Isaías 33
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
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| 1 | Ai de ti desolador, que não foste desolado, e que obras perfidamente contra os que não obraram perfidamente contra ti! acabando tu de desolar, serás desolado: e, acabando tu de tratar perfidamente, se tratará perfidamente contra ti. | Ai de você, destruidor que nunca foi destruído! Ai de você, traidor que nunca foi traído! Quando você acabar de destruir, será destruído; quando acabar de trair, será traído. |
| 2 | Senhor, tem misericordia de nós, por ti temos esperado: sê tu o seu braço nas madrugadas, como tambem a nossa salvação no tempo da tribulação. | SENHOR, tem misericórdia de nós! Em ti temos esperado. Sê tu o nosso braço manhã após manhã e a nossa salvação no tempo da angústia. |
| 3 | Á voz do arroido fugirão os povos: á tua exaltação as gentes serão dispersas. | Ao ruído do tumulto, os povos fogem; quando tu te ergues, as nações se dispersam. |
| 4 | Então ajuntar-se-ha o vosso despojo como se apanha o pulgão: como os gafanhotos saltam, ali saltará. | Então o despojo que vocês ajuntaram será recolhido como se devorado por uma nuvem de gafanhotos; como os gafanhotos saltam, assim os homens saltarão sobre ele. |
| 5 | O Senhor está exalçado, pois habita nas alturas: encheu a Sião de juizo e justiça. | O SENHOR é sublime, pois habita nas alturas; encheu Sião de retidão e de justiça. |
| 6 | E será que a firmeza dos teus tempos, e a força das tuas salvações, será a sabedoria e a sciencia: e o temor do Senhor será o seu thesouro. | Ó Sião, no seu tempo haverá estabilidade, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento. O temor do SENHOR será o seu tesouro. |
| 7 | Eis-que os seus embaixadores estão clamando de fóra; e os mensageiros de paz estão chorando amargamente. | Eis que os heróis pranteiam nas ruas, e os mensageiros de paz estão chorando amargamente. |
| 8 | As estradas estão desoladas, cessam os que passam pelas veredas: desfaz a alliança, despreza as cidades, e a homem nenhum estima. | As estradas estão desoladas, ninguém passa por elas. Rompem-se as alianças, as cidades são desprezadas, não há respeito pelas pessoas. |
| 9 | A terra geme e pranteia, o Libano se envergonha e se murcha: Saron se tornou como um deserto; e Basan e Carmelo foram sacudidos. | A terra geme e desfalece; o Líbano se envergonha e murcha; Sarom se torna como um deserto, Basã e Carmelo são despidos de suas folhas. |
| 10 | Agora pois me levantarei, diz o Senhor: agora serei exaltado, agora serei posto em alto. | “Agora me levantarei”, diz o SENHOR; “agora me erguerei; agora serei exaltado. |
| 11 | Concebestes palha, parireis pragana: e o vosso espirito vos devorará como fogo. | Vocês conceberam palha e darão à luz restolho; o sopro que sai da boca de vocês é um fogo que os há de devorar. |
| 12 | E os povos serão como os incendios de cal: como espinhos cortados arderão no fogo. | Os povos serão queimados como se queima a cal; como espinhos cortados, serão jogados no fogo. |
| 13 | Ouvi, vós os que estaes longe, o que tenho feito: e vós, que estaes visinhos, conhecei o meu poder. | Vocês que estão longe, escutem o que eu fiz; e vocês que estão perto, reconheçam o meu poder.” |
| 14 | Os peccadores de Sião se assombraram, o tremor surprehendeu os hypocritas. Quem d'entre nós habitará com o fogo consumidor? quem d'entre nós habitará com as labaredas eternas? | Em Sião, os pecadores estão atemorizados; o tremor se apodera dos ímpios. Eles perguntam: “Quem de nós habitará com o fogo devorador? Quem de nós habitará com chamas eternas?” |
| 15 | O que anda em justiça, e o que falla equidades; o que arremessa para longe de si o ganho de oppressões; o que sacode das suas mãos todo o presente; o que tapa os seus ouvidos para não ouvir ácerca de sangue e fecha os seus olhos para não ver o mal | Aquele que anda em justiça e fala o que é reto; que despreza o ganho de opressão; que, com um gesto de mãos, recusa aceitar suborno; que tapa os ouvidos, para não ouvir falar de homicídios, e fecha os olhos, para não ver o mal. |
| 16 | Este habitará nas alturas, as fortalezas das rochas serão o seu alto refugio, o seu pão se lhe dá, as suas aguas são certas. | Este habitará nas alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, e água nunca lhe faltará. |
| 17 | Os teus olhos verão o Rei na sua formosura, e verão a terra que está longe. | Os olhos de vocês verão o rei na sua formosura, verão a terra que se estende até longe. |
| 18 | O teu coração considerará o assombro, dizendo: Onde o escrivão, onde o pagador? onde o que conta as torres? | O seu coração se lembrará dos terrores, dizendo: “Onde está o escrivão? Onde está aquele que recolheu o tributo? E onde está aquele que contou as torres?” |
| 19 | Não verás mais aquelle povo espantavel, povo de falla tão profunda, que não se pode perceber e de lingua tão estranha que não se pode entender. | Você já não verá aquele povo atrevido, povo de fala obscura, de uma língua estranha, que não se pode entender. |
| 20 | Olha para Sião, a cidade das nossas solemnidades: os teus olhos verão a Jerusalem, habitação quieta, tenda que não será derribada, cujas estacas nunca serão arrancadas, e de cujas cordas nenhuma se quebrará. | Olhe para Sião, a cidade das nossas festas. Os seus olhos verão Jerusalém, habitação tranquila, tenda que não será removida, cujas estacas nunca serão arrancadas, nem rebentada nenhuma de suas cordas. |
| 21 | Mas o Senhor ali nos será grandioso, logar de rios e correntes largas será: barco nenhum de remo passará por elles, nem navio grande navegará por elles. | Mas o SENHOR ali nos será grandioso, fará as vezes de largos rios e canais. Nenhum barco a remo passará por eles, navio grande por eles não navegará. |
| 22 | Porque o Senhor é o nosso Juiz: O Senhor é o nosso Legislador: O Senhor é o nosso Rei, elle nos salvará. | Porque o SENHOR é o nosso juiz, o SENHOR é o nosso legislador, o SENHOR é o nosso Rei; ele nos salvará. |
| 23 | As tuas cordas se affrouxaram: não poderam ter firme o seu mastro, e vela não estenderam: então a preza d'abundantes despojos se repartirá; e até os côxos roubarão a preza. | Agora as suas cordas estão frouxas; não permitem firmar o mastro, nem estender a vela. Então se repartirá a presa de muitos despojos; até os coxos participarão dela. |
| 24 | E morador nenhum dirá: Enfermo estou; porque o povo que habitar n'ella será absolto d'iniquidade. | Nenhum morador de Jerusalém dirá: “Estou doente”; o povo que habita nela terá o seu pecado perdoado. |