13.31 Jesus lhes propôs outra parábola, dizendo: — O Reino dos Céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem pegou e plantou no seu campo.
13.32 Esse grão é, na verdade, a menor de todas as sementes, mas, quando cresce, é maior do que as hortaliças, e chega a ser uma árvore, de modo que as aves do céu vêm se aninhar nos seus ramos.
13.33 Jesus lhes contou ainda outra parábola: — O Reino dos Céus é semelhante ao fermento que uma mulher pegou e misturou em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.
13.34 Jesus disse todas estas coisas às multidões por parábolas e sem parábolas nada lhes dizia.
13.35 Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito por meio do profeta: “Abrirei a minha boca em parábolas; publicarei coisas ocultas desde a criação do mundo.”
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4.26 Jesus disse ainda: — O Reino de Deus é como um homem que lança a semente na terra.
4.27 Ele dorme e acorda, de noite e de dia, e a semente germina e cresce, sem que ele saiba como.
4.28 A terra por si mesma frutifica: primeiro aparece a planta, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga.
4.29 E, quando o fruto já está maduro, logo manda cortar com a foice, porque chegou a colheita.
4.30 Disse mais: — Com que poderemos comparar o Reino de Deus? Ou com que parábola o apresentaremos?
4.31 Ele é como um grão de mostarda, que, quando semeado, é a menor de todas as sementes sobre a terra;
4.32 mas, uma vez semeada, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças; cria ramos tão grandes, que as aves do céu podem se aninhar à sua sombra.
4.33 E com muitas parábolas semelhantes Jesus lhes expunha a palavra, conforme podiam compreendê-la.
4.34 E sem parábolas não lhes falava; tudo, porém, explicava em particular aos seus próprios discípulos.
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