Marcos 15

Comparação de versões
Escolha as versões (até 4)
# NBV NAA
1 De manhã bem cedo os sacerdotes principais se reuniram com os líderes religiosos, os mestres da lei e todo o Sinédrio para discutir as medidas seguintes que precisavam tomar. Eles amarraram Jesus e o levaram debaixo de guarda armada a Pilatos. Logo pela manhã, os principais sacerdotes entraram em conselho com os anciãos, os escribas e todo o Sinédrio; e, amarrando Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos.
2 Pilatos perguntou a Jesus: “Você é o rei dos judeus”? “Sim”, respondeu Jesus, “é como o senhor está dizendo”. Pilatos perguntou: — Você é o rei dos judeus? Jesus respondeu: — O senhor está dizendo isso.
3 Então os sacerdotes principais faziam muitas acusações, E os principais sacerdotes o acusavam de muitas coisas.
4 e Pilatos perguntou-lhe: “Por que você não diz alguma coisa? Veja quantas acusações há contra a sua pessoa!” Então Pilatos tornou a perguntar: — Você não vai responder nada? Veja quantas acusações fazem contra você!
5 Mas Jesus não disse mais nada, para o espanto de Pilatos. Jesus, porém, não disse mais nada, a ponto de Pilatos muito se admirar.
6 Por ocasião da festa da Páscoa, era costume soltar um prisioneiro, a pedido do povo. Ora, por ocasião da festa, era costume soltar ao povo um dos presos, aquele que eles pedissem.
7 Um dos presos chamava-se Barrabás, condenado juntamente com outros por assassinato durante uma revolta. Havia um, chamado Barrabás, preso com rebeldes, os quais em um tumulto haviam cometido homicídio.
8 Então começou a reunir-se uma multidão diante de Pilatos, pedindo que soltasse um preso, como sempre. Vindo a multidão, começou a pedir que Pilatos lhes fizesse como de costume.
9 “Vocês querem que eu solte o ‘rei dos judeus’?”, perguntou Pilatos. E Pilatos lhes respondeu, dizendo: — Vocês querem que eu lhes solte o rei dos judeus?
10 A essa altura ele já havia percebido que aquilo era uma trama, apoiada pelos sacerdotes principais, porque invejavam a popularidade de Jesus. Pois ele bem percebia que era por inveja que os principais sacerdotes lhe haviam entregado Jesus.
11 Mas os sacerdotes principais incitaram a multidão para pedir a libertação de Barrabás em lugar de Jesus. Mas os principais sacerdotes incitaram a multidão no sentido de que lhes soltasse, de preferência, Barrabás.
12 “Se eu soltar Barrabás”, perguntou-lhes Pilatos, “que farei com este homem que vocês chamam de rei dos judeus?” E Pilatos lhes perguntou: — O que, então, vocês querem que eu faça com este a quem vocês chamam de rei dos judeus?
13 Eles responderam gritando: “Crucifique-o!” Eles gritaram: — Crucifique-o!
14 “Mas por quê?”, indagou Pilatos. “Que crime ele fez?” Mas eles gritaram ainda mais alto: “Crucifique-o!” Mas Pilatos lhes disse: — Que mal fez ele? Porém eles gritavam cada vez mais: — Crucifique-o!
15 Então Pilatos, ansioso por agradar ao povo, soltou-lhes Barrabás, e ordenou que açoitassem Jesus e o entregassem para ser crucificado. Então Pilatos, querendo contentar a multidão, lhes soltou Barrabás. E, depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o para ser crucificado.
16 Com isto os soldados romanos o levaram para dentro do pátio interno do palácio e convocaram a guarda toda; Então os soldados levaram Jesus para dentro do palácio, que é o Pretório, e reuniram toda a tropa.
17 vestiram Jesus com um manto de púrpura e fizeram uma coroa de espinhos, e a puseram na cabeça dele. Vestiram Jesus com um manto púrpura e, tecendo uma coroa de espinhos, a puseram na cabeça dele.
18 Então o saudavam, gritando em coro: “Salve, rei dos judeus!” E o saudavam, dizendo: — Salve, rei dos judeus!
19 Batiam na cabeça dele com uma vara, cuspiam nele e caíam de joelhos para “adorá-lo”. Batiam na cabeça dele com um caniço, cuspiam nele e, pondo-se de joelhos, o adoravam.
20 Quando eles finalmente se cansaram da sua zombaria, tiraram o manto de púrpura, vestiram-lhe novamente as suas próprias roupas e o conduziram para fora, a fim de ser crucificado. Depois de terem zombado dele, tiraram-lhe o manto púrpura e o vestiram com as suas próprias roupas. Então conduziram Jesus para fora a fim de o crucificarem.
21 No caminho, os soldados encontraram certo homem de Cirene, chamado Simão, pai de Alexandre e de Rufo, chegando do campo. Ele foi obrigado a carregar a cruz de Jesus. E obrigaram Simão Cireneu, que passava, vindo do campo, pai de Alexandre e de Rufo, a carregar a cruz de Jesus.
22 Assim eles levaram Jesus para um lugar chamado Gólgota, que significa lugar da Caveira. E levaram Jesus para o Gólgota, que quer dizer “Lugar da Caveira”.
23 Ofereceram-lhe vinho misturado com ervas amargas, porém ele o recusou. Quiseram dar-lhe para beber vinho misturado com mirra, mas Jesus não aceitou.
24 Então o crucificaram. Eles tiraram sorte para dividir a roupa dele, para saber qual seria a parte de cada um. Então o crucificaram e repartiram entre si as roupas dele, tirando a sorte, para ver o que cada um levaria.
25 Eram cerca de nove horas da manhã quando o crucificaram. Eram nove horas da manhã quando o crucificaram.
26 Eles pregaram uma tabuleta na cruz por cima da sua cabeça, anunciando a acusação contra ele: “O Rei dos Judeus”. E a inscrição com a acusação contra ele dizia: “O REI DOS JUDEUS”.
27 Dois assaltantes foram crucificados com Jesus e suas cruzes ficavam uma à sua esquerda e outra à sua direita. Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita e outro à sua esquerda.
28 Assim cumpriu-se a Escritura que dizia: “Ele foi contado entre transgressores”. [E cumpriu-se a Escritura que diz: “Com malfeitores foi contado.”]
29 O povo que passava caçoava dele, e balançava a cabeça, dizendo: “Você pode destruir o templo e reconstruí-lo em três dias; Os que iam passando blasfemavam contra ele, balançando a cabeça e dizendo: — Ah! Você que destrói o santuário e em três dias o reedifica!
30 salve-se a si mesmo e desça da cruz”. Salve a si mesmo, descendo da cruz!
31 Os sacerdotes principais e os mestres da lei também zombavam de Jesus, dizendo: “Ele ‘salvou’ os outros, mas não pode salvar-se a si mesmo! De igual modo, os principais sacerdotes com os escribas, zombando, diziam entre si: — Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar.
32 Seu Messias! Seu Rei de Israel! Desça da cruz e nós creremos em você!” Até os dois assaltantes que estavam crucificados com ele zombavam dele. Que o Cristo, o rei de Israel, desça agora da cruz para que vejamos e creiamos. Também os que com ele foram crucificados o insultavam.
33 Ao meio-dia, caiu uma escuridão sobre toda a terra; e durou até as três horas daquela tarde. Chegado o meio-dia, houve trevas sobre toda a terra até as três horas da tarde.
34 Então Jesus clamou com grande voz: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni?”, que quer dizer: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonou?” E às três horas, Jesus clamou em alta voz: — Eloí, Eloí, lemá sabactani? — Isso quer dizer: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
35 Algumas das pessoas que estavam ali pensaram que ele estivesse chamando o profeta Elias. E alguns dos que estavam ali, ouvindo isto, diziam: — Vejam! Ele chama por Elias!
36 Então um homem correu, apanhou uma esponja, encheu-a de vinagre e a suspendeu até Jesus numa vara. “Esperem! Vamos ver se Elias virá tirá-lo!”, disse ele. E um deles correu para embeber uma esponja em vinagre e, colocando-a na ponta de um caniço, deu-lhe de beber, dizendo: — Esperem! Vejamos se Elias vem tirá-lo!
37 Então Jesus soltou outro forte grito e entregou o espírito. Mas Jesus, dando um forte grito, expirou.
38 E o véu do templo rasgou-se em dois, de cima até embaixo. E o véu do santuário se rasgou em duas partes, de alto a baixo.
39 Quando o centurião romano que estava ao lado da cruz de Jesus ouviu o seu grito e viu como ele entregou o espírito, exclamou: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus!” O centurião que estava em frente de Jesus, vendo que assim havia expirado, disse: — Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus.
40 Estavam ali algumas mulheres olhando à distância. Entre elas estava Maria Madalena, Salomé, Maria, a mãe de Tiago, o mais jovem, e de José. Estavam também ali algumas mulheres, observando de longe. Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, o Menor, e de José, e ainda Salomé.
41 Elas e muitas outras mulheres da Galileia, que eram seguidoras de Jesus, o haviam servido, prestando-lhe serviços quando ele estava na Galileia e tinham vindo com ele para Jerusalém. Quando Jesus estava na Galileia, essas mulheres o acompanhavam e serviam. E, além destas, havia muitas outras que tinham ido com ele para Jerusalém.
42 Tudo isso aconteceu no dia antes do sábado, no Dia da Preparação. No fim daquela tarde, Ao cair da tarde, por ser o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado,
43 José de Arimateia, um membro do Sinédrio, muito respeitado, que pessoalmente estava aguardando a chegada do Reino de Deus, tomou coragem e foi a Pilatos pedir o corpo de Jesus. José de Arimateia, ilustre membro do Sinédrio, que também esperava o Reino de Deus, dirigiu-se ousadamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus.
44 Pilatos não podia acreditar que Jesus já houvesse morrido e por isso chamou o centurião romano encarregado para lhe perguntar. Mas Pilatos admirou-se de que ele já tivesse morrido. E, tendo chamado o centurião, perguntou-lhe se havia muito que Jesus tinha morrido.
45 O centurião confirmou o fato, e Pilatos disse a José que ele podia levar o corpo. Após certificar-se, pela informação do comandante, cedeu o corpo a José.
46 José comprou um lençol de linho, desceu da cruz o corpo de Jesus, envolveu-o no lençol e colocou-o num sepulcro aberto na rocha. Depois rolou uma pedra para fechar a entrada do sepulcro. Este, baixando o corpo da cruz, envolveu-o num lençol que tinha comprado e o depositou num túmulo que tinha sido aberto numa rocha; e rolou uma pedra para a entrada do túmulo.
47 Maria Madalena e Maria, mãe de José, estavam observando enquanto ele era colocado ali. Maria Madalena e Maria, mãe de José, observaram onde ele foi posto.