Daniel 4

Comparação de versões
Escolha as versões (até 4)
# AS21 NAA
1 O rei Nabucodonosor a todos os povos, nações e línguas, que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada. O rei Nabucodonosor às pessoas de todos os povos, nações e línguas, que habitam em toda a terra: “Que a paz lhes seja multiplicada!
2 Pareceu-me bem divulgar os sinais e as maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo. Pareceu-me bem tornar conhecidos os sinais e as maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo.”
3 Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino que dura para sempre, e o seu domínio é de geração em geração. “Como são grandes os seus sinais, e como são poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino eterno, e o seu domínio se estende de geração em geração.”
4 Eu, Nabucodonosor, estava sossegado em minha casa, e próspero no meu palácio. — Eu, Nabucodonosor, estava tranquilo em minha casa e feliz no meu palácio.
5 Tive um sonho que me deixou impressionado; deitado na minha cama, os pensamentos e as visões da minha mente me perturbaram. Tive um sonho que me espantou. Quando eu estava na minha cama, os pensamentos e as visões que passaram diante dos meus olhos me perturbaram.
6 Portanto, expedi um decreto de que fossem trazidos à minha presença todos os sábios da Babilônia, para que me revelassem a interpretação do sonho. Por isso, expedi um decreto, ordenando que fossem trazidos à minha presença todos os sábios da Babilônia, para que me revelassem a interpretação do sonho.
7 Então entraram os magos, os adivinhos, os astrólogos e os prognosticadores, e lhes contei o sonho; mas não puderam interpretá-lo. Então vieram os magos, os encantadores, os caldeus e os feiticeiros. Eu lhes contei o sonho, mas eles não puderam me revelar a sua interpretação.
8 Por fim, veio à minha presença Daniel, cujo nome é Beltessazar, conforme o nome do meu deus, e que tem o espírito dos deuses santos, e eu lhe contei o sonho: Por fim, apresentou-se Daniel, que é chamado de Beltessazar, em honra ao nome do meu deus. Ele tem o espírito dos santos deuses, e eu lhe contei o sonho, dizendo:
9 Ó Beltessazar, chefe dos magos, sei que tens o espírito dos deuses santos, e nenhum mistério te é difícil, conta-me as visões do sonho que tive e a sua interpretação. “Beltessazar, chefe dos magos, eu sei que você tem o espírito dos santos deuses e que não há mistério que você não possa explicar. Vou lhe contar o sonho que eu tive, para que você me diga o que ele significa.
10 Eram assim as visões do meu sonho, quando estava na minha cama: eu olhava, e via uma árvore no meio da terra, e ela era muito alta. Estas foram as visões que passaram diante dos meus olhos quando eu estava deitado na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era enorme.
11 A árvore cresceu e se fortaleceu, e a sua altura chegou até o céu, e era vista até os confins da terra. A árvore cresceu e se tornou forte, de maneira que a sua altura chegou até o céu; ela podia ser vista desde os confins da terra.
12 Sua folhagem era bela, e seu fruto era tanto que havia sustento para todos; os animais do campo achavam sombra debaixo dela, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e toda criatura se sustentava dela. A sua folhagem era bela, o seu fruto era abundante, e nela havia sustento para todos. Debaixo dela os animais selvagens achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos; e todos os seres vivos se alimentavam dela.
13 Tive essas visões no meu sonho, deitado na minha cama, e vi uma sentinela, um ser santo, descendo do céu. No meu sonho, quando eu estava na minha cama, vi um vigilante, um santo, que descia do céu,
14 Ele clamou bem alto e disse assim: Derrubai a árvore, cortai-lhe os ramos, sacudi suas folhas e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela, e as aves dos seus ramos. gritando em alta voz: ‘Derrubem a árvore, cortem os seus ramos, arranquem as folhas e espalhem os seus frutos. Espantem os animais que estão debaixo dela e as aves que fazem morada nos seus ramos.
15 Mas deixai na terra o tronco com as raízes, numa cinta de ferro e de bronze, no meio da grama verde do campo; seja molhado pelo orvalho do céu e se alimente da grama da terra, como os animais. Mas o toco, com as raízes, deixem na terra, amarrado com correntes de ferro e de bronze, em meio à erva do campo. Que esse toco seja molhado pelo orvalho do céu, e que a parte que lhe cabe seja a erva da terra, junto com os animais.
16 Seja mudada a sua mente, que deixará de ser humana, e lhe seja dada mente de animal; até que se passem sete tempos. Que o coração dele seja mudado, para que não seja mais coração humano, e lhe seja dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.
17 Esta sentença é por decreto das sentinelas e por mandado dos santos, a fim de que os que vivem saibam que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer, e até o mais humilde dos homens constitui sobre eles. Esta sentença é por decreto dos vigilantes, e esta ordem é por mandado dos santos, para que os que vivem saibam que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens. Ele dá esse reino a quem quer, e põe sobre ele até o mais humilde dos homens.’”
18 Eu, rei Nabucodonosor, tive esse sonho. Tu, Beltessazar, diz a interpretação, porque nenhum sábio do meu reino pôde me revelar a interpretação; mas tu podes, pois tens o espírito dos deuses santos. — Este foi o sonho que eu, rei Nabucodonosor, tive. Você, Beltessazar, diga a interpretação, porque todos os sábios do meu reino não puderam me revelar a interpretação. Mas eu sei que você pode, porque você tem o espírito dos santos deuses.
19 Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, ficou perplexo por algum tempo, e os seus pensamentos o perturbaram. O rei então disse: Beltessazar, não te impressiones com o sonho, nem com a interpretação. Beltessazar respondeu: Senhor meu, seja o sonho contra os que te odeiam, e a sua interpretação contra os teus inimigos. Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, ficou perplexo por algum tempo, e os seus pensamentos o perturbavam. Então o rei lhe disse: — Beltessazar, não deixe que o sonho ou a sua interpretação o perturbem. Beltessazar respondeu: — Meu senhor, quem dera o sonho fosse a respeito daqueles que o odeiam, e a sua interpretação se aplicasse aos seus inimigos!
20 A árvore que viste, que cresceu e se fortaleceu, cuja altura chegava até o céu, e que era vista por toda a terra; A árvore que o senhor viu, que cresceu e se tornou forte, cuja altura chegou até o céu, que foi vista por toda a terra,
21 cujas folhas eram belas, e o seu fruto era tanto que havia sustento para todos, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujos ramos habitavam as aves do céu; cuja folhagem era bela, cujo fruto era abundante, na qual havia sustento para todos, debaixo da qual os animais selvagens achavam sombra, e em cujos ramos as aves do céu faziam morada,
22 essa árvore és tu, que cresceste e te fortaleceste, ó rei; a tua grandeza cresceu e chegou até o céu, e o teu domínio, até a extremidade da terra. aquela árvore é o senhor, ó rei, que cresceu e veio a ser forte. A sua grandeza, ó rei, cresceu e chega até o céu, e o seu domínio se estende até a extremidade da terra.
23 E quanto à sentinela que o rei viu, o ser santo que descia do céu e dizia: Cortai a árvore e destruí-a; porém deixai na terra o tronco com as raízes, numa cinta de ferro e de bronze, no meio da grama verde do campo; seja molhado pelo orvalho do céu e se alimente da grama da terra, como os animais, até que se passem sete tempos; Quanto ao vigilante ou santo que o rei viu, que descia do céu e que dizia: “Cortem e destruam a árvore, mas deixem o toco com as raízes na terra, amarrado com correntes de ferro e de bronze, em meio à erva do campo; que esse toco seja molhado pelo orvalho do céu, e que a parte que lhe cabe seja com os animais selvagens, até que passem sobre ele sete tempos”,
24 esta é a interpretação, ó rei: é o decreto do Altíssimo, que é enviado ao rei, meu senhor: esta é a interpretação, ó rei, e este é o decreto do Altíssimo, que virá contra meu senhor, o rei:
25 Tu serás expulso do meio dos homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer grama como os bois; serás molhado pelo orvalho do céu, até que se passem sete tempos, até que reconheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer. o senhor será expulso do meio das pessoas, e a sua morada será com os animais selvagens; o senhor comerá capim como os bois, e será molhado pelo orvalho do céu; e passarão sete tempos, até que o senhor, ó rei, reconheça que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer.
26 E quanto ao que foi dito, que deixassem o tronco com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres reconhecido que o céu reina. Quanto ao que foi dito, que se deixasse o toco da árvore com as suas raízes, isto significa que o seu reino voltará a ser seu, depois que o senhor tiver reconhecido que o Céu domina.
27 Portanto, aceita o meu conselho, ó rei: Abandona teus pecados, praticando a justiça, e renuncia às tuas maldades, usando de misericórdia com os pobres, se quiseres prolongar a tua tranquilidade. Portanto, ó rei, aceite o meu conselho: abandone os seus pecados, praticando a justiça, e acabe com as suas iniquidades, usando de misericórdia para com os pobres; assim talvez a sua tranquilidade se prolongue.
28 Tudo isso aconteceu com o rei Nabucodonosor. Tudo isso, de fato, aconteceu com o rei Nabucodonosor.
29 Depois de doze meses, quando andava no palácio real da Babilônia, Passados doze meses, quando estava passeando no terraço do palácio real da cidade da Babilônia,
30 o rei disse: Não é esta a grande Babilônia que edifiquei para a morada real, pela força do meu poder, e para a glória da minha majestade? o rei disse: — Não é esta a grande Babilônia que eu construí para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade?
31 O rei ainda estava falando quando veio uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: O reino te foi tirado. Enquanto o rei ainda falava, veio uma voz do céu, que disse: — A você, rei Nabucodonosor, se anuncia o seguinte: Este reino lhe foi tirado.
32 Serás expulso do meio dos homens e a tua morada será com os animais do campo; te farão comer grama como os bois, e passarão sete tempos até que reconheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer. Você será expulso do meio das pessoas, e a sua morada será com os animais selvagens; você comerá capim como os bois, e passarão sete tempos, até que você reconheça que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer.
33 Na mesma hora, a palavra se cumpriu sobre Nabucodonosor: ele foi expulso do meio dos homens e começou a comer grama como os bois, e o seu corpo foi molhado pelo orvalho do céu, até que lhe cresceram pelos como as penas da águia, e as suas unhas, como as das aves. No mesmo instante, se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor. Ele foi expulso do meio das pessoas e começou a comer capim como os bois. O seu corpo foi molhado pelo orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas da águia, e as suas unhas, como as garras das aves.
34 Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu e voltou a mim o meu entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre; porque o seu domínio é um domínio eterno, e o seu reino é de geração em geração. — Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, e recuperei o entendimento. Então eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei aquele que vive para sempre: “O seu domínio é eterno, e o seu reino se estende de geração em geração.
35 E todos os moradores da terra são considerados nada; e ele age no exército do céu e entre os moradores da terra segundo a sua vontade; ninguém pode deter a sua mão, nem lhe dizer: Que fazes? Todos os moradores da terra são considerados como nada, e o Altíssimo faz o que quer com o exército do céu e com os moradores da terra. Não há quem possa deter a sua mão, nem questionar o que ele faz.”
36 No mesmo tempo, voltou a mim o meu entendimento; e voltou a mim a minha majestade e o meu resplendor, para a glória do meu reino. Os meus conselheiros e os meus nobres me procuraram; e fui restabelecido no meu reino, e minha grandeza se tornou ainda maior. — Nesse tempo, recuperei o entendimento e, para a dignidade do meu reino, recuperei também a minha majestade e o meu resplendor. Os meus conselheiros e os homens importantes vieram me procurar, fui restabelecido no meu reino, e a minha grandeza se tornou ainda maior.
37 Portanto, eu, Nabucodonosor, agora louvo, exalto e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são corretas, e os seus caminhos, justos, e ele pode humilhar aqueles que vivem orgulhosamente. Agora eu, Nabucodonosor, louvo, engrandeço e glorifico o Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos são justos. Ele tem poder para humilhar os orgulhosos.