Mateus 9

Comparação de versões
Escolha as versões (até 4)
# NBV NAA
1 Então Jesus subiu num barco e atravessou o mar para ir a Cafarnaum, a cidade onde morava. Entrando num barco, Jesus passou para o outro lado do mar e foi para a sua própria cidade.
2 Logo alguns homens lhe trouxeram numa esteira um rapaz paralítico. Quando Jesus viu a fé que eles tinham, disse ao paralítico: “Anime-se, filho! Porque os seus pecados estão perdoados!” E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Jesus, vendo a fé que eles tinham, disse ao paralítico: — Coragem, filho; os seus pecados estão perdoados.
3 “Blasfêmia! Esse homem está dizendo que é Deus!”, disseram a si mesmos alguns mestres da lei. Mas alguns escribas diziam entre si: — Ele está blasfemando.
4 Jesus sabia o que eles estavam pensando e perguntou: “Por que vocês estão com esses pensamentos ruins? Jesus, porém, conhecendo os pensamentos deles, disse: — Por que vocês estão pensando o mal em seu coração?
5 Que é mais fácil dizer: ‘Os seus pecados estão perdoados’ ou: ‘Levante-se e ande’? Pois o que é mais fácil? Dizer: “Os seus pecados estão perdoados”, ou dizer: “Levante-se e ande”?
6 Mas, para provar que o Filho do Homem tem autoridade aqui na terra para perdoar pecados” — voltando-se para o rapaz paralítico — disse: “Levante-se, enrole a sua esteira e caminhe para casa!” Mas isto é para que vocês saibam que o Filho do Homem tem autoridade sobre a terra para perdoar pecados. Então disse ao paralítico: — Levante-se, pegue o seu leito e vá para casa.
7 E ele levantou-se e foi para casa! E o homem se levantou e voltou para casa.
8 Um arrepio de medo passou pela multidão quando viu isso acontecer bem diante dos seus olhos e louvaram a Deus por ter dado tal autoridade aos seres humanos! Vendo isto, as multidões, possuídas de temor, deram glória a Deus, que tinha dado tal autoridade aos homens.
9 Quando Jesus descia a estrada, viu um cobrador de impostos, chamado Mateus, sentado na coletoria. “Venha tornar-se meu discípulo”, disse-lhe Jesus, e Mateus levantou-se e o acompanhou. Quando Jesus saiu dali, viu um homem chamado Mateus sentado na coletoria e lhe disse: — Siga-me! Ele se levantou e o seguiu.
10 Mais tarde, quando Jesus e seus discípulos almoçavam na casa de Mateus, muitos cobradores de impostos e “pecadores” estavam lá como convidados! Estando Jesus à mesa, na casa de Mateus, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e os seus discípulos.
11 Os fariseus ficaram indignados. “Por que o mestre de vocês come com homens como esses cobradores de impostos e ‘pecadores’?” Vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos de Jesus: — Por que o Mestre de vocês come com os publicanos e pecadores?
12 “As pessoas que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes”, foi a resposta de Jesus. Mas Jesus, ouvindo, disse: — Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.
13 Depois ele acrescentou: “Vão aprender o significado deste versículo da Escritura: ‘Não são os sacrifícios de vocês que me interessam — mas que tenham misericórdia’! Meu trabalho aqui na terra é chamar os pecadores, e não aqueles que se acham bons, para que voltem para Deus”. Vão e aprendam o que significa: “Quero misericórdia, e não sacrifício.” Pois não vim chamar justos, e sim pecadores.
14 Um dia os discípulos de João Batista vieram a Jesus e lhe perguntaram: “Por que os seus discípulos não jejuam, como nós fazemos, e como fazem os fariseus?” Vieram, depois, os discípulos de João e perguntaram a Jesus: — Por que nós e os fariseus jejuamos muitas vezes, mas os seus discípulos não jejuam?
15 “Os convidados do noivo devem chorar enquanto ele está com eles?”, perguntou Jesus. “Vai chegar o tempo em que o noivo será tirado deles; então jejuarão. Jesus respondeu: — Como podem os convidados para o casamento estar tristes enquanto o noivo está com eles? No entanto, virão dias em que o noivo lhes será tirado, e então eles vão jejuar.
16 “E quem remendaria uma roupa velha com um pano novo? O remendo rasgaria a roupa e tornaria o buraco ainda maior. Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha; porque o remendo tira um pedaço da roupa, e o buraco fica ainda maior.
17 E quem usaria vasilhas de couro velhas para guardar vinho novo? Pois as vasilhas velhas arrebentariam com a pressão, o vinho se derramaria e as vasilhas se estragariam. Para guardar vinho novo só se usam vasilhas de couro novas. Desta maneira, ambos se conservam”. Nem se põe vinho novo em odres velhos, porque, se alguém fizer isso, os odres se rompem, o vinho se derrama, e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam.
18 Enquanto ele estava dizendo isso, o chefe da sinagoga local chegou, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: “Minha filhinha acaba de morrer. Porém o Senhor pode fazer com que volte à vida, se somente vier e tocá-la”. Enquanto Jesus lhes dizia estas coisas, eis que um chefe da sinagoga, aproximando-se, o adorou e disse: — Minha filha morreu agora mesmo; mas venha impor a mão sobre ela, e ela viverá.
19 Jesus e os discípulos foram para a casa dele. E Jesus se levantou e o seguiu, juntamente com os seus discípulos.
20 No caminho, uma mulher que durante doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia, veio por trás dele e tocou na barra do seu manto, E eis que uma mulher, que durante doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia, veio por trás de Jesus e tocou na borda da capa dele.
21 pois ela pensava: “Se eu apenas tocar em seu manto, serei curada”. Porque dizia consigo mesma: “Se eu apenas tocar na capa dele, ficarei curada.”
22 Jesus voltou-se e falou com ela. “Filha”, disse ele, “anime-se! A sua fé a curou”. E a mulher ficou curada a partir daquele momento. Então Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: — Coragem, filha, a sua fé salvou você. E, desde aquele instante, a mulher ficou sã.
23 Quando Jesus chegou à casa do chefe da sinagoga e viu as multidões barulhentas e ouviu a música do enterro, Tendo Jesus chegado à casa do chefe e vendo os tocadores de flauta e o povo em alvoroço, disse:
24 disse: “Ponham todos para fora, porque a menina não está morta; ela só está dormindo!” Então, começaram a zombar e caçoar dele! — Saiam daqui! Porque a menina não está morta, mas dorme. E riam-se dele.
25 Quando a multidão finalmente saiu, Jesus entrou e tomou a menina pela mão, e ela se levantou e viveu novamente! Mas, quando o povo tinha sido colocado para fora, Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se levantou.
26 A notícia a respeito desse acontecimento espalhou-se por toda a região. E a notícia deste acontecimento se espalhou por toda aquela terra.
27 Quando Jesus estava saindo da casa da menina, dois cegos apareceram gritando: “Ó Filho de Davi, tenha piedade de nós”. Saindo Jesus dali, dois cegos o seguiram, gritando: — Tenha compaixão de nós, Filho de Davi!
28 Eles foram até a casa onde ele morava, e Jesus lhes perguntou: “Vocês creem que eu posso fazê-los enxergar?” “Sim, Senhor”, disseram eles, “nós cremos”. Quando ele entrou em casa, os cegos se aproximaram, e Jesus lhes perguntou: — Vocês creem que eu posso fazer isso? Eles responderam: — Sim, Senhor!
29 Então ele pôs a mão nos olhos deles e disse: “Que seja feito a vocês conforme a fé que vocês têm!” Então Jesus tocou nos olhos deles, dizendo: — Que se faça com vocês conforme a fé que vocês têm.
30 E eles puderam ver! Jesus avisou os dois energicamente para que não contassem isso a ninguém. E os olhos deles se abriram. Jesus, porém, os advertiu severamente, dizendo: — Tenham cuidado para que ninguém fique sabendo disto.
31 Eles, porém, espalharam sua fama pela cidade inteira. Eles, porém, saíram e espalharam a notícia a respeito de Jesus por toda aquela terra.
32 Deixando aquele lugar, Jesus encontrou um homem que não podia falar porque estava endemoninhado. Quando eles saíram, eis que trouxeram a Jesus um mudo endemoniado.
33 Jesus expulsou o demônio, e imediatamente o homem começou a falar. Como as multidões ficaram maravilhadas! “Nunca se viu nada parecido em Israel!”, exclamavam todos. E, assim que o demônio foi expulso, o mudo passou a falar. E as multidões se admiravam, dizendo: — Jamais se viu tal coisa em Israel!
34 Mas os fariseus diziam: “É o príncipe dos demônios que dá poder a ele para expulsar demônios!” Mas os fariseus diziam: — Ele expulsa os demônios pelo poder do maioral dos demônios.
35 Jesus andava por todas as cidades e vilas daquela região, ensinando nas sinagogas dos judeus e anunciando as boas-novas do Reino. Em todo lugar aonde ele ia, curava as pessoas de todas as enfermidades e doenças. E Jesus percorria todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do Reino e curando todo tipo de doenças e enfermidades.
36 Ao ver as multidões ficou com pena delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor! Ao ver as multidões, Jesus se compadeceu delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor.
37 “A colheita é grande, mas os trabalhadores são tão poucos”, disse ele aos seus discípulos. Então Jesus disse aos seus discípulos: — A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.
38 “Portanto, peçam ao Senhor da colheita que chame mais trabalhadores para os seus campos de colheita”. Por isso, peçam ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.