Isaías 64
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Oh! se fendesses os céus, e descesses, se os montes se escoassem de diante da tua face! | Ah! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes tremessem na tua presença, |
| 2 | Como o fogo de fundir arde, e o fogo faz ferver as aguas, para fazeres notorio o teu nome aos teus adversarios, e assim as nações tremessem da tua presença! | como quando o fogo acende os gravetos, como quando faz ferver a água, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, e para que as nações tremam diante de ti! |
| 3 | Como quando fazias coisas terriveis, quaes nunca esperavamos, quando descias, e os montes se escoavam de diante da tua face. | Quando fizeste coisas terríveis, que nós nem esperávamos, desceste, e os montes tremeram diante de ti. |
| 4 | Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem olho viu, fóra de ti, ó Deus, o que ha de fazer áquelle que o espera. | Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera. |
| 5 | Saiste ao encontro áquelle que se alegrava e praticava justiça e aos que se lembram de ti nos teus caminhos: eis que te enfureceste, porque peccámos; n'elles ha eternidade, para que sejamos salvos. | Tu sais ao encontro daquele que com alegria pratica a justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos. Eis que te iraste, porque pecamos. Por muito tempo temos pecado; como, então, seremos salvos? |
| 6 | Porém todos nós somos como o immundo, e todas as nossas justiças como trapo da immundicia; e todos nós caimos como a folha, e as nossas culpas como um vento nos arrebatam. | Todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças são como trapo da imundícia. Todos nós murchamos como a folha; e as nossas iniquidades nos arrastam como um vento. |
| 7 | E já ninguem ha que invoque o teu nome, que se desperte, para pegar de ti; porque escondes de nós o teu rosto, e nos fazes derreter, por causa das nossas iniquidades. | Não há ninguém que invoque o teu nome, que se disponha a apegar-se a ti. Porque escondes de nós o teu rosto e nos consomes por causa das nossas iniquidades. |
| 8 | Porém agora, ó Senhor, tu és nosso Pae: nós o barro, e tu o nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos | Mas agora, SENHOR, tu és o nosso Pai. Nós somos o barro, e tu és o nosso oleiro; e todos nós somos obra das tuas mãos. |
| 9 | Não te enfureças tanto, ó Senhor, nem perpetuamente te lembres da iniquidade: eis, olha, peço-te, todos nós somos o teu povo | Não te enfureças tanto, ó SENHOR, nem te lembres para sempre da nossa iniquidade. Olha para nós, por favor, pois todos nós somos o teu povo. |
| 10 | As tuas sanctas cidades estão feitas um deserto: Sião está feita um deserto, Jerusalem está assolada. | As tuas santas cidades estão desertas. Sião virou um deserto; Jerusalém está arrasada. |
| 11 | A nossa sancta e gloriosa casa, em que te louvavam nossos paes, foi queimada a fogo; e todas as nossas desejaveis coisas se tornaram em assolação. | O nosso templo santo e glorioso, em que nossos pais te louvavam, foi queimado; todas as nossas coisas preciosas se tornaram em ruínas. |
| 12 | Conter-te-hias tu ainda sobre estas coisas, ó Senhor? ficarias calado, e nos opprimirias tanto? | Diante de tais calamidades, como podes te conter, ó SENHOR? Ficarias calado e nos afligirias ainda mais? |