Habacuque 3
Comparação de versões
| # | AS21 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Oração do profeta Habacuque, à moda de sigionote. | Oração do profeta Habacuque sob a forma de canto. |
| 2 | SENHOR, eu ouvi a tua fama e temi! Ó SENHOR, aviva a tua obra no decorrer dos anos; faz que ela seja conhecida no decorrer dos anos; na tua ira, lembra-te da misericórdia. | SENHOR, tenho ouvido a tua fama, e me sinto alarmado. Aviva a tua obra, ó SENHOR, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida. Na tua ira, lembra-te da misericórdia. |
| 3 | Deus veio de Temã, e o Santo, do monte Parã. [Interlúdio]. A sua glória cobriu os céus, e a terra encheu-se do seu louvor. | Deus vem de Temã, o Santo vem do monte Parã. A sua glória cobre os céus, e a terra se enche do seu louvor. |
| 4 | O seu resplendor é como a luz; raios brilhantes saem da sua mão, e o esconderijo da sua força está ali. | O seu resplendor é como a luz, e raios brilham da sua mão; o seu poder se esconde ali. |
| 5 | A peste vai adiante dele, e a praga destruidora o segue. | Adiante dele vai a peste, e a pestilência segue os seus passos. |
| 6 | Para e mede a terra; olha e sacode as nações; os montes antigos se destroem, as velhas colinas se abatem; o seu andar é assim desde a eternidade. | Ele para e faz a terra tremer; olha e sacode as nações. Esmigalham-se os montes primitivos; as colinas antigas se abatem. Os caminhos de Deus são eternos. |
| 7 | Vejo as tendas de Cusã em aflição; as cortinas da terra de Midiã tremem. | Vejo as tendas de Cusã em aflição; os acampamentos da terra de Midiã tremem. |
| 8 | Acaso é contra os rios que o SENHOR está irado? É contra os ribeiros a tua ira? Ou contra o mar o teu furor, quando andas montado nos teus cavalos, nos teus carros de vitória? | Acaso é contra os rios, SENHOR, que estás irado? É contra os ribeiros a tua ira ou contra o mar, o teu furor, já que andas montado nos teus cavalos, nos teus carros de vitória? |
| 9 | O teu arco está totalmente descoberto; a tua aljava está cheia de flechas. [Interlúdio] Divides a terra com rios. | Preparas o teu arco; a tua aljava está cheia de flechas. Tu fendes a terra com rios. |
| 10 | Os montes te veem e se contorcem. A inundação das águas passa, o abismo faz ouvir a sua voz, e levanta as mãos bem alto. | Os montes te veem e se contorcem; torrentes de água passam. As profundezas do mar fazem ouvir a sua voz e levantam bem alto as suas mãos. |
| 11 | O sol e a lua param nas suas moradas, ante o lampejo das tuas flechas que voam, ao brilho intenso da tua lança resplandecente. | O sol e a lua param nas suas moradas, ao resplandecer a luz das tuas flechas sibilantes, ao fulgor do relâmpago da tua lança. |
| 12 | Marchas pela terra com indignação, trilhas as nações com ira. | Na tua indignação, marchas pela terra; na tua ira, pisas as nações. |
| 13 | Sais em socorro do teu povo, para salvamento dos teus ungidos. Despedaças o líder do povo ímpio, descobrindo-lhe por completo os fundamentos. [Interlúdio] | Tu sais para salvar o teu povo, para salvar o teu ungido. Feres o chefe da casa dos ímpios, deixando-o descoberto dos pés à cabeça. |
| 14 | Traspassas a cabeça dos seus guerreiros com suas próprias lanças; eles me acometem como turbilhão para me espalhar; alegram-se, como se estivessem para devorar o pobre em segredo. | Traspassas a cabeça dos guerreiros do inimigo com as suas próprias lanças, os quais, como tempestade, avançam para me destruir; alegram-se, como se estivessem para devorar o pobre em segredo. |
| 15 | Tu marchas com teus cavalos pelo mar, pelo ímpeto das grandes águas. | Marchas com os teus cavalos pelo mar, pela massa de grandes águas. |
| 16 | Quando eu o ouvi, meu ventre se comoveu, meus lábios tremeram diante do seu ruído; a fraqueza entrou nos meus ossos, os meus passos vacilaram; aguardarei em silêncio o dia da angústia que há de vir sobre o povo que nos oprime. | Ouvi isso, e o meu íntimo se comoveu; os meus lábios tremeram ao ouvir a sua voz. A podridão entrou nos meus ossos, e os meus joelhos vacilaram, pois, em silêncio, devo esperar o dia da angústia, que virá contra o povo que nos ataca. |
| 17 | Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas videiras; ainda que o produto da oliveira falhe, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado do estábulo e não haja gado nos currais; | Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na videira; ainda que a colheita da oliveira decepcione, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas desapareçam do aprisco, e nos currais não haja mais gado, |
| 18 | mesmo assim, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação. | mesmo assim eu me alegro no SENHOR, e exulto no Deus da minha salvação. |
| 19 | O SENHOR Deus é a minha força! Ele fará os meus pés como os da corça e me fará andar sobre os meus lugares altos. Ao regente de música. Para instrumentos de cordas. | O SENHOR Deus é a minha fortaleza. Ele dá aos meus pés a ligeireza das corças, e me faz andar nas minhas alturas. Ao mestre de canto. Para instrumentos de cordas. |