Atos dos Apóstolos 16

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# AS21 NAA
1 E chegou também a Derbe e Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego; Paulo chegou também a Derbe e a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego.
2 e os irmãos em Listra e Icônio davam bom testemunho dele. Os irmãos em Listra e Icônio davam bom testemunho dele.
3 Paulo queria que ele o acompanhasse; tomou-o, então, e o circuncidou, por causa dos judeus que viviam na região; porque todos sabiam que seu pai era grego. Paulo queria que Timóteo fosse em sua companhia e, por isso, circuncidou-o por causa dos judeus daqueles lugares; pois todos sabiam que o pai dele era grego.
4 À medida que passavam pelas cidades, entregavam aos irmãos as decisões que haviam sido tomadas pelos apóstolos e presbíteros em Jerusalém, para serem obedecidas. Ao passar pelas cidades, entregavam aos irmãos as decisões tomadas pelos apóstolos e presbíteros de Jerusalém, para que as observassem.
5 Dessa forma, as igrejas eram firmadas na fé, e a cada dia cresciam em número. Assim, as igrejas eram fortalecidas na fé e, dia a dia, aumentavam em número.
6 Atravessaram a região frígio-gálata, mas foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. E percorreram a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na província da Ásia.
7 Quando chegaram perto da Mísia, tentavam ir para a Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu. Chegando perto de Mísia, tentaram ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu.
8 Então, passando pela Mísia, desceram para Trôade. E, tendo contornado Mísia, foram a Trôade.
9 De noite, Paulo teve uma visão; nela, em pé, um homem da Macedônia suplicava-lhe: Vem para a Macedônia e ajuda-nos. À noite, Paulo teve uma visão na qual um homem da Macedônia estava em pé e lhe rogava, dizendo: — Passe à Macedônia e ajude-nos.
10 E quando ele teve essa visão, logo procuramos partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho. Assim que Paulo teve a visão, imediatamente procuramos partir para aquele destino, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho.
11 Navegando de Trôade, fomos em linha reta para a Samotrácia, e no dia seguinte para Neápolis. Tendo, pois, navegado de Trôade, fomos diretamente para Samotrácia e, no dia seguinte, a Neápolis.
12 De lá fomos para Filipos, colônia romana e a cidade mais importante desse distrito da Macedônia. Ali ficamos alguns dias. Dali fomos a Filipos, cidade da Macedônia, primeira do distrito e colônia romana. Nesta cidade, permanecemos alguns dias.
13 No sábado, saímos da cidade para a beira do rio, onde julgávamos haver um lugar de oração. E, sentados, falávamos às mulheres ali reunidas. No sábado, saímos da cidade para a beira do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que haviam se reunido ali.
14 Uma das mulheres que nos ouviam, chamada Lídia, vendedora de tecidos de púrpura, da cidade de Tiatira, era temente a Deus. O Senhor lhe abriu o coração para acolher as coisas que Paulo dizia. Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta ao que Paulo dizia.
15 Depois de batizada com as pessoas de sua casa, ela nos suplicou: Se me considerais crente no Senhor, entrai e permanecei em minha casa. E nos compeliu a isso. Depois de ser batizada, ela e toda a sua casa, nos fez este pedido: — Se julgam que eu sou fiel ao Senhor, venham ficar na minha casa. E nos constrangeu a isso.
16 Aconteceu que, quando íamos ao lugar de oração, veio ao nosso encontro uma jovem que tinha um espírito adivinhador e que, adivinhando, dava grande lucro a seus senhores. Aconteceu que, indo nós para o lugar de oração, veio ao nosso encontro uma jovem possuída de espírito adivinhador, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus donos.
17 Seguindo Paulo e a nós, ela gritava: Estes homens são servos do Deus Altíssimo. Eles vos anunciam o caminho da salvação. Seguindo a Paulo e a nós, gritava, dizendo: — Estes homens são servos do Deus Altíssimo e anunciam a vocês o caminho da salvação.
18 Ela fez isso por muitos dias. Mas Paulo, já aborrecido com isso, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de Jesus Cristo que saias dela. E na mesma hora ele saiu. Isto se repetiu por muitos dias. Então Paulo, já indignado, voltando-se, disse ao espírito: — Em nome de Jesus Cristo, eu ordeno que você saia dela. E, na mesma hora, o espírito saiu.
19 Quando viram que a esperança do seu lucro havia desaparecido, seus senhores prenderam Paulo e Silas e os arrastaram para a praça, perante as autoridades. Quando os donos da jovem viram que se havia desfeito a esperança do lucro, agarraram Paulo e Silas e os arrastaram para a praça, à presença das autoridades.
20 E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens, que são judeus, estão perturbando a nossa cidade. E, levando-os aos magistrados, disseram: — Estes homens, sendo judeus, perturbam a nossa cidade,
21 Eles divulgam costumes que a nós, romanos, não é permitido acatar nem praticar. propagando costumes que não podemos aceitar, nem praticar, porque somos romanos.
22 A multidão investiu contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as roupas, mandaram espancá-los com varas. Então a multidão se levantou unida contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as roupas, mandaram açoitá-los com varas.
23 Depois de espancá-los muito, colocaram-nos na prisão, ordenando ao carcereiro que os guardasse com segurança. E, depois de lhes darem muitos açoites, os lançaram na prisão, ordenando ao carcereiro que os guardasse com toda a segurança.
24 Tendo recebido essa ordem, ele os colocou na prisão interna e prendeu-lhes os pés ao tronco. Este, recebendo tal ordem, levou-os para o cárcere interior e prendeu os pés deles no tronco.
25 Por volta de meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, enquanto os presos os escutavam. Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam.
26 De repente, houve um terremoto tão intenso que os alicerces do cárcere foram abalados, e logo todas as portas se abriram, e as correntes de todos se soltaram. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; todas as portas se abriram e as correntes de todos os presos se soltaram.
27 O carcereiro acordou e, vendo abertas as portas da prisão, sacou a espada para suicidar-se, supondo que os presos haviam fugido. O carcereiro despertou do sono e, vendo abertas as portas da prisão, puxando da espada, ia suicidar-se, pois pensou que os presos tinham fugido.
28 Mas Paulo gritou para ele: Não te faças nenhum mal, porque estamos todos aqui. Mas Paulo gritou bem alto: — Não faça nenhum mal a si mesmo! Estamos todos aqui.
29 Ele pediu luz, correu para dentro e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas. Então o carcereiro, tendo pedido uma luz, entrou correndo e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas.
30 Levando-os para fora, disse: Senhores, que preciso fazer para ser salvo? Depois, trazendo-os para fora, disse: — Senhores, que devo fazer para que seja salvo?
31 Eles responderam: Crê no Senhor Jesus, e tu e tua casa sereis salvos. Eles responderam: — Creia no Senhor Jesus e você será salvo — você e toda a sua casa.
32 Então pregaram a palavra de Deus a ele e a todos os que eram de sua casa. E pregaram a palavra de Deus ao carcereiro e a todos os que faziam parte da casa dele.
33 E, levando-os consigo, naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os ferimentos; e logo foi batizado, ele e todos os seus. Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes as feridas dos açoites. Logo a seguir, ele e todos os membros da casa dele foram batizados.
34 Então os fez subir para sua casa, pôs a mesa para eles e alegrou-se muito com toda a sua casa, por haver crido em Deus. Então, levando-os para a sua própria casa, deu-lhes de comer; e, com todos os seus, manifestava grande alegria por ter crido em Deus.
35 Quando amanheceu, os magistrados mandaram soldados com a seguinte ordem: Soltai aqueles homens. Quando amanheceu, os magistrados enviaram oficiais de justiça, com a seguinte ordem para o carcereiro: — Ponha aqueles homens em liberdade.
36 E o carcereiro transmitiu a Paulo essas palavras: Os magistrados mandaram que fôsseis soltos. Agora, pois, saí e ide em paz. Então o carcereiro comunicou isso a Paulo, dizendo: — Os magistrados ordenaram que vocês fossem postos em liberdade. Portanto, vocês podem sair. Vão em paz.
37 Mas Paulo lhes respondeu: Sendo nós cidadãos romanos, espancaram-nos publicamente sem termos sido condenados e nos colocaram na prisão. Agora, às escondidas, mandam-nos sair? De modo nenhum! Que venham eles mesmos e nos soltem. Paulo, porém, lhes disse: — Sem ter havido processo formal contra nós, nos açoitaram publicamente e nos jogaram na cadeia, sendo nós cidadãos romanos. Querem agora nos mandar embora sem maior alarde? Nada disso! Pelo contrário, que eles venham e, pessoalmente, nos ponham em liberdade.
38 E os soldados foram dizer isso aos magistrados, os quais ficaram com medo quando souberam que eles eram romanos. Os oficiais de justiça comunicaram isso aos magistrados. Quando estes souberam que Paulo e Silas eram cidadãos romanos, ficaram com medo.
39 Então, vieram, pediram-lhes desculpas e, levando-os para fora, suplicavam que se retirassem da cidade. Então foram até eles e lhes pediram desculpas; e, relaxando-lhes a prisão, pediram que se retirassem da cidade.
40 Eles saíram da prisão e foram para a casa de Lídia. Ao verem os irmãos, os encorajaram e, depois, partiram. Tendo saído da prisão, Paulo e Silas dirigiram-se para a casa de Lídia e, vendo os irmãos, os animaram. Depois partiram.