Lucas 18.1-14
18.1 Jesus lhes contou uma parábola para mostrar que deviam orar sempre e nunca desanimar:
18.2 — Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus, nem respeitava ninguém.
18.3 Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que sempre o procurava, dizendo: “Julgue a minha causa contra o meu adversário.”
18.4 Por algum tempo, ele não a quis atender, mas depois pensou assim: “É bem verdade que eu não temo a Deus, nem respeito ninguém.
18.5 Porém, como esta viúva fica me incomodando, vou julgar a sua causa, para não acontecer que, por fim, venha a molestar-me.”
18.6 Então o Senhor disse: — Ouçam bem o que diz este juiz iníquo.
18.7 Será que Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?
18.8 Digo a vocês que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando o Filho do Homem vier, será que ainda encontrará fé sobre a terra?
18.9 Jesus também contou esta parábola para alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros:
18.10 — Dois homens foram ao templo para orar: um era fariseu e o outro era publicano.
18.11 O fariseu ficou em pé e orava de si para si mesmo, desta forma: “Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano.
18.12 Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo o que ganho.”
18.13 O publicano, estando em pé, longe, nem mesmo ousava levantar os olhos para o céu, mas batia no peito, dizendo: “Ó Deus, tem pena de mim, que sou pecador!”
18.14 Digo a vocês que este desceu justificado para a sua casa, e não aquele. Porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.
Ler o capítulo