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1
O SEU fundamento está nos montes santos.
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2
O SENHOR ama as portas de Sião, mais do que todas as habitações de Jacó.
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3
Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus. (Selá.)
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4
Farei menção de Raabe e de Babilônia àqueles que me conhecem; eis que da Filístia, e de Tiro, e da Etiópia, se dirá: Este homem nasceu ali.
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5
E de Sião se dirá: Este e aquele homem nasceram ali; e o mesmo Altíssimo a estabelecerá.
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6
O SENHOR contará na descrição dos povos que este homem nasceu ali. (Selá.)
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7
Assim os cantores como os tocadores de instrumentos estarão lá; todas as minhas fontes estão em ti.
Recurso de Estudo
Versículos 1-3: A glória da Igreja; 4-7: A igreja está repleta da bênção divina.
Vv. 1-3. O próprio Senhor Jesus Cristo é o fundamento da Igreja, colocado por Deus. A santidade é o poder e a firmeza da Igreja. Jamais nos envergonhemos da Igreja em seu estado mais desprezível, nem dos que fazem parte dela, posto que coisas grandiosas são ditas a seu respeito. Ninguém pode colocar outro fundamento além do que já está posto, que é Jesus Cristo. As coisas gloriosas que são ditas pelo Espírito santo sobre Sião tipificam a Cristo, bem como a sua obra e ofícios; tipificam a Igreja, os seus privilégios e membros; tipificam ainda o céu, a sua glória e a sua perfeita alegria.
Vv. 4-7. A Igreja é mais gloriosa e excelente do que as nações da terra. Nos registros do céu, está inscrito até mesmo o menor dos que são nascidos de novo. Quando Deus retribuir a todos os homens, conforme as obras que praticaram, observará quem desfrutou dos privilégios de seu santuário. Àqueles a quem muito é dado, muito será exigido. Prestem bastante atenção a isto, os que habitam em Sião, e vivam conforme a sua profissão de fé. Os cânticos de Sião serão entoados com gozo e triunfo. Os mananciais de gozo de uma pessoa carnal estão na riqueza e no prazer; porém, os de uma alma que está na graça encontram-se na Palavra de Deus e na oração. Toda a graça e consolo para as almas de todos os crentes são provenientes de Cristo, através de seus mandamentos.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público