais e as plantas que o ser humano cultiva, para que da terra tire o seu alimento:
15 o vinho que alegra o coração, o azeite que faz reluzir o rosto e o pão que lhe fortalece o coração. o vinho, que alegra o coração, o azeite, que lhe dá brilho ao rosto, e o pão, que lhe sustém as forças.
16 As árvores do SENHOR estão satisfeitas, os cedros do Líbano que ele plantou, São saciadas as árvores do SENHOR e os cedros do Líbano que ele plantou,
17 onde as aves se aninham; mas a casa da cegonha está nos ciprestes. em que as aves fazem os seus ninhos; quanto à cegonha, a sua casa é nos ciprestes.
18 Os altos montes são refúgio para as cabras selvagens, assim como as rochas, para os coelhos. Os altos montes são das cabras-monteses, e as rochas, o refúgio dos arganazes.
19 Ele designou a lua para marcar as estações; o sol sabe quando se põe. Fez a lua para marcar o tempo; o sol conhece a hora de se pôr.
20 Fazes as trevas, e vem a noite, quando saem todos os animais selvagens. Envias as trevas e vem a noite, na qual vagueiam os animais da selva.
21 Os leões novos rugem pela presa, e de Deus buscam seu sustento. Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento;
22 Ao nascer do sol, logo se recolhem e se deitam em seus esconderijos. em vindo o sol, eles se recolhem e se acomodam nos seus covis.
23 Então o homem sai para seu labor, para seu trabalho, até o fim da tarde. Então as pessoas saem para o seu trabalho e para o seu serviço até a tarde.
24 Ó SENHOR, que variedade há nas tuas obras! Fizeste todas com sabedoria; a terra está cheia das tuas riquezas. Que variedade, SENHOR, nas tuas obras! Fizeste todas elas com sabedoria; a terra está cheia das tuas riquezas.
25 Também o vasto mar aberto, onde se movem seres inumeráveis, animais pequenos e grandes. Eis o mar vasto, imenso, no qual se movem seres sem conta, animais pequenos e grandes.
26 Ali passam os navios, e o Leviatã que formaste para nele se recrear. Por ele transitam os navios e o Leviatã que formaste para nele brincar.
27 Todos esperam de ti que lhes dês o sustento a seu tempo. Todos esperam de ti que lhes dês de comer a seu tempo.
28 Tu lhes dás, e eles o recolhem; abres tua mão, e eles se fartam de bens. Se lhes dás, eles o recolhem; se abres a mão, eles se fartam de bens.
29 Escondes o rosto, e ficam perturbados; se lhes tiras a respiração, morrem e voltam ao pó. Se escondes o rosto, eles se perturbam; se lhes cortas a respiração, morrem e voltam ao pó.
30 Envias teu fôlego, e são criados; e assim renovas a face da terra. Envias o teu Espírito, eles são criados, e assim renovas a face da terra.
31 Permaneça para sempre a glória do SENHOR; regozije-se o SENHOR em suas obras! Que a glória do SENHOR dure para sempre! Exulte o SENHOR por suas obras!
32 Ele olha para a terra, e ela treme; toca nas montanhas, e elas fumegam. Com só olhar para a terra, ele a faz tremer; toca as montanhas, e elas fumegam.
33 Cantarei ao SENHOR enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus enquanto eu existir. Cantarei ao SENHOR enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida.
34 Que a minha meditação lhe seja agradável; eu me regozijarei no SENHOR. Seja-lhe agradável a minha meditação; eu me alegrarei no SENHOR.
35 Sejam eliminados da terra os pecadores, e não subsistam mais os ímpios. Ó minha alma, bendize o SENHOR! Louvai o SENHOR! Desapareçam da terra os pecadores, e que os perversos deixem de existir. Bendiga, minha alma, o SENHOR! Aleluia!