1 Reis 10

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# ALM1911 NAA
1 E ouvindo a rainha de Saba a fama de Salomão, ácerca do nome do Senhor, veiu proval-o por enigmas. Quando a rainha de Sabá ouviu falar da fama de Salomão, com respeito ao nome do SENHOR, veio prová-lo com perguntas difíceis.
2 E veiu a Jerusalem com um mui grande exercito; com camelos carregados de especiarias, e muitissimo oiro, e pedras preciosas: e veiu a Salom o, e disse-lhe tudo quanto tinha no seu coração. Chegou a Jerusalém com uma enorme comitiva, com camelos carregados de especiarias, grande quantidade de ouro e pedras preciosas. Ela se apresentou diante de Salomão e lhe expôs tudo o que trazia em sua mente.
3 E Salomão lhe declarou todas as suas palavras: nenhuma coisa se escondeu ao rei, que não lhe declarasse. Salomão respondeu todas as perguntas que ela fez, e não houve nada profundo demais que o rei não pudesse explicar.
4 Vendo pois a rainha de Saba toda a sabedoria de Salomão, e a casa que edificara, Quando a rainha de Sabá viu toda a sabedoria de Salomão, o palácio que ele havia construído,
5 E a comida da sua mesa, e o assentar de seus servos, e o estar de seus creados, e os vestidos d'elles, e os seus copeiros, e a sua subida, pela qual subia á casa do Senhor, não houve mais espirito n'ella. a comida que era servida na mesa dele, o lugar dos seus oficiais, o serviço dos seus criados e os trajes deles, seus copeiros, e o holocausto que oferecia na Casa do SENHOR, ficou como fora de si
6 E disse ao rei: Foi verdade a palavra que ouvi na minha terra, das tuas coisas e da tua sabedoria. e disse ao rei: — É verdade o que ouvi na minha terra a respeito de você e a respeito da sua sabedoria.
7 E eu não cria n'aquellas palavras, até que vim, e os meus olhos o viram; eis que me não disseram metade; sobre-*pujaste em sabedoria e bens a fama que ouvi. Eu, porém, não acreditava naquelas palavras, até que vim e vi com os meus próprios olhos. Eis que não me contaram nem a metade: você supera em sabedoria e prosperidade a fama que ouvi.
8 Bemaventurados os teus homens, bemaventurados estes teus servos, que estão sempre diante de ti, que ouvem a tua sabedoria! Felizes os homens à sua volta, felizes estes seus servos que estão sempre diante de você e que ouvem a sua sabedoria!
9 Bemdito seja o Senhor teu Deus, que teve agrado em ti, para te pôr no throno de Israel: porque o Senhor ama a Israel para sempre, por isso te estabeleceu rei, para fazeres juizo e justiça. Bendito seja o SENHOR, seu Deus, que se agradou de você e o colocou no trono de Israel. O SENHOR ama Israel para sempre e, por isso, ele o constituiu rei, para que você execute o juízo e a justiça.
10 E deu ao rei cento e vinte talentos de oiro, e muitissimas especiarias, e pedras preciosas: nunca veiu especiaria em tanta abundancia, como a que a rainha de Saba deu ao rei Salomão. Ela entregou ao rei quatro toneladas de ouro, grande quantidade de especiarias e pedras preciosas. Nunca mais veio especiaria em tanta abundância, como a que a rainha de Sabá ofereceu ao rei Salomão.
11 Tambem as náos d'Hirão, que de Ophir levavam oiro, traziam de Ophir muitissima madeira de Almug, e pedras preciosas. Também os navios de Hirão, que transportavam ouro de Ofir, traziam de lá grande quantidade de madeira de sândalo e pedras preciosas.
12 E d'esta madeira d'Almug fez o rei balaustres para a casa do Senhor, e para a casa do rei, como tambem harpas e alaúdes para os cantores: nunca veiu tal madeira de Almug, nem se viu até o dia d'hoje. Desta madeira de sândalo o rei mandou fazer corrimões para a Casa do SENHOR e para o palácio real, bem como harpas e liras para os cantores. Tal madeira nunca se havia trazido para ali, nem se viu mais semelhante madeira até o dia de hoje.
13 E o rei Salomão deu á rainha de Saba tudo quanto lhe pediu o seu desejo, de mais do que lhe deu, segundo a largueza do rei Salomão: então voltou e partiu para a sua terra, ella e os seus servos. O rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo o que ela quis e pediu, além de tudo o que lhe deu por sua generosidade real. Então ela voltou e foi para a sua terra, ela e os seus servos.
14 E era o peso do oiro que se trazia a Salomão cada anno seiscentos e sessenta e seis talentos de oiro; O peso do ouro que se trazia a Salomão a cada ano era de cerca de vinte e três toneladas,
15 Além do dos negociantes, e do contracto dos especieiros, e de todos os reis da Arabia, e dos governadores da mesma terra. além do que entrava dos vendedores e dos negociantes, de todos os reis da Arábia e dos governadores da terra.
16 Tambem o rei Salomão fez duzentos pavezes de oiro batido; seiscentos siclos de oiro mandou pesar para cada pavez; O rei Salomão fez duzentos grandes escudos de ouro batido, empregando sete quilos e duzentos gramas de ouro em cada escudo.
17 Assim mesmo trezentos escudos de oiro batido; tres arrateis de oiro mandou pesar para cada escudo; e o rei os poz na casa do bosque do Libano. Fez também trezentos escudos menores de ouro batido, empregando um quilo e oitocentos gramas de ouro em cada escudo. E o rei os pôs na Casa do Bosque do Líbano.
18 Fez mais o rei um grande throno de marfim, e o cobriu de oiro purissimo. O rei fez também um grande trono de marfim e o cobriu de ouro puríssimo.
19 Tinha este throno seis degraus, e era a cabeça do throno por detraz redonda, e de ambas as bandas tinha encostos até ao assento: e dois leões estavam junto aos encostos. O trono tinha seis degraus, e o encosto do trono, ao alto, era redondo. De ambos os lados do assento havia um braço, e a figura de um leão junto a cada um dos braços.
20 Tambem doze leões estavam ali sobre os seis degraus de ambas as bandas: nunca se tinha feito obra similhante em nenhum dos reinos. Doze leões estavam ali sobre os seis degraus, um em cada extremo destes. Nunca se havia feito obra semelhante em nenhum outro reino.
21 Tambem todos os vasos de beber do rei Salomão eram de oiro, e todos os vasos da casa do bosque do Libano eram de oiro puro: não havia n'elles prata; porque nos dias de Salomão não tinha estimação alguma. Todas as taças que o rei Salomão usava para beber eram de ouro, e também de ouro puro eram todos os objetos da Casa do Bosque do Líbano. Não havia nada de prata, porque nos dias de Salomão não se dava nenhum valor a ela.
22 Porque o rei tinha no mar as náos de Tarsis, com as náos de Hirão: uma vez em tres annos tornavam as náos de Tarsis, e traziam oiro e prata, marfim, e bugios, e pavões. Porque o rei tinha no mar uma frota de Társis, junto com os navios de Hirão. De três em três anos, a frota voltava de Társis, trazendo ouro, prata, marfim, bugios e pavões.
23 Assim o rei Salomão excedeu a todos os reis da terra: tanto em riquezas como em sabedoria. Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria.
24 E toda a terra buscava a face de Salomão, para ouvir a sua sabedoria, que Deus tinha posto no seu coração. Todo o mundo queria ver Salomão para ouvir a sabedoria que Deus tinha posto no coração dele.
25 E traziam cada um por seu presente vasos de prata e vasos de oiro, e vestidos, e armaduras, e especiarias, cavallos e mulas: cada coisa de anno em anno. Cada um trazia o seu presente: objetos de prata e de ouro, roupas, armaduras, especiarias, cavalos e mulas. E foi assim ano após ano.
26 Tambem ajuntou Salomão carros e cavalleiros, de sorte que tinha mil e quatrocentos carros e doze mil cavalleiros: e os levou ás cidades dos carros, e junto ao rei em Jerusalem. Salomão ajuntou carros de guerra e cavaleiros. Tinha mil e quatrocentos carros de guerra e doze mil cavaleiros, que espalhou pelas cidades onde mantinha os carros, deixando uma parte junto ao rei, em Jerusalém.
27 E fez o rei que em Jerusalem houvesse prata como pedras: e cedros em abundancia como figueiras bravas que estão nas planicies. O rei fez com que, em Jerusalém, a prata fosse tão comum como as pedras e os cedros fossem tão numerosos como os sicômoros que estão na Sefelá.
28 E tiravam cavallos do Egypto para Salomão: e ás manadas as recebiam os mercadores do rei, cada manada por um certo preço. Os cavalos de Salomão vinham do Egito e da Cilícia, e comerciantes do rei os importavam da Cilícia por certo preço.
29 E subia e sahia o carro do Egypto por seiscentos siclos de prata, e o cavallo por cento e cincoenta: e assim, por meio d'elles, os tiravam para todos os reis dos hetheos e para os reis da Syria. Importava-se do Egito um carro de guerra por seiscentas moedas de prata e um cavalo por cento e cinquenta. Nas mesmas condições, as caravanas os traziam e os exportavam para todos os reis dos heteus e para os reis da Síria.