Esdras 4
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
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| 1 | Ouvindo pois os adversarios de Judah e Benjamin que os que tornaram do captiveiro, edificavam o templo ao Senhor Deus d'Israel, | Quando os adversários de Judá e Benjamim ouviram que os que haviam voltado do cativeiro estavam reconstruindo o templo ao SENHOR, Deus de Israel, |
| 2 | Chegaram-se a Zorobabel e aos chefes dos paes, e disseram-lhes: Deixae-nos edificar comvosco, porque, como vós, buscaremos a vosso Deus; como tambem já lhe sacrificamos desde os dias d'Asar-haddon, rei d'Assur, que nos fez subir aqui. | aproximaram-se de Zorobabel e dos chefes de famílias e lhes disseram: — Deixem-nos ajudar na construção, porque buscamos o mesmo Deus que vocês buscam. Já temos oferecido sacrifícios a ele desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez vir para este lugar. |
| 3 | Porém Zorobabel, e Josué, e os outros chefes dos paes d'Israel lhes disseram: Não convem que vós e nós edifiquemos casa a nosso Deus; mas nós sós a edificaremos ao Senhor, Deus d'Israel, como nos ordenou o rei Cyro, rei da Persia | Porém Zorobabel, Jesua e os outros chefes de famílias de Israel responderam: — Vocês não têm nada a ver conosco na construção do templo ao nosso Deus. Nós mesmos, sozinhos, vamos construí-lo ao SENHOR, Deus de Israel, como Ciro, rei da Pérsia, nos ordenou. |
| 4 | Todavia o povo da terra debilitava as mãos do povo de Judah, e inquietava-os no edificar. | Então o povo da terra começou a desanimar o povo de Judá, perturbando-o no trabalho de construção. |
| 5 | E alugaram contra elles conselheiros, para frustrarem o seu conselho, todos os dias de Cyro, rei da Persia, até ao reinado de Dario, rei da Persia. | Contrataram conselheiros para frustrar o plano deles. Fizeram isso durante todo o reinado de Ciro, rei da Pérsia, até o reinado de Dario, rei da Pérsia. |
| 6 | E sob o reino d'Ahasuero, no principio do seu reinado, escreveram uma accusação contra os habitantes de Judah e de Jerusalem. | No começo do reinado de Assuero, escreveram uma acusação contra os habitantes de Judá e de Jerusalém. |
| 7 | E nos dias d'Artaxerxes escreveu Bislam, Mithredath, Tabeel, e os outros da sua companhia, a Artaxerxes, rei da Persia: e a carta estava escripta em caracteres syriacos, e na lingua syriaca. | E, nos dias de Artaxerxes, rei da Pérsia, Bislão, Mitredate, Tabeel e os outros companheiros escreveram uma carta a Artaxerxes. A carta foi escrita em aramaico e traduzida. |
| 8 | Escreveram pois Rhehum, o chanceller, e Simsai, o escrivão, uma carta contra Jerusalem, ao rei Artaxerxes, n'esta maneira: | Reum, o comandante, e Sinsai, o escrivão, escreveram uma carta ao rei Artaxerxes contra Jerusalém. |
| 9 | Então escreveu Rhehum, o chanceller, e Simsai, o escrivão, e os outros da sua companhia: os dinaitas e apharsathehitas, tarpelitas, apharsitas, archevitas, babylonios, susanchitas, dehavitas, elamitas. | Os que escreveram foram Reum, o comandante, Sinsai, o escrivão, e os outros companheiros: dinaítas, afarsaquitas, tarpelitas, afarsitas, arquevitas, babilônios, susanquitas, deavitas, elamitas |
| 10 | E os outros povos, que transportou o grande e afamado Asnappar, e que elle fez habitar na cidade de Samaria, e os outros d'áquem do rio, e em tal tempo. | e outros povos, que o grande e afamado Osnapar deportou e fez habitar na cidade de Samaria e em outros lugares deste lado do Eufrates. |
| 11 | Este pois é o teor da carta que ao rei Artaxerxes lhe mandaram: "Teus servos, os homens d'áquem do rio, e em tal tempo. | Eis o teor da carta endereçada ao rei Artaxerxes: “Ao rei Artaxerxes, de seus servos, os homens deste lado do Eufrates e em tal tempo. |
| 12 | Saiba o rei que os judeos que subiram de ti vieram a nós a Jerusalem, e edificam aquella rebelde e malvada cidade, e vão restaurando os seus muros, e reparando os seus fundamentos. | Seja do conhecimento do rei que os judeus que saíram daí vieram a Jerusalém. Eles estão reconstruindo aquela cidade rebelde e má. Estão restaurando as muralhas e reparando os seus fundamentos. |
| 13 | Agora saiba o rei que, se aquella cidade se reedificar, e os muros se restaurarem, não pagarão os direitos, os tributos e as rendas; e assim se damnificará a fazenda dos reis. | Saiba ainda o rei que, se aquela cidade for reconstruída e as muralhas forem restauradas, eles não pagarão os direitos, os impostos e os pedágios e assim causarão prejuízos ao rei. |
| 14 | Agora pois, porquanto assalariados somos do paço, e não nos convem ver a deshonra do rei, por isso mandamos dar aviso ao rei, | Agora, como somos assalariados do rei e não queremos ver a desonra dele, por isso mandamos este aviso ao rei, |
| 15 | Para que se busque no livro das chronicas de teus paes, e acharás no livro das chronicas, e saberás que aquella foi uma cidade rebelde, e damnosa aos reis e provincias, e que n'ella fizeram rebellião de tempos antigos; pelo que foi aquella cidade destruida. | para que faça uma investigação no Livro das Crônicas de seus pais, e nele o rei descobrirá e saberá que aquela cidade foi rebelde e danosa aos reis e às províncias e que nela tem havido rebeliões, desde os tempos antigos; por isso a cidade foi destruída. |
| 16 | Nós pois fazemos notorio ao rei que, se aquella cidade se reedificar, e os seus muros se restaurarem, d'esta maneira não terás porção alguma d'esta banda do rio. | Portanto, informamos ao rei que, se essa cidade for reconstruída e as suas muralhas forem restauradas, o rei não terá mais a posse das terras deste lado do Eufrates.” |
| 17 | E o rei enviou esta resposta a Rhehum, o chanceller, e a Simsai, o escrivão, e aos mais da sua companhia, que habitavam em Samaria; como tambem ao resto dos que estavam d'além do rio: Paz hajaes! e em tal tempo. | O rei mandou a seguinte resposta: “A Reum, o comandante, a Sinsai, o escrivão, e aos seus companheiros que moram em Samaria, bem como aos demais que estão além do Eufrates: Paz! |
| 18 | A carta que nos enviastes foi explicitamente lida diante de mim. | A carta que vocês nos mandaram foi lida com clareza na minha presença. |
| 19 | E, ordenando-o eu, buscaram e acharam, que de tempos antigos aquella cidade se levantou contra os reis, e n'ella se tem feito rebellião e sedição. | Por ordem minha, fizeram uma investigação e descobriram que, desde tempos antigos, aquela cidade tem se levantado contra os reis, e nela ocorreram rebeliões e tumultos. |
| 20 | Tambem houve reis poderosos sobre Jerusalem que d'além do rio dominaram em todo o logar, e se lhes pagaram direitos, e tributos, e rendas. | Também houve reis poderosos sobre Jerusalém, que dominaram toda a região além do Eufrates, aos quais foram pagos direitos, impostos e pedágios. |
| 21 | Agora pois dae ordem para impedirdes aquelles homens, afim de que não se edifique aquella cidade, até que se dê uma ordem por mim. | Agora, deem uma ordem para que aqueles homens parem o trabalho e aquela cidade não seja reconstruída, a não ser com autorização minha. |
| 22 | E guardae-vos de commetterdes erro n'isto; porque cresceria o damno para prejuizo dos reis? | Tenham cuidado e não sejam negligentes nestas coisas. Por que aumentaria o dano, em prejuízo dos reis?” |
| 23 | Então, depois que a copia da carta do rei Artaxerxes se leu perante Rhehum, e Simsai, o escrivão, e seus companheiros, apressadamente foram elles a Jerusalem, aos judeos, e os impediram á força de braço e com violencia. | Depois que a cópia da carta do rei Artaxerxes foi lida diante de Reum, de Sinsai, o escrivão, e dos seus companheiros, eles foram depressa a Jerusalém, aos judeus, e, de mão armada, os forçaram a parar a obra. |
| 24 | Então cessou a obra da casa de Deus, que estava em Jerusalem: e cessou até ao anno segundo do reinado de Dario rei da Persia. | Assim, a obra da Casa de Deus, em Jerusalém, foi interrompida; e isso até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia. |