Provérbios 1
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Proverbios de Salomão, filho de David, rei d'Israel; | Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel, |
| 2 | Para se conhecer a sabedoria e a instrucção; para se entenderem as palavras da prudencia; | para aprender a sabedoria e o ensino; para entender as palavras de inteligência; |
| 3 | Para se receber a instrucção do entendimento, a justiça, o juizo, e a equidade; | para obter o ensino do bom proceder, a justiça, o juízo e a equidade; |
| 4 | Para dar aos simplice prudencia, e aos moços conhecimento e bom siso; | para dar prudência aos simples e conhecimento e discernimento aos jovens. |
| 5 | Para o sabio ouvir e crescer em doutrina, e o entendido adquirir sabios conselhos; | Que o sábio ouça e cresça em prudência; e que o instruído adquira habilidade |
| 6 | Para entender proverbios e a sua declaração: como tambem as palavras dos sabios, e as suas adivinhações. | para entender provérbios e parábolas, as palavras e os enigmas dos sábios. |
| 7 | O temor do Senhor é o principio da sciencia: os loucos desprezam a sabedoria e a instrucção. | O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os insensatos desprezam a sabedoria e o ensino. |
| 8 | Filho meu, ouve a instrucção de teu pae, e não deixes a doutrina de tua mãe. | Meu filho, ouça o ensino de seu pai e não despreze a instrução de sua mãe. |
| 9 | Porque diadema de graça serão para a tua cabeça, e colares para o teu pescoço. | Porque serão um diadema de graça para a sua cabeça e colares para o seu pescoço. |
| 10 | Filho meu, se os peccadores te attrahirem com afagos, não consintas. | Meu filho, se os pecadores quiserem seduzir você, não consinta. |
| 11 | Se disserem: Vem comnosco; espiemos o sangue; espreitemos o innocente sem razão; | Talvez eles digam: “Venha conosco! Vamos preparar uma emboscada para matar alguém; vamos espreitar os inocentes, ainda que sem motivo. |
| 12 | Traguemol-os vivos, como a sepultura; e inteiros, como os que descem á cova; | Vamos engoli-los vivos, como o mundo dos mortos, e inteiros, como os que descem ao abismo. |
| 13 | Acharemos toda a sorte de fazenda preciosa; encheremos as nossas casas de despojos; | Acharemos todo tipo de bens preciosos; encheremos a nossa casa de despojos. |
| 14 | Lança a tua sorte entre nós; teremos todos uma só bolsa. | Junte-se a nós! Teremos todos uma só bolsa.” |
| 15 | Filho meu, não te ponhas a caminho com elles: desvia o pé das suas veredas; | Meu filho, não se ponha a caminho com eles; fique com os seus pés longe das suas veredas! |
| 16 | Porque os seus pés correm para o mal, e se apressam a derramar sangue. | Porque os pés deles correm para o mal e se apressam a derramar sangue. |
| 17 | Na verdade debalde se estende a rede perante os olhos de toda a sorte d'aves. | Pois em vão se estende a rede se a ave estiver olhando; |
| 18 | E estes armam ciladas contra o seu proprio sangue; e as suas proprias vidas espreitam. | mas estes armam emboscadas contra o seu próprio sangue e ficam à espreita contra a própria vida. |
| 19 | Assim são as veredas de todo aquelle que usa d'avareza: ella prenderá a alma de seus amos. | Este é o fim de todo ganancioso; e este espírito de ganância tira a vida de quem o possui. |
| 20 | A suprema sabedoria altamente clama de fóra: pelas ruas levanta a sua voz. | A Sabedoria grita nas ruas; nas praças, levanta a sua voz. |
| 21 | Nas encruzilhadas, em que ha tumultos, clama: ás entradas das portas, na cidade profere as suas palavras. | Do alto das muralhas clama, à entrada dos portões e nas cidades profere as suas palavras: |
| 22 | Até quando, ó simplices, amareis a simplicidade? e vós, escarnecedores, desejareis o escarneo? e vós, loucos, aborrecereis o conhecimento? | “Até quando vocês, ingênuos, amarão a ingenuidade? E vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando odiarão o conhecimento? |
| 23 | Tornae-vos á minha reprehensão: eis que abundantemente vos derramarei de meu espirito e vos farei saber as minhas palavras. | Deem ouvidos à minha repreensão; eis que derramarei o meu espírito sobre vocês e lhes darei a conhecer as minhas palavras. |
| 24 | Porquanto clamei, e vós recusastes; estendi a minha mão, e não houve quem désse attenção; | Mas porque clamei, e vocês se recusaram a ouvir; porque estendi a minha mão, e não houve quem atendesse; |
| 25 | Mas rejeitastes todo o meu conselho, e não quizestes a minha reprehensão. | — pelo contrário, rejeitaram todo o meu conselho e não quiseram a minha repreensão — |
| 26 | Tambem eu me rirei na vossa perdição, e zombarei, vindo o vosso temor; | também eu darei risada da desgraça de vocês; ficarei zombando quando chegar o terror, |
| 27 | Vindo como a assolação o vosso temor, e vindo a vossa perdição como uma tormenta, sobrevindo-vos aperto e angustia. | quando o terror chegar como a tormenta, quando a calamidade chegar como o redemoinho, quando lhes sobrevierem o aperto e a angústia. |
| 28 | Então a mim clamarão, porém eu não responderei; de madrugada me buscarão, porém não me acharão. | Então eles me invocarão, mas eu não responderei; sairão à minha procura, porém não me encontrarão. |
| 29 | Porquanto aborreceram o conhecimento; e não elegeram o temor do Senhor; | Porque odiaram o conhecimento e não preferiram o temor do SENHOR; |
| 30 | Não consentiram ao meu conselho e desprezaram toda a minha reprehensão. | não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão. |
| 31 | Assim que comerão do fructo do seu caminho, e fartar-se-hão dos seus proprios conselhos. | Portanto, comerão do fruto da sua conduta e dos seus próprios conselhos se fartarão. |
| 32 | Porque o desvio dos simplices os matará, e a prosperidade dos loucos os destruirá. | Os ingênuos são mortos porque se desviam da sabedoria; os tolos são destruídos por estarem satisfeitos consigo mesmos. |
| 33 | Porém o que me der ouvidos habitará seguramente, e estará descançado do temor do mal | Mas o que me der ouvidos habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal.” |