Cânticos 2

Comparação de versões
Escolha as versões (até 4)
# VFL NAA
1 Sou só uma flor de Sarom, um lírio dos vales. Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.
2 Amada minha, entre todas as mulheres, você é para mim como um lírio entre os espinhos. Como um lírio entre os espinhos, assim é a minha querida entre as donzelas.
3 Amor meu, entre todos os homens, você é para mim como uma macieira entre as árvores silvestres. Tenho gostado de descansar debaixo da sua sombra e saborear o seu doce fruto. Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os jovens. Desejo muito a sua sombra e debaixo dela me assento, e o seu fruto é doce ao meu paladar.
4 Com a intenção de plantar sua bandeira de amor sobre mim, meu amado me levou à casa do vinho. Ele me levou à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor.
5 Estou debilitada por causa de amar tanto. Por isso deem-me de comer passas e alimentem-me com maçãs. Sustentem-me com passas, confortem-me com maçãs, pois estou morrendo de amor.
6 Ele coloca um dos seus braços debaixo da minha cabeça e com o outro, me abraça. A sua mão esquerda está debaixo da minha cabeça, e a direita me abraça.
7 Mulheres de Jerusalém, jurem pelas gazelas e cervos do campo que não incomodarão nem acordarão o amor até que seja o momento indicado. Filhas de Jerusalém, jurem pelas gazelas e pelas corças selvagens que vocês não acordarão nem despertarão o amor, até que este o queira.
8 Escutem! É a voz do meu amado! Olhem para ele! Lá vem apressado, saltando entre as montanhas e brincando pelos montes. Ouço a voz do meu amado. Eis que ele vem, saltando sobre os montes, pulando sobre as colinas.
9 Parece uma gazela ou um cervo jovem. Olhem para ele ali, escondido atrás da parede, olhando pela janela e espiando por entre as grades. O meu amado é semelhante ao gamo ou ao filho da gazela. Eis que ele está detrás de nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.
10 Meu amado me disse: “Levante-se, amada minha; venha comigo, preciosa. O meu amado fala e me diz: Levante-se, minha querida, minha linda, e venha comigo.
11 Olhe que já não faz mais frio e parou de chover. Porque eis que passou o inverno, a chuva cessou e se foi,
12 Nasceram novas flores e os pássaros voltaram a cantar! O som dos pombos se ouve em nossa terra. aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e já se ouve a voz da rolinha em nossa terra.
13 A figueira faz com que os seus figos fiquem maduros, e as vinhas florescem e espalham a sua fragância. Levante-se, amada minha; venha comigo, preciosa. A figueira começou a dar seus figos, e as vinhas em flor exalam o seu aroma. Levante-se, minha querida, minha linda, e venha comigo.
14 Pomba minha, que anda nas fendas das rochas e nos penhascos das montanhas, deixe-me ver o seu rosto, deixe-me ouvir a sua voz; porque a sua voz é doce e o seu rosto, bonito”. Minha pombinha, escondida nas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, mostre-me o seu rosto, deixe-me ouvir a sua voz; porque a sua voz é doce, e o seu rosto é lindo.
15 Peguem as raposas, as raposas pequenas que estragam as vinhas, porque nossa vinha está agora florescendo. Peguem as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor.
16 Ele é meu e eu sou sua! Ele se alimenta entre as flores da primavera. O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.
17 Enquanto a brisa do dia respira e as sombras vão crescendo, volte, amado meu, como gazela ou cervo novo, por entre montanhas bem perfumadas. Antes que rompa o dia e fujam as sombras, volte, meu amado. Venha correndo como o gamo ou o filho das gazelas sobre os montes de Beter.