Salmos 141

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# ALM1911 NAA
1 Senhor, a ti clamo, escuta-me; inclina os teus ouvidos á minha voz, quando a ti clamar. SENHOR, eu clamo a ti; apressa-te em me socorrer! Inclina os ouvidos à minha voz, quando te invoco.
2 Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrificio da tarde. Suba à tua presença a minha oração como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina.
3 Põe, ó Senhor, uma guarda á minha bocca: guarda a porta dos meus labios. Põe guarda à minha boca, SENHOR; vigia a porta dos meus lábios.
4 Não inclines o meu coração a coisas más, a praticar obras más, com aquelles que obram a iniquidade; e não coma das suas delicias. Não permitas que o meu coração se incline para o mal, para a prática da perversidade na companhia de malfeitores; e que eu não coma das suas iguarias.
5 Fira-me o justo, será uma benignidade; e reprehenda-me, será um excellente oleo, que me não quebrará a cabeça; porque orarei nas suas proprias calamidades. Fira-me o justo, e isso será um favor; repreenda-me, e será como óleo sobre a minha cabeça, a qual não há de rejeitá-lo. Continuarei a orar enquanto os perversos praticam maldade.
6 Quando os seus juizes forem derribados pelos lados da rocha, ouvirão as minhas palavras, pois são agradaveis. Quando os seus juízes forem lançados do alto de uma rocha, eles ouvirão as minhas palavras, que são agradáveis.
7 Os nossos ossos são espalhados á bocca da sepultura como se alguem fendera e partira lenha em terra. Como quando se lavra e sulca a terra, assim os nossos ossos são espalhados à boca da sepultura.
8 Mas os meus olhos te contemplam, o Deus, Senhor: em ti confio; não desnudes a minha alma. Pois em ti, SENHOR Deus, estão os meus olhos: em ti confio; não desampares a minha alma.
9 Guarda-me dos laços que me armaram; e dos laços corrediços dos que obram a iniquidade. Guarda-me dos laços que me armaram e das armadilhas dos que praticam iniquidade.
10 Caiam os impios nas suas proprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente. Que os ímpios caiam nas suas próprias redes, enquanto eu escapo ileso.