Provérbios 26
Comparação de versões
| # | AS21 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Como a neve no verão e como a chuva no tempo da colheita, assim também a honra não condiz com o tolo. | Como a neve no verão e como a chuva no tempo da colheita, assim a honra não fica bem a um tolo. |
| 2 | Como o pássaro que foge e como a andorinha a voar, assim a maldição sem causa não pega. | Como o pássaro que foge e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem motivo não se cumpre. |
| 3 | O chicote é para o cavalo; o freio, para o jumento; e a vara, para as costas dos tolos. | O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos tolos. |
| 4 | Não respondas ao insensato de acordo com a sua insensatez, para que não sejas semelhante a ele. | Não responda ao insensato segundo a sua tolice, para que você não se torne semelhante a ele. |
| 5 | Responde ao insensato conforme merece a sua insensatez, para que ele não seja sábio aos próprios olhos. | Responda ao insensato segundo a sua tolice, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos. |
| 6 | Quem manda mensagens pelas mãos do tolo é como quem corta os pés e bebe veneno. | Como cortar os pés e sofrer dano, assim é mandar mensagens por meio de um tolo. |
| 7 | Como as pernas do coxo pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos. | As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos tolos. |
| 8 | Como quem coloca a pedra na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo. | Como amarrar a pedra na funda, assim é dar honra a um tolo. |
| 9 | Como o espinho que entra na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos. | Como o espinho que entra na mão de um bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos. |
| 10 | Como o flecheiro que fere a todos, assim é quem contrata o tolo ou o bêbado que vem passando. | Como um flecheiro que fere a todos, assim é o que contrata os tolos e os primeiros que passam. |
| 11 | Como o cão que retorna ao vômito, assim é o tolo que insiste na insensatez. | Como o cão que volta ao seu próprio vômito, assim é o insensato que repete a sua tolice. |
| 12 | Vês um homem que é sábio a seus próprios olhos? Há mais esperança para o tolo do que para ele. | Você viu alguém que é sábio aos seus próprios olhos? Há mais esperança para um tolo do que para ele. |
| 13 | O preguiçoso diz: Há um leão no caminho; há um leão nas ruas. | O preguiçoso diz: “Um leão está no caminho! Um leão está no meio da rua!” |
| 14 | Como a porta gira sobre dobradiças, assim o preguiçoso se vira na cama. | A porta gira nas dobradiças; o preguiçoso se vira na cama. |
| 15 | O preguiçoso leva a mão ao prato e nem ao menos quer levá-la à boca. | O preguiçoso põe a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca. |
| 16 | O preguiçoso considera-se mais sábio do que sete homens que sabem responder bem. | O preguiçoso é mais sábio aos seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem. |
| 17 | Quem se intromete em questão alheia é como quem pega um cão pelas orelhas. | Quem se mete na discussão dos outros é como aquele que pega pelas orelhas um cão que vai passando. |
| 18 | Como o louco que atira brasas e flechas mortais, | Como o louco que lança fogo, flechas e morte, |
| 19 | assim é o homem que engana o próximo e diz: Fiz isso de brincadeira. | assim é aquele que engana o seu próximo e diz: “Fiz isso por brincadeira.” |
| 20 | Sem lenha, o fogo se apaga; e sem difamador, o conflito cessa. | Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo difamador, cessa a discórdia. |
| 21 | Como o carvão para a brasa e a lenha para o fogo, assim é o homem briguento para provocar discórdias. | O que o carvão é para as brasas e a lenha é para o fogo, o briguento é para acender uma discussão. |
| 22 | As palavras do difamador são como a comida saborosa, que desce direto ao estômago. | As palavras do difamador são comida fina, que desce para o mais interior do ventre. |
| 23 | Como o vaso de barro coberto por escória de prata, assim são os lábios afáveis com um coração maligno. | Como vaso de barro coberto de prata, assim são os lábios amorosos e o coração mau. |
| 24 | Aquele que odeia dissimula com os lábios, mas no seu interior acumula o engano. | Quem odeia dissimula com os lábios, mas no seu íntimo esconde a falsidade; |
| 25 | Quando alguém te falar com voz mansa, desconfia, pois no seu coração há sete pecados detestáveis. | quando ele vier com palavras suaves, não acredite nele, porque tem sete abominações em seu coração. |
| 26 | Ainda que seu ódio seja encoberto pela dissimulação, a sua maldade será revelada diante de todos. | Ainda que o seu ódio se encubra com falsidade, a sua maldade será exposta aos olhos de todos. |
| 27 | Quem abre uma cova cairá dentro dela, e a pedra se voltará contra aquele que a rolar. | Quem abre uma cova acaba caindo nela; e a pedra rolará sobre quem a pôs em movimento. |
| 28 | A língua falsa odeia a quem ela fere, e as palavras orgulhosas causam a ruína. | A língua falsa odeia aqueles a quem engana, e a boca lisonjeira é causa de ruína. |