Harmonia dos Evangelhos

A vida de Jesus nos quatro evangelhos

171 acontecimentos em ordem cronológica, com os relatos de Mateus, Marcos, Lucas e João lado a lado. Toque em um acontecimento para comparar os textos.

Prólogo e origens 3

Por que os evangelhos foram escritos, quem é Jesus desde a eternidade e de onde vem a sua linhagem.

Nascimento e infância 11

Os anúncios, o nascimento em Belém e os primeiros anos de Jesus.

Acontecimento Mateus Marcos Lucas João
O anúncio a Zacarias No templo, o anjo Gabriel anuncia ao sacerdote Zacarias o nascimento de João. 1.5-25 O anúncio a Maria Gabriel anuncia a Maria, em Nazaré, que ela conceberá pelo Espírito Santo o Filho do Altíssimo. 1.26-38 Maria visita Isabel Isabel reconhece a mãe do seu Senhor, e Maria louva a Deus com o seu cântico. 1.39-56 O nascimento de João Batista João nasce, Zacarias volta a falar e profetiza sobre a missão do menino. 1.57-80 O anúncio a José Em sonho, um anjo orienta José a receber Maria, pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo. 1.18-25 O nascimento de Jesus Jesus nasce em Belém e é deitado numa manjedoura; anjos anunciam o Salvador aos pastores. 2.1-20 Circuncisão e apresentação no templo Jesus é circuncidado e apresentado no templo, onde Simeão e Ana reconhecem nele a salvação de Deus. 2.21-38 A visita dos magos Magos do Oriente seguem a estrela até Belém e adoram o menino com ouro, incenso e mirra. 2.1-12 A fuga para o Egito Avisado em sonho, José foge com a família para o Egito, e Herodes manda matar os meninos de Belém. 2.13-18 A volta para Nazaré Depois da morte de Herodes, a família se estabelece em Nazaré, e o menino cresce em graça. 2.19-23 2.39-40 Jesus no templo aos doze anos Na Páscoa em Jerusalém, Jesus fica no templo entre os mestres, ocupado com as coisas do Pai. 2.41-52

Preparação do ministério 5

A pregação de João Batista, o batismo e a tentação de Jesus no deserto.

Início do ministério 8

Os primeiros sinais em Caná, a passagem pela Judeia e o encontro em Samaria.

Ministério na Galileia 52

Ensinos, curas e sinais em torno do mar da Galileia, a formação dos Doze e a confissão de Pedro.

Acontecimento Mateus Marcos Lucas João
Rejeitado na sinagoga de Nazaré Jesus lê Isaías na sinagoga, anuncia o cumprimento da Escritura e é expulso pelos conterrâneos. 4.16-30 O chamado dos pescadores Junto ao mar, Jesus chama Pedro, André, Tiago e João para serem pescadores de homens. 4.18-22 1.16-20 5.1-11 O endemoninhado na sinagoga de Cafarnaum Jesus ensina com autoridade e liberta um homem possuído por um espírito imundo. 1.21-28 4.31-37 A cura da sogra de Pedro Jesus cura a sogra de Pedro e, ao pôr do sol, muitos enfermos e oprimidos são trazidos a ele. 8.14-17 1.29-34 4.38-41 Pregação por toda a Galileia Depois de orar de madrugada, Jesus sai a pregar nas sinagogas de outras cidades. 4.23-25 1.35-39 4.42-44 A cura de um leproso Um leproso pede: se quiser, pode me purificar. Jesus o toca e ele fica limpo. 8.1-4 1.40-45 5.12-16 O paralítico descido pelo telhado Amigos descem um paralítico pelo telhado; Jesus perdoa os seus pecados e o faz andar. 9.1-8 2.1-12 5.17-26 O chamado de Mateus (Levi) Jesus chama o cobrador de impostos e come com pecadores, pois veio chamar os pecadores. 9.9-13 2.13-17 5.27-32 A pergunta sobre o jejum Jesus fala do noivo presente e ensina que vinho novo se põe em odres novos. 9.14-17 2.18-22 5.33-39 O paralítico de Betesda e a autoridade do Filho Jesus cura num sábado um homem enfermo havia trinta e oito anos e afirma que faz as obras do Pai. 5.1-47 As espigas colhidas no sábado Criticado porque os discípulos colhem espigas no sábado, Jesus se declara Senhor do sábado. 12.1-8 2.23-28 6.1-5 O homem da mão ressequida Numa sinagoga, em dia de sábado, Jesus cura um homem e os fariseus planejam matá-lo. 12.9-14 3.1-6 6.6-11 As multidões e a escolha dos Doze Multidões procuram Jesus junto ao mar; depois de orar no monte, ele escolhe doze apóstolos. 12.15-21 3.7-19 6.12-16 As bem-aventuranças Jesus começa o seu grande sermão declarando felizes os pobres de espírito, os mansos e os perseguidos. 5.1-12 6.17-26 Sal, luz e o cumprimento da Lei Os discípulos são sal e luz; Jesus cumpre a Lei, leva-a ao coração e manda amar até os inimigos. 5.13-48 6.27-36 Devoção em secreto e confiança no Pai Esmola, oração e jejum sem plateia, o Pai Nosso, tesouros no céu e a busca do Reino sem ansiedade. 6.1-34 Não julguem e a casa sobre a rocha A trave no próprio olho, a regra de ouro, a árvore e seus frutos e o sábio que constrói sobre a rocha. 7.1-29 6.37-49 O servo do centurião Um centurião confia que basta uma palavra de Jesus, e o seu servo é curado à distância. 8.5-13 7.1-10 O filho da viúva de Naim Comovido, Jesus para um cortejo fúnebre e devolve com vida o filho único de uma viúva. 7.11-17 A pergunta de João Batista Da prisão, João pergunta se Jesus é quem havia de vir; Jesus responde com as suas obras e elogia João. 11.2-19 7.18-35 Ais sobre as cidades e o convite ao descanso Jesus lamenta as cidades que não se arrependeram e convida os cansados a encontrar descanso nele. 11.20-30 A mulher pecadora que ungiu Jesus Na casa de Simão, uma mulher unge os pés de Jesus e é perdoada; depois, várias mulheres passam a servir o grupo. 7.36–8.3 A acusação de Belzebu e o sinal de Jonas Acusado de agir pelo príncipe dos demônios, Jesus fala do reino dividido e diz que só será dado o sinal de Jonas. 12.22-45 3.20-30 A verdadeira família de Jesus Quem faz a vontade de Deus é irmão, irmã e mãe de Jesus. 12.46-50 3.31-35 8.19-21 A parábola do semeador A semente é a Palavra, que frutifica conforme o solo; e a luz não se acende para ficar debaixo da vasilha. 13.1-23 4.1-25 8.4-18 O joio e o trigo O inimigo semeia joio no meio do trigo; a separação acontecerá na colheita, no fim dos tempos. 13.24-30, 36-43 A semente que cresce e o grão de mostarda O Reino cresce de forma misteriosa e começa pequeno, como a semente, o grão de mostarda e o fermento. 13.31-35 4.26-34 O tesouro, a pérola e a rede O Reino vale mais que tudo o que se tem, e no fim os maus serão separados dos justos. 13.44-52 O preço de seguir Jesus A quem se oferece para segui-lo, Jesus lembra que o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça. 8.18-22 9.57-62 A tempestade acalmada No barco, Jesus repreende o vento e o mar, e os discípulos perguntam quem é este. 8.23-27 4.35-41 8.22-25 O endemoninhado geraseno Do outro lado do mar, Jesus liberta um homem de uma legião de demônios, que entram nos porcos. 8.28-34 5.1-20 8.26-39 A filha de Jairo e a mulher que tocou em Jesus A caminho da casa de Jairo, uma mulher é curada ao tocar a veste de Jesus, que depois ressuscita a menina. 9.18-26 5.21-43 8.40-56 Dois cegos e um mudo Jesus abre os olhos de dois cegos que creem nele e faz falar um homem mudo. 9.27-34 Novamente rejeitado em Nazaré Os conterrâneos se escandalizam com o filho do carpinteiro, e Jesus se admira da incredulidade deles. 13.53-58 6.1-6 A missão dos Doze Movido de compaixão, Jesus envia os Doze a pregar e curar, preparando-os para a oposição. 9.35–11.1 6.7-13 9.1-6 A morte de João Batista Herodes, que mandara degolar João numa festa, fica perturbado ao ouvir falar de Jesus. 14.1-12 6.14-29 9.7-9 A multiplicação para cinco mil Com cinco pães e dois peixes, Jesus alimenta uma multidão, e ainda sobram doze cestos. 14.13-21 6.30-44 9.10-17 6.1-15 Jesus anda sobre o mar De madrugada, Jesus vai aos discípulos andando sobre as águas; depois, em Genesaré, os doentes são curados. 14.22-36 6.45-56 6.16-21 O pão da vida Jesus se apresenta como o pão que desceu do céu; muitos se afastam, mas Pedro declara: para quem iremos? 6.22-71 A tradição dos anciãos Jesus ensina que o que contamina não é o que entra pela boca, mas o que sai do coração. 15.1-20 7.1-23 A fé da mulher cananeia Na região de Tiro e Sidom, uma mãe estrangeira insiste com humildade, e a filha é liberta. 15.21-28 7.24-30 O surdo e gago e muitas curas Em Decápolis, Jesus diz Efatá a um surdo e gago e cura multidões junto ao mar. 15.29-31 7.31-37 A multiplicação para quatro mil Depois de três dias com Jesus, a multidão é alimentada com sete pães e alguns peixinhos. 15.32-39 8.1-10 O fermento dos fariseus e o cego de Betsaida Jesus recusa sinal aos fariseus, alerta contra o fermento deles e, em Betsaida, cura um cego em duas etapas. 16.1-12 8.11-26 A confissão de Pedro Em Cesareia de Filipe, Pedro declara: tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. 16.13-20 8.27-30 9.18-21 Primeiro anúncio da morte e ressurreição Jesus anuncia que vai sofrer, morrer e ressuscitar, e chama os discípulos a tomar a sua cruz. 16.21-28 8.31–9.1 9.22-27 A transfiguração No monte, Jesus é transfigurado diante de Pedro, Tiago e João, e aparecem Moisés e Elias. 17.1-13 9.2-13 9.28-36 O menino endemoninhado Ao descer do monte, Jesus liberta um menino que os discípulos não conseguiram libertar e fala da fé. 17.14-21 9.14-29 9.37-43 Segundo anúncio da morte e ressurreição Jesus volta a dizer que será entregue, e os discípulos não entendem e ficam tristes. 17.22-23 9.30-32 9.44-45 O imposto do templo Pedro encontra na boca de um peixe a moeda para pagar o imposto por Jesus e por ele. 17.24-27 Quem é o maior Jesus põe uma criança no meio dos discípulos, ensina a acolher e alerta contra fazer tropeçar os pequeninos. 18.1-14 9.33-50 9.46-50 A correção do irmão e o servo que não perdoou Como tratar o irmão que peca e o perdão sem limite, na parábola do servo perdoado que não perdoou. 18.15-35

Últimos meses 36

A caminho de Jerusalém: ensinos na Judeia e na Pereia, as grandes parábolas e a ressurreição de Lázaro.

Acontecimento Mateus Marcos Lucas João
Rumo a Jerusalém Jesus decide ir a Jerusalém e repreende Tiago e João, que queriam castigar uma aldeia samaritana. 9.51-56 Jesus na Festa dos Tabernáculos Jesus sobe à festa em segredo, ensina no templo e convida os sedentos a beber, enquanto o povo se divide. 7.1-52 A mulher surpreendida em adultério Quem não tiver pecado atire a primeira pedra; Jesus não condena a mulher e a manda não pecar mais. 7.53–8.11 A luz do mundo Jesus se declara a luz do mundo e afirma: antes que Abraão existisse, eu sou. 8.12-59 A missão dos setenta Jesus envia setenta discípulos de dois em dois e se alegra no Espírito quando voltam. 10.1-24 O bom samaritano A um intérprete da Lei que pergunta quem é o seu próximo, Jesus conta a parábola do samaritano. 10.25-37 Marta e Maria Enquanto Marta se ocupa com muitas coisas, Maria escolhe ouvir Jesus, a boa parte. 10.38-42 Senhor, ensina-nos a orar Jesus ensina a oração do Senhor, conta a parábola do amigo importuno e promete o Espírito a quem pede. 11.1-13 O dedo de Deus e o sinal de Jonas Acusado de agir por Belzebu, Jesus mostra que o Reino chegou e chama a ouvir e guardar a Palavra. 11.14-36 Ais contra fariseus e intérpretes da Lei À mesa de um fariseu, Jesus denuncia a religião que limpa o exterior e esquece a justiça e o amor. 11.37-54 Não temam os homens e o rico insensato Jesus alerta contra a hipocrisia e a ganância: a vida não consiste na abundância de bens. 12.1-21 Não andem ansiosos e sejam vigilantes O Pai sabe do que vocês precisam; busquem o seu Reino e estejam prontos para a volta do Senhor. 12.22-59 A figueira sem frutos e a mulher encurvada Jesus chama ao arrependimento e, num sábado, liberta uma mulher encurvada havia dezoito anos. 13.1-21 O cego de nascença Jesus dá vista a um homem cego desde o nascimento, que é expulso pelos fariseus e adora a Jesus. 9.1-41 O bom pastor Jesus é a porta das ovelhas e o bom pastor que dá a vida por elas. 10.1-21 Na Festa da Dedicação Jesus afirma: eu e o Pai somos um. Ameaçado, retira-se para além do Jordão. 10.22-42 A porta estreita e o lamento por Jerusalém Esforcem-se por entrar pela porta estreita; Jesus chora por Jerusalém, que mata os profetas. 13.22-35 O grande banquete e o custo do discipulado À mesa de um fariseu, Jesus ensina a humildade, fala dos convidados que recusaram e do preço de segui-lo. 14.1-35 A ovelha e a moeda perdidas Há alegria no céu por um pecador que se arrepende. 15.1-10 O filho pródigo O pai corre ao encontro do filho que volta arrependido, enquanto o irmão mais velho se recusa a entrar. 15.11-32 O administrador infiel Jesus ensina a usar os bens com sabedoria: ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro. 16.1-13 O rico e Lázaro Depois da morte, as posições se invertem; quem não ouve Moisés e os Profetas não se convence. 16.14-31 Perdão, fé e serviço Perdoar sempre, a fé como um grão de mostarda e a atitude de servos que só cumprem o seu dever. 17.1-10 A ressurreição de Lázaro Jesus diz a Marta que é a ressurreição e a vida e chama Lázaro do túmulo; o conselho decide matá-lo. 11.1-54 Os dez leprosos Dez leprosos são curados, mas só um, um samaritano, volta para agradecer. 17.11-19 A vinda do Reino e do Filho do Homem O Reino está entre vocês; a vinda do Filho do Homem será repentina, como nos dias de Noé. 17.20-37 A viúva insistente e o fariseu e o publicano Orar sempre sem desanimar e com humildade: o publicano que pede misericórdia volta justificado. 18.1-14 A pergunta sobre o divórcio Jesus responde aos fariseus voltando ao princípio: o que Deus uniu, ninguém separe. 19.1-12 10.1-12 Jesus abençoa as crianças Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o Reino de Deus. 19.13-15 10.13-16 18.15-17 O jovem rico Um homem rico se afasta triste diante do chamado a deixar tudo e seguir Jesus. 19.16-30 10.17-31 18.18-30 Os trabalhadores da vinha O dono da vinha paga o mesmo aos que chegaram por último: os últimos serão os primeiros. 20.1-16 Terceiro anúncio da morte e ressurreição Subindo para Jerusalém, Jesus descreve em detalhes o que lhe acontecerá. 20.17-19 10.32-34 18.31-34 O pedido de Tiago e João O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. 20.20-28 10.35-45 Bartimeu e os cegos de Jericó Cegos clamam ao Filho de Davi à beira do caminho, recebem a vista e seguem Jesus. 20.29-34 10.46-52 18.35-43 Zaqueu Jesus se hospeda na casa do chefe dos publicanos, que se converte: hoje houve salvação nesta casa. 19.1-10 A parábola das dez minas Antes de entrar em Jerusalém, Jesus fala dos servos que devem negociar até a volta do seu senhor. 19.11-27

A última semana 22

A entrada em Jerusalém, os debates no templo e os ensinos sobre o fim dos tempos.

Acontecimento Mateus Marcos Lucas João
A unção em Betânia Maria unge Jesus com um perfume caro, e ele diz que ela o preparou para o sepultamento. 26.6-13 14.3-9 11.55–12.11 A entrada triunfal em Jerusalém Montado num jumentinho, Jesus é aclamado com ramos e chora sobre a cidade. 21.1-11 11.1-11 19.28-44 12.12-19 A figueira sem fruto Com fome, Jesus procura fruto numa figueira cheia de folhas e a amaldiçoa. 21.18-19 11.12-14 A purificação do templo Jesus expulsa os que vendiam no templo: a minha casa será chamada casa de oração. 21.12-17 11.15-19 19.45-48 A figueira seca e a lição da fé Diante da figueira seca, Jesus ensina sobre a fé, a oração e o perdão. 21.20-22 11.20-26 Os gregos procuram Jesus Chegou a hora: se o grão de trigo não morrer, fica só. Apesar dos sinais, muitos ainda não creem. 12.20-50 Com que autoridade? Os líderes questionam a autoridade de Jesus, que responde perguntando sobre o batismo de João. 21.23-27 11.27-33 20.1-8 Os dois filhos Um filho diz não e depois obedece; o outro diz sim e não vai: publicanos entram antes no Reino. 21.28-32 Os lavradores maus Os arrendatários matam o filho do dono da vinha; a pedra rejeitada se torna a principal. 21.33-46 12.1-12 20.9-19 A festa de casamento O rei convida para as bodas do filho; muitos são chamados, mas poucos escolhidos. 22.1-14 O tributo a César Deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. 22.15-22 12.13-17 20.20-26 A pergunta dos saduceus sobre a ressurreição Deus não é Deus de mortos, mas de vivos: Jesus responde aos que negavam a ressurreição. 22.23-33 12.18-27 20.27-40 O grande mandamento Amar a Deus de todo o coração e ao próximo como a si mesmo. 22.34-40 12.28-34 De quem o Cristo é filho? Jesus pergunta como o Cristo pode ser filho de Davi, se Davi o chama de Senhor. 22.41-46 12.35-37 20.41-44 Ais contra escribas e fariseus Jesus denuncia a hipocrisia religiosa e lamenta sobre Jerusalém. 23.1-39 12.38-40 20.45-47 A oferta da viúva pobre Jesus observa as ofertas no templo: a viúva que deu duas moedas deu mais do que todos. 12.41-44 21.1-4 O sermão profético: os sinais do fim No monte das Oliveiras, Jesus anuncia a destruição do templo, as tribulações e a vinda do Filho do Homem. 24.1-35 13.1-31 21.5-33 Vigiem, pois ninguém sabe o dia Ninguém sabe o dia nem a hora; por isso é preciso vigiar e ser servo fiel. 24.36-51 13.32-37 21.34-38 As dez virgens Cinco virgens prudentes estão prontas quando chega o noivo; as outras cinco ficam de fora. 25.1-13 A parábola dos talentos Os servos que multiplicam o que receberam entram na alegria do seu senhor. 25.14-30 O juízo das nações O Filho do Homem separa ovelhas e cabritos: o que fizeram a um destes pequeninos, a mim o fizeram. 25.31-46 A trama dos líderes e o acordo de Judas Os líderes procuram um modo de prender Jesus, e Judas combina entregá-lo por dinheiro. 26.1-5, 14-16 14.1-2, 10-11 22.1-6

A última ceia e o Getsêmani 10

A Páscoa com os discípulos, o lava-pés, as últimas palavras e a oração no jardim.

Acontecimento Mateus Marcos Lucas João
A preparação da Páscoa Os discípulos encontram o cenáculo como Jesus havia dito e preparam a Páscoa. 26.17-19 14.12-16 22.7-13 Jesus lava os pés dos discípulos Jesus se levanta da ceia, lava os pés dos discípulos e deixa exemplo de serviço. 13.1-20 A discussão sobre quem é o maior À mesa, os discípulos discutem grandeza, e Jesus diz que está no meio deles como quem serve. 22.24-30 O anúncio da traição Jesus revela que um dos Doze vai traí-lo; Judas sai para a noite. 26.20-25 14.17-21 22.21-23 13.21-30 A instituição da Ceia do Senhor Jesus parte o pão e dá o cálice: este é o meu corpo, este é o sangue da nova aliança. 26.26-29 14.22-25 22.14-20 Novo mandamento e a negação predita Jesus dá o mandamento de amar uns aos outros e avisa que Pedro o negará três vezes. 26.30-35 14.26-31 22.31-38 13.31-38 O caminho, a verdade e a vida Jesus consola os discípulos: vai preparar lugar, é o caminho para o Pai e enviará o Consolador. 14.1-31 A videira verdadeira e a obra do Espírito Permaneçam em mim e darão fruto; no mundo haverá aflição, mas o Espírito os guiará e a tristeza virará alegria. 15.1–16.33 A oração sacerdotal Jesus ora pela sua glorificação, pelos discípulos e por todos os que crerão, para que sejam um. 17.1-26 A oração no Getsêmani Angustiado, Jesus ora: não seja o que eu quero, e sim o que tu queres. Os discípulos adormecem. 26.36-46 14.32-42 22.39-46 18.1

Prisão, julgamento e crucificação 14

A prisão no jardim, os julgamentos diante das autoridades, a cruz e o sepultamento.

Acontecimento Mateus Marcos Lucas João
A prisão de Jesus Judas chega com a escolta e entrega Jesus com um beijo; os discípulos fogem. 26.47-56 14.43-52 22.47-53 18.2-12 Diante de Anás Jesus é levado primeiro a Anás, sogro de Caifás, que o interroga e o envia amarrado. 18.13-14, 19-24 Diante de Caifás e do Sinédrio Falsas testemunhas depõem; Jesus afirma ser o Cristo, é acusado de blasfêmia e maltratado. 26.57-68 14.53-65 22.63-65 As negações de Pedro No pátio do sumo sacerdote, Pedro nega três vezes conhecer Jesus, e o galo canta. 26.69-75 14.66-72 22.54-62 18.15-18, 25-27 O Sinédrio ao amanhecer De manhã, o conselho confirma a condenação e leva Jesus a Pilatos. 27.1-2 15.1 22.66-71 O fim de Judas Arrependido, Judas devolve as moedas e se enforca; com o dinheiro compram o campo do oleiro. 27.3-10 Diante de Pilatos Pilatos interroga Jesus sobre ser rei, e Jesus diz que o seu Reino não é deste mundo. 27.11-14 15.2-5 23.1-7 18.28-38 Diante de Herodes Herodes espera ver um milagre, mas Jesus se cala; é zombado e devolvido a Pilatos. 23.8-12 Barrabás e a condenação A multidão pede Barrabás, e Pilatos, mesmo sem achar culpa, entrega Jesus para ser crucificado. 27.15-26 15.6-15 23.13-25 18.39–19.16 A zombaria dos soldados Os soldados vestem Jesus de púrpura, põem nele uma coroa de espinhos e o saúdam com escárnio. 27.27-31 15.16-20 A caminho do Calvário Simão de Cirene carrega a cruz, e Jesus fala às mulheres que choram por ele. 27.32 15.21 23.26-32 19.17 A crucificação Jesus é crucificado entre dois malfeitores, perdoa os que o crucificam e promete o paraíso a um deles. 27.33-44 15.22-32 23.33-43 19.18-27 A morte de Jesus Trevas cobrem a terra; Jesus clama, entrega o espírito, e o véu do santuário se rasga. 27.45-56 15.33-41 23.44-49 19.28-37 O sepultamento José de Arimateia põe o corpo de Jesus num túmulo novo, observado pelas mulheres; depois o túmulo é selado e vigiado. 27.57-66 15.42-47 23.50-56 19.38-42

Ressurreição e aparições 10

O túmulo vazio, as aparições do Ressuscitado, a grande comissão e a ascensão.