Provérbios 6
Comparação de versões
| # | AS21 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Meu filho, se ficaste como fiador do teu próximo, se te empenhaste por um estranho, | Meu filho, se você ficou por fiador do seu próximo e se comprometeu com um estranho, |
| 2 | foste enganado pelos teus lábios; estás preso pelas palavras da tua boca. | está enredado com as palavras da sua boca, e ficou preso pelo que você falou. |
| 3 | Agora, meu filho, age assim e livra-te, pois já caíste nas mãos do teu próximo; vai, humilha-te e insiste com o teu próximo; | Agora, meu filho, faça o seguinte para se livrar, pois você caiu nas mãos dessa pessoa: vá, humilhe-se e importune o seu próximo. |
| 4 | não dês sono aos teus olhos, nem descanso às tuas pálpebras; | Não se deite para dormir, não dê descanso aos seus olhos. |
| 5 | livra-te como a gazela da mão do caçador, como a ave do laço armado. | Livre-se, como a gazela, das mãos do caçador e, como a ave, das mãos do passarinheiro. |
| 6 | Preguiçoso, vai ter com a formiga, observa os seus caminhos e sê sábio. | Vá ter com a formiga, ó preguiçoso! Observe os caminhos dela e seja sábio. |
| 7 | Ela, mesmo não tendo chefe, nem superintendente, nem governante, | Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante, |
| 8 | faz a provisão do seu mantimento no verão e ajunta o seu alimento no tempo da colheita. | no verão prepara a sua comida, no tempo da colheita ajunta o seu mantimento. |
| 9 | Preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando despertarás do teu sono? | Ó preguiçoso, até quando vai ficar deitado? Quando se levantará do seu sono? |
| 10 | Um pouco para dormir, um pouco para cochilar, um pouco para descansar de braços cruzados. | Um pouco de sono, um breve cochilo, braços cruzados para descansar, |
| 11 | A tua pobreza te sobrevirá como um ladrão, e a tua necessidade, como um assaltante. | e a sua pobreza virá como um ladrão, a miséria atacará como um homem armado. |
| 12 | O perverso, o homem mau, anda com a perversidade na boca, | Perverso e vil é o que anda com a iniquidade na boca, |
| 13 | pisca os olhos, faz sinais com os pés e acena com os dedos. | pisca os olhos, arrasta os pés e faz sinais com os dedos. |
| 14 | Seu coração está cheio de maldade, maquina o mal o tempo todo, semeia inimizade. | No seu coração há perversidade; está sempre planejando o mal e semeando discórdias. |
| 15 | Por isso, sua destruição virá de repente; será destruído de uma hora para outra, sem chance de cura. | Por isso a sua destruição virá repentinamente; de um momento para outro ficará irremediavelmente arruinado. |
| 16 | Seis coisas o SENHOR detesta, sim, sete ele abomina: | Seis coisas o SENHOR Deus odeia, e uma sétima a sua alma detesta: |
| 17 | olhos arrogantes, língua mentirosa e mãos que derramam sangue inocente; | olhos cheios de orgulho, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, |
| 18 | coração que faz planos perversos, pés que se apressam a praticar o mal; | coração que faz planos perversos, pés que se apressam a fazer o mal, |
| 19 | testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia inimizade entre irmãos. | testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia discórdia entre irmãos. |
| 20 | Meu filho, guarda o mandamento de teu pai e não abandones a instrução de tua mãe; | Meu filho, guarde o mandamento de seu pai e não abandone a instrução de sua mãe. |
| 21 | prende-os sempre perto do teu coração e pendura-os no pescoço. | Tenha-os sempre amarrados ao seu coração, pendure-os no seu pescoço. |
| 22 | Quando caminhares, isso te guiará; quando deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. | Quando você andar, essa instrução o guiará; quando você se deitar, ela o guardará; quando acordar, falará com você. |
| 23 | Pois o mandamento é uma lâmpada, e a instrução, uma luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida, | Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução é luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida. |
| 24 | para te guardarem da mulher má, e da sedução da língua da mulher adúltera. | Eles o protegerão da mulher perversa e das lisonjas da mulher estranha. |
| 25 | Não cobices no coração a sua beleza, nem te deixes levar pelos seus olhares. | Não cobice no coração a sua formosura, nem se deixe seduzir pelo seu olhar. |
| 26 | Porque o preço da prostituta é apenas um bocado de pão, mas a adúltera anda à caça da própria vida do homem. | O máximo que se paga por uma prostituta é um pedaço de pão, mas a adúltera anda à caça de uma vida preciosa. |
| 27 | Pode alguém colocar fogo no peito sem queimar a roupa? | Poderá alguém carregar fogo no colo, sem que as suas roupas se incendeiem? |
| 28 | Pode andar sobre brasas sem queimar os pés? | Ou andará alguém sobre brasas, sem que os seus pés se queimem? |
| 29 | Assim acontecerá com quem se deitar com a mulher do próximo; quem a tocar não ficará sem castigo. | Assim será com o que se aproximar da mulher do seu próximo; não ficará sem castigo todo aquele que tocar nela. |
| 30 | O ladrão não é desprezado, mesmo quando furta para saciar a fome? | Não se despreza o ladrão quando, faminto, rouba para matar a fome. |
| 31 | E, se for apanhado, pagará sete vezes o que roubou, mesmo que seja com todos os bens de sua casa. | Pois este, ao ser apanhado, pagará sete vezes tanto; entregará todos os bens de sua casa. |
| 32 | O que adultera com uma mulher não tem entendimento; quem age assim destrói a si mesmo. | Quem comete adultério não tem juízo; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa. |
| 33 | Sofrerá ferimentos e vexame, e sua humilhação nunca será esquecida; | Achará açoites e desonra, e a sua vergonha nunca passará. |
| 34 | porque o ciúme enfurece o marido, e ele não terá compaixão no dia da vingança. | Porque o ciúme desperta o furor do marido; ele não terá compaixão no dia da vingança. |
| 35 | Não aceitará compensação alguma, e não se acalmará, mesmo que lhe ofereçam muitos presentes. | Não se contentará com o resgate, nem aceitará presentes, ainda que sejam muitos. |