Provérbios 23

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# ALM1911 NAA
1 Quando te assentares a comer com um governador, attenta bem para o que se te poz diante, Quando você se assentar para comer com um governador, leve bem em conta quem está diante de você.
2 E põe uma faca á tua garganta, se és homem de grande appetite. Encoste uma faca na sua própria garganta, se você é glutão.
3 Não cubices os seus manjares gostosos, porque são pão de mentiras. Não cobice os pratos deliciosos que ele serve, porque essa comida é enganadora.
4 Não te cances para enriqueceres; dá de mão á tua prudencia. Não se fatigue para ficar rico; não aplique nisso a sua inteligência.
5 Porventura fitarás os teus olhos n'aquillo que não é nada? porque certamente se fará azas e voará ao céu como a aguia Você quer pôr os seus olhos naquilo que não é nada? Porque certamente a riqueza criará asas, como a águia que voa pelos céus.
6 Não comas o pão d'aquelle que tem o olho maligno, nem cubices os seus manjares gostosos. Não coma o pão do invejoso, nem cobice os seus pratos deliciosos.
7 Porque, como imaginou na sua alma, te dirá: Come e bebe; porém o seu coração não estará comtigo. Porque, como imagina em sua alma, assim ele é. Ele diz: “Coma e beba!”, mas não está sendo sincero.
8 Vomitarias o bocado que comeste, e perderias as tuas suaves palavras. Você vomitará o bocado que comeu e terá desperdiçado as palavras amáveis que falou.
9 Não falles aos ouvidos do tolo, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras. Não fale com um tolo, porque ele desprezará a sabedoria das suas palavras.
10 Não removas os limites antigos, nem entres nas herdades dos orphãos, Não remova os marcos antigos, nem entre nos campos dos órfãos,
11 Porque o seu redemptor é o Forte, que pleiteará a sua causa contra ti. porque o Redentor deles é forte e defenderá a causa deles contra você.
12 Applica á disciplina o teu coração, e os teus ouvidos ás palavras do conhecimento. Aplique o seu coração ao ensino e os seus ouvidos às palavras do conhecimento.
13 Não retires a disciplina da creança, quando a fustigares com a vara; nem por isso morrerá. Não deixe a criança sem disciplina, porque, se você a castigar com a vara, ela não morrerá.
14 Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno. Você a castigará com a vara e livrará a alma dela do inferno.
15 Filho meu, se o teu coração fôr sabio, alegrar-se-ha o meu coração, sim, o meu proprio, Meu filho, se o seu coração for sábio, também o meu coração se alegrará;
16 E exultarão os meus rins, quando os teus labios fallarem coisas rectas. o meu íntimo exultará, quando os seus lábios falarem coisas retas.
17 Não inveje aos peccadores o teu coração; antes sê no temor do Senhor todo o dia Não tenha inveja dos pecadores; pelo contrário, persevere no temor do SENHOR todo tempo.
18 Porque devéras ha um bom fim: não será cortada a tua expectação. Porque certamente haverá um futuro, e a sua esperança não será frustrada.
19 Ouve tu, filho meu, e sê sabio, e dirige no caminho o teu coração. Escute, meu filho, e seja sábio; guie o seu coração no caminho reto.
20 Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne. Não se junte com os beberrões nem com os comilões,
21 Porque o beberrão e o comilão empobrecerão; e a somnolencia faz trazer os vestidos rotos. porque os beberrões e os comilões acabam na pobreza, e a sonolência os levará a vestir trapos.
22 Ouve a teu pae, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer. Escute o seu pai, que o gerou, e não despreze a sua mãe, quando ela envelhecer.
23 Compra a verdade, e não a vendas: a sabedoria, e a disciplina, e a prudencia. Compre a verdade e não a venda; compre a sabedoria, a instrução e o entendimento.
24 Grandemente se regozijará o pae do justo, e o que gerar a um sabio se alegrará n'elle. O pai de um justo fica muito feliz, e quem gerar um filho sábio terá nele a sua alegria.
25 Alegrem-se teu pae e tua mãe, e regozije-se a que te gerou. Dê essa alegria ao seu pai e à sua mãe, e que se encha de felicidade aquela que o deu à luz.
26 Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos. Meu filho, preste bem atenção no que eu digo, e que os seus olhos se agradem dos meus caminhos.
27 Porque cova profunda é a prostituta, e poço estreito a estranha. Pois uma prostituta é como uma cova profunda, e a mulher estranha é como um poço estreito.
28 Tambem ella, como um salteador, se põe a espreitar, e multiplica entre os homens os iniquos. Como assaltante, ela fica à espreita e multiplica entre os homens os infiéis.
29 Para quem são os ais? para quem os pezares? para quem as pelejas? para quem as queixas? para quem as feridas sem causa? e para quem os olhos vermelhos? Para quem são os ais? Para quem são os pesares? Para quem são as rixas? Para quem são as queixas? Para quem são os ferimentos sem motivo? E para quem são os olhos vermelhos?
30 Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada. Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
31 Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. Não olhe para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e desce suavemente.
32 No seu fim morderá como a cobra, e como o basilisco picará. Pois no fim morderá como a cobra e picará como a víbora.
33 Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração fallará perversidades. Os seus olhos verão coisas esquisitas, e o seu coração o levará a dizer coisas perversas.
34 E serás como o que dorme no meio do mar, e como o que dorme no topo do mastro. Você será como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro do navio.
35 E dirás: Espancaram-me, e não me doeu; maçaram-me, e não o senti; quando virei a despertar? ainda tornarei a buscal-a outra vez Você dirá: “Fui espancado, mas não doeu; bateram em mim, mas eu não senti nada! Quando vou despertar? Então voltarei a beber.”