Salmos 18
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Eu te amarei do coração, ó Senhor, fortaleza minha. | Eu te amo, ó SENHOR, força minha. |
| 2 | O Senhor é o meu rochedo, e o meu logar forte e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio, o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refugio. | O SENHOR é a minha rocha, a minha fortaleza, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu alto refúgio. |
| 3 | Invocarei o nome do Senhor, que é digno de louvor, e ficarei livre dos meus inimigos. | Invoco o SENHOR, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos. |
| 4 | Tristezas de morte me cercaram, e torrentes de impiedade me assombraram. | Laços de morte me cercaram; torrentes de perdição me impuseram terror. |
| 5 | Tristezas do inferno me cingiram, laços de morte me surprehenderam. | Cadeias infernais me envolveram, e tramas de morte me surpreenderam. |
| 6 | Na angustia invoquei ao Senhor, e clamei ao meu Deus: desde o seu templo ouviu a minha voz, aos seus ouvidos chegou o meu clamor perante a sua face. | Na minha angústia, invoquei o SENHOR; gritei por socorro ao meu Deus. Do seu templo ele ouviu a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos. |
| 7 | Então a terra se abalou e tremeu; e os fundamentos dos montes tambem se moveram e se abalaram, porquanto se indignou. | Então a terra se abalou e tremeu; vacilaram também os fundamentos dos montes e se abalaram, porque Deus estava irado. |
| 8 | Do seu nariz subiu fumo, e da sua bocca saiu fogo que consumia; carvões se accenderam d'elle. | Das suas narinas subiu fumaça, e fogo devorador saiu da sua boca; dele saíram brasas ardentes. |
| 9 | Abaixou os céus, e desceu, e a escuridão estava debaixo de seus pés. | Ele baixou os céus e desceu, e teve sob os pés densa escuridão. |
| 10 | E montou n'um cherubim, e voou; sim, voou sobre as azas do vento. | Cavalgava um querubim e voou; foi levado sobre as asas do vento. |
| 11 | Fez das trevas o seu logar occulto; o pavilhão que o cercava era a escuridão das aguas e as nuvens dos céus. | Das trevas fez um manto em que se ocultou; escuridão de águas e espessas nuvens dos céus eram o seu abrigo. |
| 12 | Ao resplandor da sua presença as nuvens se espalharam; a saraiva e as brazas de fogo. | Do resplendor que diante dele havia, as densas nuvens se desfizeram em granizo e brasas de fogo. |
| 13 | E o Senhor trovejou nos céus, o Altissimo levantou a sua voz; a saraiva e as brazas de fogo. | O SENHOR trovejou nos céus; o Altíssimo levantou a sua voz, e houve granizo e brasas de fogo. |
| 14 | Despediu as suas settas, e os espalhou: multiplicou raios, e os perturbou. | Atirou as suas flechas e espalhou os meus inimigos; multiplicou os seus raios e os dispersou. |
| 15 | Então foram vistas as profundezas das aguas, e foram descobertos os fundamentos do mundo; pela tua reprehensão. Senhor, ao sopro do vento dos teus narizes. | Então se viu o leito das águas, e se descobriram os fundamentos do mundo, pela tua repreensão, SENHOR, pelo sopro impetuoso das tuas narinas. |
| 16 | Enviou desde o alto, e me tomou: tirou-me das muitas aguas. | Do alto o SENHOR me estendeu a mão e me segurou; ele me tirou das águas profundas. |
| 17 | Livrou-me do meu inimigo forte e dos que me aborreciam, pois eram mais poderosos do que eu. | Livrou-me de forte inimigo e dos que me odiavam, pois eram mais poderosos do que eu. |
| 18 | Surprehenderam-me no dia da minha calamidade; mas o Senhor foi o meu encosto. | Eles me atacaram no dia da minha calamidade, mas o SENHOR me serviu de amparo. |
| 19 | Trouxe-me para um logar espaçoso; livrou-me, porque tinha prazer em mim. | Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque ele se agradou de mim. |
| 20 | Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça, retribuiu-me conforme a pureza das minhas mãos. | O SENHOR me retribuiu segundo a minha justiça; recompensou-me conforme a pureza das minhas mãos. |
| 21 | Porque guardei os caminhos do Senhor, e não me apartei impiamente do meu Deus. | Pois tenho guardado os caminhos do SENHOR e não me afastei perversamente do meu Deus. |
| 22 | Porque todos os seus juizos estavam diante de mim, e não rejeitei os seus estatutos. | Porque todos os seus juízos estão diante de mim, e não rejeitei os seus preceitos. |
| 23 | Tambem fui sincero perante elle, e me guardei da minha iniquidade. | Também fui íntegro para com ele e me guardei da iniquidade. |
| 24 | Portanto retribuiu-me o Senhor conforme a minha justiça, conforme a pureza de minhas mãos perante os seus olhos. | Por isso, o SENHOR me retribuiu segundo a minha justiça, conforme a pureza das minhas mãos, na sua presença. |
| 25 | Com o benigno te mostrarás benigno; e com o homem sincero te mostrarás sincero; | Para com quem é fiel, fiel te mostras; com o íntegro, também íntegro. |
| 26 | Com o puro te mostrarás puro; e com o perverso te mostrarás indomavel. | Com o puro, puro te mostras; com o perverso, inflexível. |
| 27 | Porque tu livrarás ao povo afflicto, e abaterás os olhos altivos. | Porque tu salvas o povo humilde, mas os olhos soberbos, tu os abates. |
| 28 | Porque tu accenderás a minha candeia; o Senhor meu Deus allumiará as minhas trevas. | Porque fazes resplandecer a minha lâmpada; o SENHOR, meu Deus, derrama luz nas minhas trevas. |
| 29 | Porque comtigo entrei pelo meio d'um esquadrão, com o meu Deus saltei uma muralha. | Pois contigo posso atacar exércitos; com o meu Deus salto muralhas. |
| 30 | O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada: é um escudo para todos os que n'elle confiam. | O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é confiável; ele é escudo para todos os que nele se refugiam. |
| 31 | Porque quem é Deus senão o Senhor? e quem é rochedo senão o nosso Deus? | Pois quem é Deus além do SENHOR? E quem é rochedo, a não ser o nosso Deus? |
| 32 | Deus é o que me cinge de força e aperfeiçoa o meu caminho. | O Deus que me revestiu de força e aperfeiçoou o meu caminho, |
| 33 | Faz os meus pés como os das cervas, e põe-me nas minhas alturas. | ele deu aos meus pés a ligeireza das corças e me firmou nas minhas alturas. |
| 34 | Ensina as minhas mãos para a guerra, de sorte que os meus braços quebraram um arco de cobre. | Ele treinou as minhas mãos para o combate, tanto que os meus braços vergaram um arco de bronze. |
| 35 | Tambem me déste o escudo da tua salvação: a tua mão direita me susteve, e a tua mansidão me engrandeceu. | Também me deste o escudo da tua salvação; a tua mão direita me susteve, e a tua clemência me engrandeceu. |
| 36 | Alargaste os meus passos debaixo de mim, de maneira que os meus artelhos não vacillaram. | Alargaste o caminho sob meus passos, e os meus pés não vacilaram. |
| 37 | Persegui os meus inimigos, e os alcancei: não voltei senão depois de os ter consumido. | Persegui os meus inimigos e os alcancei, e só voltei depois de ter acabado com eles. |
| 38 | Atravessei-os, de sorte que não se poderam levantar: cairam debaixo dos meus pés. | Esmaguei-os a tal ponto, que não puderam se levantar; caíram sob os meus pés. |
| 39 | Pois me cingiste de força para a peleja: fizeste abater debaixo de mim aquelles que contra mim se levantaram. | Pois me cingiste de força para o combate e me submeteste os que se levantaram contra mim. |
| 40 | Déste-me tambem o pescoço dos meus inimigos para que eu podesse destruir os que me aborrecem. | Também puseste em fuga os meus inimigos, e os que me odiavam, eu os exterminei. |
| 41 | Clamaram, mas não houve quem os livrasse: até ao Senhor, mas elle não lhes respondeu. | Gritaram por socorro, mas não houve quem os salvasse; clamaram ao SENHOR, mas ele não respondeu. |
| 42 | Então os esmiucei como o pó diante do vento; deitei-os fóra como a lama das ruas. | Então os reduzi a pó, o pó que o vento leva; lancei-os fora como a lama das ruas. |
| 43 | Livraste-me das contendas do povo, e me fizeste cabeça das nações; um povo que não conheci, me servirá. | Dos conflitos do povo me livraste e me fizeste cabeça das nações; um povo que eu não conhecia me serviu. |
| 44 | Em ouvindo a minha voz, me obedecerão: os estranhos se submetterão a mim. | Bastou-lhe ouvir a minha voz, logo me obedeceu; os estrangeiros se mostram submissos a mim. |
| 45 | Os estranhos decairão, e terão medo nos seus encerramentos. | Os estrangeiros fraquejaram e, tremendo, saíram das suas fortalezas. |
| 46 | O Senhor vive: e bemdito seja o meu rochedo, e exaltado seja o Deus da minha salvação. | O SENHOR vive! Bendita seja a minha rocha! Exaltado seja o Deus da minha salvação, |
| 47 | É Deus que me vinga inteiramente, e sujeita os povos debaixo de mim; | o Deus que por mim tomou vingança e me submeteu povos; |
| 48 | O que me livra de meus inimigos;--sim, tu me exaltas sobre os que se levantam contra mim, tu me livras do homem violento. | o Deus que me livrou dos meus inimigos; sim, tu que me exaltaste acima dos meus adversários e me livraste dos homens violentos. |
| 49 | Pelo que, ó Senhor, te louvarei entre as nações, e cantarei louvores ao teu nome. | Por isso, eu te glorificarei entre os gentios, ó SENHOR, e cantarei louvores ao teu nome. |
| 50 | Pois engrandece a salvação do teu rei, e usa de benignidade com o seu ungido, com David, e com a sua semente para sempre. | É ele quem dá grandes vitórias ao seu rei e usa de misericórdia para com o seu ungido, com Davi e sua posteridade, para sempre. |