Atos dos Apóstolos 6

Comparação de versões
Escolha as versões (até 4)
# KJF NAA
1 E naqueles dias, multiplicando o número dos discípulos, surgiu ali uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram negligenciadas na ministração diária. Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária.
2 E os doze convocaram a multidão dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. Então os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: — Não é correto que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas.
3 Por isso, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de bom testemunho, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais possamos nomear sobre este serviço. Por isso, irmãos, escolham entre vocês sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, para os encarregarmos desse serviço.
4 Mas nós entregaremos continuamente à oração e ao ministério da palavra. Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra.
5 E este parecer agradou a toda a multidão, e eles escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia, O parecer agradou a todos. Então elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia.
6 a quem eles colocaram diante dos apóstolos, e estes, orando, impuseram suas mãos sobre eles. Apresentaram estes homens aos apóstolos, que, orando, lhes impuseram as mãos.
7 E a palavra de Deus crescia, e o número dos discípulos se multiplicava muito em Jerusalém, e grande número dos sacerdotes obedeciam à fé. A palavra de Deus crescia e, em Jerusalém, o número dos discípulos aumentava. Também um grande grupo de sacerdotes obedecia à fé.
8 E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia grandes maravilhas e milagres entre o povo. Estêvão, cheio de graça e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.
9 Então, levantaram-se alguns da sinagoga, que é chamada A Sinagoga dos Libertos, e dos cireneus, e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da Ásia, e disputavam com Estêvão. Então alguns dos que eram da sinagoga chamada dos Libertos, dos cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e da província da Ásia se levantaram e discutiam com Estêvão.
10 E eles não eram capazes de resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele falava. Mas eles não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava.
11 Então, eles subornaram homens, que disseram: Ouvimos-lhe proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus. Então subornaram alguns homens para que dissessem: — Ouvimos este homem proferir blasfêmias contra Moisés e contra Deus.
12 E eles incitaram ao povo, e os anciãos e os escribas; e vindo sobre ele, agarraram-no e o levaram ao concílio. Atiçaram o povo, os anciãos e os escribas e, investindo contra Estêvão, o agarraram e levaram ao Sinédrio.
13 E apresentaram falsas testemunhas, que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasfemas contra este santo lugar e a lei. Apresentaram testemunhas falsas, que disseram: — Este homem não para de falar contra o lugar santo e contra a lei.
14 Porque nós lhe ouvimos dizer que esse Jesus de Nazaré destruirá este lugar, e mudará os costumes que Moisés nos deu. Nós o ouvimos dizer que esse Jesus, o Nazareno, destruirá este lugar e mudará os costumes que Moisés nos deu.
15 E todos os que estavam assentados no concílio, fixando os olhos nele, viram a sua face como a face de um anjo. Todos os que estavam sentados no Sinédrio, fitando os olhos em Estêvão, viram o seu rosto como se fosse rosto de anjo.