27.33 E, chegando a um lugar chamado Gólgota, que significa “Lugar da Caveira”,
27.34 deram vinho com fel para Jesus beber; mas ele, provando-o, não quis beber.
27.35 Depois de o crucificarem, repartiram entre si as roupas dele, tirando a sorte.
27.36 E, assentados ali, o guardavam.
27.37 Por cima da cabeça de Jesus puseram por escrito a acusação contra ele: “ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS”.
27.38 E dois ladrões foram crucificados com ele, um à sua direita e outro à sua esquerda.
27.39 Os que iam passando blasfemavam contra ele, balançando a cabeça e dizendo:
27.40 — Ei, você que destrói o santuário e em três dias o reedifica! Salve a si mesmo, se você é o Filho de Deus, e desça da cruz!
27.41 De igual modo, os principais sacerdotes com os escribas e anciãos, zombando, diziam:
27.42 — Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar. É rei de Israel! Que ele desça da cruz, e então creremos nele.
27.43 Confiou em Deus; pois que Deus venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque ele disse: “Sou Filho de Deus.”
27.44 Também os ladrões que haviam sido crucificados com ele o insultavam.
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15.22 E levaram Jesus para o Gólgota, que quer dizer “Lugar da Caveira”.
15.23 Quiseram dar-lhe para beber vinho misturado com mirra, mas Jesus não aceitou.
15.24 Então o crucificaram e repartiram entre si as roupas dele, tirando a sorte, para ver o que cada um levaria.
15.25 Eram nove horas da manhã quando o crucificaram.
15.26 E a inscrição com a acusação contra ele dizia: “O REI DOS JUDEUS”.
15.27 Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita e outro à sua esquerda.
15.28 [E cumpriu-se a Escritura que diz: “Com malfeitores foi contado.”]
15.29 Os que iam passando blasfemavam contra ele, balançando a cabeça e dizendo: — Ah! Você que destrói o santuário e em três dias o reedifica!
15.30 Salve a si mesmo, descendo da cruz!
15.31 De igual modo, os principais sacerdotes com os escribas, zombando, diziam entre si: — Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar.
15.32 Que o Cristo, o rei de Israel, desça agora da cruz para que vejamos e creiamos. Também os que com ele foram crucificados o insultavam.
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23.33 Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à sua direita, outro à sua esquerda.
23.34 Mas Jesus dizia: — Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, para repartir as roupas dele, lançaram sortes.
23.35 O povo estava ali e observava tudo. Também as autoridades zombavam e diziam: — Salvou os outros. Que salve a si mesmo, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido.
23.36 Igualmente os soldados zombavam dele e, aproximando-se, trouxeram-lhe vinagre, dizendo:
23.37 — Se você é o rei dos judeus, salve a si mesmo.
23.38 Acima de Jesus estava a seguinte inscrição: “ESTE É O REI DOS JUDEUS”.
23.39 Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra Jesus, dizendo: — Você não é o Cristo? Salve a si mesmo e a nós também.
23.40 Porém o outro malfeitor o repreendeu, dizendo: — Você nem ao menos teme a Deus, estando sob igual sentença?
23.41 A nossa punição é justa, porque estamos recebendo o castigo que os nossos atos merecem; mas este não fez mal nenhum.
23.42 E acrescentou: — Jesus, lembre-se de mim quando você vier no seu Reino.
23.43 Jesus lhe respondeu: — Em verdade lhe digo que hoje você estará comigo no paraíso.
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19.18 Ali o crucificaram e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio.
19.19 Pilatos escreveu também um título e o colocou no alto da cruz. E o que estava escrito era: “JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS”.
19.20 Muitos judeus leram este título, porque o lugar em que Jesus havia sido crucificado era perto da cidade; e estava escrito em hebraico, latim e grego.
19.21 Os principais sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: — Não escreva: “Rei dos judeus”, e sim: “Ele disse: Sou o rei dos judeus.”
19.22 Pilatos respondeu: — O que escrevi escrevi.
19.23 Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, pegaram as roupas dele e dividiram em quatro partes, uma parte para cada soldado; e pegaram também a túnica. A túnica, porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo.
19.24 Por isso, os soldados disseram uns aos outros: — Não a rasguemos, mas vamos tirar a sorte para ver quem ficará com ela. Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Repartiram entre si as minhas roupas e sobre a minha túnica lançaram sortes.” E foi isso que os soldados fizeram.
19.25 E junto à cruz estavam a mãe de Jesus, a irmã dela, Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena.
19.26 Vendo Jesus a sua mãe e junto dela o discípulo amado, disse: — Mulher, eis aí o seu filho.
19.27 Depois, disse ao discípulo: — Eis aí a sua mãe. Dessa hora em diante, o discípulo a tomou para casa.
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