2 Crônicas 6
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Então disse Salomão: O Senhor tem dito que habitaria nas trevas. | Então Salomão disse: — O SENHOR declarou que habitaria em trevas espessas. |
| 2 | E eu te tenho edificado uma casa para morada, e um logar para a tua eterna habitação. | Eu edifiquei uma casa para tua morada, lugar para a tua eterna habitação. |
| 3 | Então o rei virou o seu rosto, e abençoou a toda a congregação d'Israel, e toda a congregação d'Israel estava em pé | Depois o rei voltou o rosto, e abençoou toda a congregação de Israel, que se mantinha toda em pé. |
| 4 | E elle disse: Bemdito seja o Senhor Deus d'Israel, que fallou pela sua bocca a David meu pae; e pelas suas mãos o cumpriu, dizendo: | Salomão disse: — Bendito seja o SENHOR, o Deus de Israel, que falou pessoalmente com Davi, meu pai, e pelo seu poder cumpriu o que prometeu, dizendo: |
| 5 | Desde o dia em que tirei a meu povo da terra do Egypto, não escolhi cidade alguma de todas as tribus d'Israel, para edificar n'ella uma casa em que estivesse o meu nome; nem escolhi homem algum para ser chefe do meu povo, Israel. | “Desde o dia em que tirei o meu povo da terra do Egito, não escolhi cidade alguma de todas as tribos de Israel, para edificar um templo a fim de ali estabelecer o meu nome, nem escolhi homem algum para chefe do meu povo de Israel. |
| 6 | Porém escolhi a Jerusalem, para que ali estivesse o meu nome; e escolhi a David, para que tivesse cargo do meu povo, Israel. | Mas escolhi Jerusalém para que ali seja estabelecido o meu nome e escolhi Davi para governar o meu povo de Israel.” |
| 7 | Tambem David meu pae teve no seu coração o edificar uma casa ao nome do Senhor, Deus d'Israel. | — Também Davi, meu pai, havia proposto em seu coração edificar um templo ao nome do SENHOR, o Deus de Israel. |
| 8 | Porém o Senhor disse a David meu pae: Porquanto tiveste no teu coração o edificar uma casa ao meu nome, bem fizeste, de ter isto no teu coração. | Porém o SENHOR disse a Davi, meu pai: “Você fez bem quando resolveu em seu coração edificar um templo ao meu nome. |
| 9 | Comtudo tu não edificarás a casa, mas teu filho, que ha de proceder de teus lombos, esse edificará a casa ao meu nome. | Todavia, não será você quem edificará esse templo; o seu filho, que descenderá de você, ele o edificará ao meu nome.” |
| 10 | Assim confirmou o Senhor a sua palavra, que elle fallou; porque eu me levantei em logar de David meu pae, e me assentei sobre o throno d'Israel, como o Senhor disse, e edifiquei a casa ao nome do Senhor, Deus d'Israel. | Assim, o SENHOR cumpriu a palavra que tinha dito, pois me levantei em lugar de Davi, meu pai, e me assentei no trono de Israel, como o SENHOR havia prometido, e edifiquei o templo ao nome do SENHOR, o Deus de Israel. |
| 11 | E puz n'ella a arca, em que está o concerto do Senhor que fez com os filhos d'Israel. | Nele pus a arca em que estão as tábuas da aliança que o SENHOR fez com os filhos de Israel. |
| 12 | E poz-se em pé perante o altar do Senhor, defronte de toda a congregação d'Israel, e estendeu as suas mãos. | Salomão se pôs diante do altar do SENHOR, na presença de toda a congregação de Israel, e estendeu as mãos. |
| 13 | Porque Salomão tinha feito uma base de metal, de cinco covados de comprimento, e de cinco covados de largura, e de tres covados d'altura, e a tinha posto no meio do pateo, e poz-se n'ella em pé, e ajoelhou-se de joelhos em presença de toda a congregação d'Israel, e estendeu as suas mãos para o céu | Porque Salomão tinha feito uma plataforma de bronze, de dois metros e vinte de comprimento, dois metros e vinte de largura e um metro e trinta de altura, que tinha colocado no meio do pátio. Ele se pôs em pé sobre ela. Depois, ajoelhou-se na presença de toda a congregação de Israel, estendeu as mãos para o céu |
| 14 | E disse: Ó Senhor, Deus d'Israel, não ha Deus similhante a ti, nem nos céus nem na terra; que guardas o concerto e a beneficencia aos teus servos que caminham perante ti de todo o seu coração. | e disse: — Ó SENHOR, Deus de Israel, não há Deus como tu, nos céus e na terra! Tu guardas a aliança e a misericórdia aos teus servos que de todo o coração andam diante de ti. |
| 15 | Que guardaste ao teu servo David, meu pae, o que lhe fallaste: porque tu pela tua bocca o disseste, e pela tua mão o cumpriste, como se vê n'este dia. | Cumpriste para com o teu servo Davi, meu pai, o que lhe prometeste; pessoalmente o disseste e pelo teu poder o cumpriste, como hoje se vê. |
| 16 | Agora pois, Senhor, Deus d'Israel, guarda ao teu servo David, meu pae, o que fallaste, dizendo: Nunca faltará de ti varão de diante de mim que se assente sobre o throno d'Israel; tão sómente que teus filhos guardem seu caminho, andando na minha lei, como tu andaste diante de mim | Agora, pois, ó SENHOR, Deus de Israel, cumpre a outra promessa que fizeste a teu servo Davi, meu pai, quando declaraste, dizendo: “Nunca lhe faltará sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel, contanto que os seus filhos guardem o seu caminho, para andarem na lei como você andou.” |
| 17 | E agora, Senhor Deus d'Israel, verifique-se a tua palavra, que fallaste ao teu servo, a David. | Agora também, ó SENHOR, Deus de Israel, que se cumpra a palavra que disseste a teu servo Davi. |
| 18 | Mas verdadeiramente habitará Deus com os homens na terra? eis que os céus e o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que tenho edificado? | — Mas será que, de fato, Deus poderia habitar com os homens na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, muito menos este templo que eu edifiquei. |
| 19 | Attende pois á oração do teu servo, e á sua supplica, ó Senhor meu Deus: para ouvires o clamor, e a oração, que o teu servo ora perante ti. | Atenta, pois, para a oração de teu servo e para a sua súplica, ó SENHOR, meu Deus, ouvindo o clamor e a oração que o teu servo faz diante de ti. |
| 20 | Que os teus olhos estejam dia e noite abertos sobre este logar, de que disseste que ali porias o teu nome; para ouvires a oração que o teu servo orar n'este logar. | Que os teus olhos estejam abertos dia e noite sobre este templo, sobre este lugar, do qual disseste que o teu nome estaria ali, para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar. |
| 21 | Ouve pois as supplicas do teu servo, e do teu povo Israel, que orarem n'este logar; e ouve tu do logar da tua habitação, desde os céus; ouve pois, e perdoa. | Ouve, pois, as súplicas do teu servo e do teu povo de Israel, quando orarem neste lugar. Ouve do lugar da tua habitação, dos céus; ouve e perdoa. |
| 22 | Quando alguem peccar contra o seu proximo, e lhe impuzer juramento de maldição, para se amaldiçoar a si mesmo, e o juramento de maldição vier perante o teu altar, n'esta casa | — Se alguém pecar contra o seu próximo, e lhe for exigido que jure, e ele vier jurar diante do teu altar, neste templo, |
| 23 | Ouve tu então desde os céus, e obra, e julga a teus servos, pagando ao impio, lançando o seu proceder sobre a sua cabeça: e justificando ao justo, dando-lhe segundo a sua justiça. | ouve tu desde os céus, age e julga os teus servos, dando a paga ao ímpio, fazendo com que pague por seus atos, e justificando o justo, para lhe retribuíres segundo a sua justiça. |
| 24 | Quando tambem o teu povo Israel fôr ferido diante do inimigo, por ter peccado contra ti, e elles se converterem, e confessarem o teu nome, e orarem e supplicarem perante ti n'esta casa, | — Quando o teu povo de Israel for derrotado por um inimigo por ter pecado contra ti, e se converter, confessar o teu nome, orar e suplicar diante de ti neste templo, |
| 25 | Então ouve tu desde os céus, e perdoa os peccados de teu povo Israel; e fal-os tornar á terra que lhes tens dado a elles e a seus paes. | ouve tu desde os céus, perdoa o pecado do teu povo de Israel e faze-o voltar à terra que deste a eles e aos seus pais. |
| 26 | Quando os céus se cerrarem, e não houver chuva, por terem peccado contra ti, e orarem n'este logar, e confessarem teu nome, e se converterem dos seus peccados, quando tu os affligires, | — Quando o céu se fechar e não houver chuva, por ter o povo pecado contra ti, e ele orar neste lugar, confessar o teu nome e se converter dos seus pecados, depois de o haveres castigado, |
| 27 | Então ouve tu desde os céus, e perdoa o peccado de teus servos, e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho, em que andem; e dá chuva sobre a tua terra, que déste ao teu povo em herança. | ouve tu nos céus, perdoa o pecado de teus servos e do teu povo de Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que devem andar, e envia chuva sobre esta tua terra, que deste em herança ao teu povo. |
| 28 | Havendo fome na terra, havendo peste, havendo queimadura dos trigos, ou ferrugem, gafanhotos, ou lagarta, cercando-a algum dos seus inimigos nas terras das suas portas, ou quando houver qualquer praga, ou qualquer enfermidade, | — Quando houver fome na terra ou peste, quando houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos e larvas, quando inimigos cercarem as cidades do país ou houver alguma praga ou doença, |
| 29 | Toda a oração, e toda a supplica, que qualquer homem fizer, ou todo o teu povo Israel, conhecendo cada um a sua praga, e a sua dôr, e estender as suas mãos para esta casa, | toda oração e súplica que qualquer homem ou todo o teu povo de Israel fizer, conhecendo cada um a sua própria ferida e a sua dor, e estendendo as mãos na direção deste templo, |
| 30 | Então ouve tu desde os céus, do assento da tua habitação, e perdoa, e dá a cada um conforme a todos os seus caminhos, segundo conheces o seu coração (pois só tu conheces o coração dos filhos dos homens), | ouve tu desde os céus, lugar da tua habitação, perdoa e dá a cada um segundo todos os seus caminhos, visto que lhe conheces o coração, porque tu, só tu, és conhecedor do coração dos filhos dos homens; |
| 31 | A fim de que te temam, para andarem nos teus caminhos, todos os dias que viverem na terra que déste a nossos paes. | para que te temam e andem nos teus caminhos todos os dias que viverem na terra que deste aos nossos pais. |
| 32 | Assim tambem ao estrangeiro, que não fôr do teu povo Israel, mas vier de terras remotas por amor do teu grande nome, e da tua poderosa mão, e do teu braço estendido: vindo elles e orando n'esta casa, | — Também ao estrangeiro, que não for do teu povo de Israel, porém vier de uma terra distante, por amor do teu grande nome e por causa da tua mão poderosa e do teu braço estendido, e orar, voltado para este templo, |
| 33 | Então ouve tu desde os céus, do assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro te supplicar: a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, e te temam, como o teu povo Israel; e afim de saberem que pelo teu nome é chamada esta casa que edifiquei. | ouve tu desde os céus, do lugar da tua habitação, e faze tudo o que o estrangeiro te pedir, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo de Israel e para saberem que este templo, que eu edifiquei, é chamado pelo teu nome. |
| 34 | Quando o teu povo sair á guerra contra os seus inimigos, pelo caminho que os enviares, e orarem a ti para a banda d'esta cidade que escolheste, e d'esta casa, que edifiquei ao teu nome; | — Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por onde os enviares, e orarem a ti, voltados para esta cidade, que tu escolheste, e para o templo que edifiquei ao teu nome, |
| 35 | Ouve então desde os céus a sua oração, e a sua supplica, e executa o seu direito. | ouve tu desde os céus a sua oração e a sua súplica e faze-lhes justiça. |
| 36 | Quando peccarem contra ti (pois não ha homem que não peque), e tu te indignares contra elles, e os entregares diante do inimigo, para que os que os captivarem os levem em captiveiro para alguma terra, remota ou visinha, | Quando pecarem contra ti — pois não há homem que não peque —, e tu te indignares contra eles e os entregares às mãos do inimigo, a fim de que os leve cativos a uma terra, longe ou perto daqui; |
| 37 | E na terra, para onde forem levados em captiveiro, tornarem em si, e se converterem, e na terra do seu captiveiro, a ti supplicarem, dizendo: Peccámos, perversamente fizemos, e impiamente obrámos; | e se, na terra aonde forem levados cativos, caírem em si e se converterem, e, na terra do seu cativeiro, te suplicarem, dizendo: “Pecamos, procedemos mal e cometemos iniquidade”; |
| 38 | E se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra do seu captiveiro, a que os levaram presos, e orarem para a banda da sua terra, que déste a seus paes, e d'esta cidade que escolheste, e d'esta casa que edifiquei ao teu nome, | e se eles se converterem a ti de todo o seu coração e de toda a sua alma, na terra do seu cativeiro, para onde foram levados cativos, e orarem, voltados para a sua terra, que deste aos seus pais, para esta cidade que escolheste e para o templo que edifiquei ao teu nome, |
| 39 | Ouve então desde os céus, do assento da tua habitação, a sua oração e as suas supplicas, e executa o seu direito; e perdoa ao teu povo que houver peccado contra ti. | ouve tu desde os céus, do lugar da tua habitação, a sua prece e a sua súplica e faze-lhes justiça; perdoa o teu povo que houver pecado contra ti. |
| 40 | Agora pois, ó meu Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos attentos á oração d'este logar. | — Agora, ó meu Deus, que os teus olhos estejam abertos e os teus ouvidos atentos à oração que se fizer neste lugar. |
| 41 | Levanta-te pois agora, Senhor Deus, para o teu repouso, tu e a arca da tua fortaleza: os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus sanctos se alegrem do bem. | E agora, SENHOR Deus, levanta-te e entra para o teu repouso, tu e a arca do teu poder. Que os teus sacerdotes, ó SENHOR Deus, se revistam de salvação, e os teus santos se alegrem com o bem. |
| 42 | Ah! Senhor Deus, não faças virar o rosto do teu ungido: lembra-te das misericordias de David teu servo. | Ó SENHOR Deus, não rejeites o teu ungido. Lembra-te das misericórdias que usaste para com Davi, teu servo. |