Salmos 59

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# AS21 NAA
1 Meu Deus, livra-me dos meus inimigos; protege-me daqueles que se levantam contra mim. Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; põe-me fora do alcance dos meus adversários.
2 Livra-me dos que praticam a maldade e salva-me dos homens sanguinários. Livra-me dos que praticam a iniquidade e salva-me dos homens sanguinários.
3 Eles armam ciladas contra mim; os fortes conspiram contra mim, SENHOR, sem que haja em mim transgressão ou pecado. Pois eis que armam ciladas à minha alma; contra mim se reúnem os fortes, sem que eu tenha cometido qualquer transgressão ou pecado, ó SENHOR.
4 Eles se apressam em me atacar sem que eu tenha culpa. Desperta para me ajudares e olha para mim. Sem culpa minha, eles se apressam para me atacar; desperta, vem ao meu encontro e vê.
5 Tu, SENHOR, Deus dos Exércitos, Deus de Israel, desperta para punir todas as nações! Não tenhas misericórdia de nenhum dos traidores perversos. [Interlúdio] Tu, SENHOR, Deus dos Exércitos, és o Deus de Israel; desperta, pois, e castiga todas as nações; não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniquidade.
6 Eles voltam à tarde, uivam como cães e andam rondando a cidade. Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
7 Eles gritam, e seus lábios são como espada, pois pensam: Quem ouvirá? Proferem ameaças; em seus lábios há espadas. Pois dizem: “Quem vai ouvir?”
8 Mas tu, SENHOR, te rirás deles; zombarás de todas as nações. Mas tu, SENHOR, vais rir deles; zombarás de todas as nações.
9 Esperarei em ti, força minha; pois Deus é meu alto refúgio. Em ti, força minha, esperarei; pois Deus é meu alto refúgio.
10 O meu Deus virá ao meu encontro com seu amor fiel. Deus me fará ver cumprido o meu desejo sobre meus inimigos. Meu Deus virá ao meu encontro com a sua misericórdia, Deus me fará ver a derrota dos meus inimigos.
11 Não os mates, para que meu povo não se esqueça; espalha-os com o teu poder e abate-os, ó Senhor, escudo nosso. Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; dispersa-os pelo teu poder e abate-os, ó Senhor, escudo nosso.
12 Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios fiquem presos na sua arrogância. Pelas maldições e mentiras que proferem, Pelo pecado de sua boca, pelas palavras dos seus lábios, na sua própria soberba sejam enredados e pelas maldições e mentiras que proferem.
13 consome-os na tua indignação; consome-os, para que deixem de existir; para que saibam que Deus reina sobre Jacó, até os confins da terra. [Interlúdio] Consome-os com indignação, consome-os, para que deixem de existir e se saiba que Deus reina em Jacó, até os confins da terra.
14 Eles voltam à tarde, uivam como cães e andam rondando a cidade; Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
15 vagueiam em busca do que comer e se queixam se não se fartam. Vagueiam à procura de comida e, se não se fartam, então rosnam.
16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã, louvarei com alegria teu amor fiel, pois me tens sido fortaleza e refúgio no dia da minha angústia. Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia, pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia.
17 Cantarei louvores a ti, força minha! Porque Deus é minha fortaleza, é o Deus que me mostra seu amor fiel. A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia.