14.13 Jesus, ouvindo isto, retirou-se dali num barco para um lugar deserto, à parte. Ao saberem disso, as multidões vieram das cidades seguindo-o por terra.
14.14 Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.
14.15 Ao cair da tarde, os discípulos se aproximaram de Jesus e disseram: — Este lugar é deserto, e já é tarde. Mande as multidões embora, para que, indo pelas aldeias, comprem para si o que comer.
14.16 Jesus, porém, lhes disse: — Não precisam ir embora; deem vocês mesmos de comer a eles.
14.17 Mas eles responderam: — Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.
14.18 Então Jesus disse: — Tragam esses pães e peixes aqui para mim.
14.19 E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a relva, pegando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos para o céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes deram às multidões.
14.20 Todos comeram e se fartaram, e ainda recolheram doze cestos cheios dos pedaços que sobraram.
14.21 E os que comeram eram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.
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6.30 Os apóstolos voltaram à presença de Jesus e lhe relataram tudo o que tinham feito e ensinado.
6.31 E ele lhes disse: — Venham repousar um pouco, à parte, num lugar deserto. Isto porque eles não tinham tempo nem para comer, visto serem muitos os que iam e vinham.
6.32 Então foram de barco para um lugar deserto, à parte.
6.33 Muitos, porém, os viram sair e, reconhecendo-os, correram para lá, a pé, de todas as cidades, e chegaram antes deles.
6.34 Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-se dela, porque eram como ovelhas que não têm pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.
6.35 Como já era bastante tarde, os discípulos se aproximaram de Jesus e disseram: — Este lugar é deserto, e já é bastante tarde.
6.36 Mande essas pessoas embora, para que, indo pelos campos ao redor e pelas aldeias, comprem para si o que comer.
6.37 Jesus, porém, lhes disse: — Deem vocês mesmos de comer a eles. Mas eles disseram: — Iremos comprar duzentos denários de pão para lhes dar de comer?
6.38 E Jesus lhes disse: — Quantos pães vocês têm? Tratem de descobrir! Eles foram se informar e responderam: — Cinco pães e dois peixes.
6.39 Então Jesus lhes ordenou que todos se assentassem, em grupos, sobre a relva verde.
6.40 E eles o fizeram, repartindo-se em grupos de cem e de cinquenta.
6.41 Jesus, pegando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos para o céu, os abençoou. Depois partiu os pães e os deu aos seus discípulos para que os distribuíssem. E também repartiu os dois peixes entre todos.
6.42 Todos comeram e se fartaram,
6.43 e ainda recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe.
6.44 Os que comeram os pães eram cinco mil homens.
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9.10 Ao regressarem, os apóstolos relataram a Jesus tudo o que tinham feito. Ele, levando-os consigo, retirou-se à parte para uma cidade chamada Betsaida.
9.11 Mas as multidões souberam disso e o seguiram. Acolhendo-as, Jesus lhes falava a respeito do Reino de Deus e socorria os que tinham necessidade de cura.
9.12 Mas o dia estava chegando ao fim. Então os doze se aproximaram de Jesus e disseram: — Despeça a multidão, para que, indo às aldeias e campos ao redor, se hospedem e encontrem alimento; pois estamos aqui em lugar deserto.
9.13 Jesus, porém, lhes disse: — Deem vocês mesmos de comer a eles. Os discípulos responderam: — Não temos mais que cinco pães e dois peixes, a não ser que nós mesmos vamos e compremos comida para todo este povo.
9.14 Porque estavam ali cerca de cinco mil homens. Então Jesus disse aos seus discípulos: — Façam com que se assentem em grupos de cinquenta.
9.15 Eles atenderam, fazendo com que todos se assentassem.
9.16 E Jesus, pegando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos para o céu, os abençoou, partiu e deu aos discípulos para que os distribuíssem entre o povo.
9.17 Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobraram foram recolhidos doze cestos.
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6.1 Depois dessas coisas, Jesus atravessou o mar da Galileia, que é o de Tiberíades.
6.2 Uma grande multidão o seguia, porque tinham visto os sinais que ele fazia na cura dos enfermos.
6.3 Então Jesus subiu ao monte e sentou-se ali com os seus discípulos.
6.4 Ora, a Páscoa, festa dos judeus, estava próxima.
6.5 Então Jesus, erguendo os olhos e vendo que uma grande multidão se aproximava, disse a Filipe: — Onde compraremos pão para lhes dar de comer?
6.6 Mas Jesus dizia isto para testá-lo, porque sabia o que estava para fazer.
6.7 Filipe respondeu: — Nem mesmo duzentos denários de pão seriam suficientes para que cada um recebesse um pedaço.
6.8 Um dos discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, disse a Jesus:
6.9 — Aqui está um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos. Mas o que é isto para tanta gente?
6.10 Jesus disse: — Façam com que todos se assentem no chão. Havia muita relva naquele lugar. Assim, os homens se assentaram, e eram quase cinco mil.
6.11 Então Jesus pegou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os entre eles; e também igualmente os peixes, tanto quanto queriam.
6.12 E, quando já estavam satisfeitos, Jesus disse aos seus discípulos: — Recolham os pedaços que sobraram, para que nada se perca.
6.13 Assim, pois, o fizeram e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobraram depois que todos tinham comido.
6.14 Quando as pessoas viram o sinal que Jesus havia feito, disseram: — Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo.
6.15 Jesus ficou sabendo que estavam para vir com a intenção de fazê-lo rei à força. Então ele se retirou outra vez, sozinho, para o monte.
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