Levítico 14
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
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| 1 | Depois fallou o Senhor a Moysés, dizendo: | O SENHOR disse a Moisés: |
| 2 | Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote, | — Esta será a lei a respeito do leproso no dia da sua purificação: o leproso será levado ao sacerdote; |
| 3 | E o sacerdote sairá fóra do arraial, e o sacerdote, examinando, e eis que, se a praga da lepra do leproso fôr sarada, | este sairá fora do arraial e o examinará. Se a praga da lepra estiver curada, |
| 4 | Então o sacerdote ordenará que por aquelle que se houver de purificar se tomem duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e carmezim e hyssopo. | o sacerdote mandará trazer, para aquele que se houver de purificar, duas aves vivas e puras, madeira de cedro, pano escarlate e hissopo. |
| 5 | Mandará tambem o sacerdote que se degole uma ave n'um vaso de barro sobre aguas vivas, | O sacerdote mandará que se mate uma das aves num vaso de barro, sobre águas correntes. |
| 6 | E tomará a ave viva, e o pau de cedro, e o carmezim, e o hyssopo, e os molhará com a ave viva no sangue da ave que foi degolada sobre as aguas vivas. | Depois o sacerdote pegará a ave que ficou viva, a madeira de cedro, o pano escarlate e o hissopo e os molhará no sangue da ave que foi morta sobre as águas correntes. |
| 7 | E sobre aquelle que ha de purificar-se da lepra espargirá sete vezes; então o declarará por limpo, e soltará a ave viva sobre a face do campo. | E aspergirá sete vezes sobre aquele que há de purificar-se da lepra; então o declarará puro e soltará a ave que ficou viva para o campo aberto. |
| 8 | E aquelle que tem a purificar-se lavará os seus vestidos, e rapará todo o seu pello, e se lavará com agua; assim será limpo: e depois entrará no arraial, porém ficará fóra da sua tenda por sete dias; | Aquele que tem de se purificar lavará as suas roupas, rapará todos os seus pelos, se banhará com água e estará puro; depois, entrará no arraial, porém ficará fora da sua tenda por sete dias. |
| 9 | E será que ao setimo dia rapará todo o seu pello, a sua cabeça, e a sua barba, e as sobrancelhas dos seus olhos; e rapará todo o seu outro pello, e lavará os seus vestidos, e lavará a sua carne com agua, e será limpo. | No sétimo dia, rapará todo o seu cabelo, a cabeça, a barba e as sobrancelhas; rapará todos os pelos, lavará as suas roupas, banhará o corpo com água e estará puro. |
| 10 | E ao dia oitavo tomará dois cordeiros sem mancha, e uma cordeira sem mancha, de um anno, e tres dizimas de flor de farinha para offerta de manjares, amassada com azeite, e um log de azeite; | — No oitavo dia, pegará dois cordeiros sem defeito, uma cordeira sem defeito, de um ano, seis litros da melhor farinha, para oferta de cereais, amassada com azeite, e separadamente um copo de azeite. |
| 11 | E o sacerdote que faz a purificação apresentará ao homem que houver de purificar-se com aquellas coisas perante o Senhor, á porta da tenda da congregação. | O sacerdote que faz a purificação apresentará o homem que houver de purificar-se e essas coisas diante do SENHOR, à porta da tenda do encontro; |
| 12 | E o sacerdote tomará um dos cordeiros, e o offerecerá por expiação da culpa, e o log de azeite; e os moverá por offerta movida perante o Senhor. | pegará um dos cordeiros e o oferecerá por oferta pela culpa juntamente com o copo de azeite; e os moverá por oferta movida diante do SENHOR. |
| 13 | Então degolará o cordeiro no logar em que se degola a expiação do peccado e o holocausto, no logar sancto; porque assim a expiação da culpa como a expiação do peccado é para o sacerdote; coisa sanctissima é. | Depois matará o cordeiro no lugar onde são mortos os animais da oferta pelo pecado e do holocausto, no lugar santo; porque tanto a oferta pela culpa como a oferta pelo pecado são para o sacerdote; são coisas santíssimas. |
| 14 | E o sacerdote tomará do sangue da expiação da culpa, e o sacerdote o porá sobre a ponta da orelha direita d'aquelle que tem a purificar-se, e sobre o dedo pollegar da sua mão direita, e no dedo pollegar do seu pé direito. | O sacerdote pegará um pouco do sangue da oferta pela culpa e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, sobre o polegar da sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito. |
| 15 | Tambem o sacerdote tomará do log de azeite, e o derramará na palma da sua propria mão esquerda. | Também pegará o copo de azeite e derramará um pouco na palma da própria mão esquerda. |
| 16 | Então o sacerdote molhará o seu dedo direito no azeite que está na sua mão esquerda, e d'aquelle azeite com o seu dedo espargirá sete vezes perante o Senhor; | Molhará o dedo direito no azeite que está na mão esquerda e daquele azeite aspergirá, com o dedo, sete vezes diante do SENHOR; |
| 17 | E o restante do azeite, que está na sua mão, o sacerdote porá sobre a ponta da orelha direita d'aquelle que tem a purificar-se, e sobre o dedo pollegar da sua mão direita, e sobre o dedo pollegar do seu pé direito, em cima do sangue da expiação da culpa; | do restante do azeite que está na mão, o sacerdote porá um pouco sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, sobre o polegar da sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito, em cima do sangue da oferta pela culpa. |
| 18 | E o restante do azeite que está na mão do sacerdote, o porá sobre a cabeça d'aquelle que tem a purificar-se: assim o sacerdote fará expiação por elle perante o Senhor | O restante do azeite que está na mão do sacerdote ele porá sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se; assim, o sacerdote fará expiação por ele diante do SENHOR. |
| 19 | Tambem o sacerdote fará a expiação do peccado, e fará expiação por aquelle que tem a purificar-se da sua immundicia; e depois degolará o holocausto; | — Então o sacerdote fará a oferta pelo pecado e fará expiação por aquele que tem de purificar-se da sua impureza. Depois, matará o animal do holocausto |
| 20 | E o sacerdote offerecerá o holocausto e a offerta de manjares sobre o altar: assim o sacerdote fará expiação por elle, e será limpo. | e o oferecerá com a oferta de cereais sobre o altar; assim, o sacerdote fará expiação pelo homem, e este ficará puro. |
| 21 | Porém se fôr pobre, e a sua mão não alcançar tanto, tomará um cordeiro para expiação da culpa em offerta de movimento, para fazer expiação por elle, e a dizima de flor de farinha, amassada com azeite, para offerta de manjares, e um log de azeite | Se for pobre, e as suas posses não lhe permitirem trazer tanto, pegará um cordeiro para oferta pela culpa como oferta movida, para fazer expiação por ele, e dois litros da melhor farinha, amassada com azeite, para oferta de cereais, um copo de azeite, |
| 22 | E duas rolas, ou dois pombinhos, conforme alcançar a sua mão, dos quaes um será para expiação do peccado, e o outro para holocausto. | duas rolinhas ou dois pombinhos, segundo as suas posses, dos quais um será para oferta pelo pecado, e o outro, para holocausto. |
| 23 | E ao oitavo dia da sua purificação os trará ao sacerdote, á porta da tenda da congregação, perante o Senhor, | No oitavo dia da sua purificação, trará isso ao sacerdote, à porta da tenda do encontro, diante do SENHOR. |
| 24 | E o sacerdote tomará o cordeiro da expiação da culpa, e o log de azeite, e o sacerdote os moverá por offerta movida perante o Senhor. | O sacerdote pegará o cordeiro da oferta pela culpa e o copo de azeite e os moverá por oferta movida diante do SENHOR. |
| 25 | Então degolará o cordeiro da expiação da culpa, e o sacerdote tomará do sangue da expiação da culpa, e o porá sobre a ponta da orelha direita d'aquelle que tem a purificar-se, e sobre o dedo pollegar da sua mão direita, e sobre o dedo pollegar do seu pé direito. | Então o sacerdote matará o cordeiro da oferta pela culpa, pegará um pouco do sangue da oferta pela culpa e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, sobre o polegar da sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito. |
| 26 | Tambem o sacerdote derramará do azeite na palma da sua propria mão esquerda; | Derramará um pouco do azeite na palma da própria mão esquerda; |
| 27 | Depois o sacerdote com o seu dedo direito espargirá do azeite que está na sua mão esquerda, sete vezes perante o Senhor, | e, com o dedo direito, aspergirá do azeite que está na sua mão esquerda sete vezes diante do SENHOR. |
| 28 | E o sacerdote porá do azeite que está na sua mão na ponta da orelha direita d'aquelle que tem a purificar-se, e no dedo pollegar da sua mão direita, e no dedo pollegar do seu pé direito; no logar do sangue da expiação da culpa. | Então, do azeite que está na sua mão, o sacerdote porá um pouco na ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, no polegar da sua mão direita e no polegar do seu pé direito, por cima do sangue da oferta pela culpa. |
| 29 | E o que sobejar do azeite que está na mão do sacerdote porá sobre a cabeça do que tem a purificar-se, para fazer expiação por elle perante o Senhor. | O restante do azeite que está na mão do sacerdote ele porá sobre a cabeça do que tem de purificar-se, para fazer expiação por ele diante do SENHOR. |
| 30 | Depois offerecerá uma das rolas ou dos pombinhos, conforme alcançar a sua mão. | Oferecerá uma das rolinhas ou um dos pombinhos, segundo as suas posses; |
| 31 | Do que alcançar a sua mão, será um para expiação do peccado e o outro para holocausto com a offerta de manjares; e assim o sacerdote fará expiação por aquelle que tem a purificar-se perante o Senhor. | será um para oferta pelo pecado, e o outro, para holocausto, além da oferta de cereais; e, assim, o sacerdote fará expiação por aquele que tem de purificar-se diante do SENHOR. |
| 32 | Esta é a lei d'aquelle em quem estiver a praga da lepra, cuja mão não alcançar aquillo para a sua purificação. | Esta é a lei a respeito daquele em quem está a praga da lepra, cujas posses não lhe permitem o que é preciso para a sua purificação. |
| 33 | Fallou mais o Senhor a Moysés e a Aarão, dizendo: | O SENHOR disse a Moisés e a Arão: |
| 34 | Quando tiverdes entrado na terra de Canaan que vos hei de dar por possessão, e eu enviar a praga da lepra em alguma casa da terra da vossa possessão, | — Quando vocês entrarem na terra de Canaã, que lhes darei por herança, e eu enviar a praga do mofo a alguma casa da terra que vocês passarão a possuir, |
| 35 | Então virá aquelle, cuja fôr a casa, e o fará saber ao sacerdote, dizendo: Parece-me que ha como que praga em minha casa. | o dono da casa fará saber ao sacerdote, dizendo: “Parece-me que existe algo como que uma praga em minha casa.” |
| 36 | E o sacerdote ordenará que despejem a casa, antes que venha o sacerdote para examinar a praga, para que tudo o que está na casa não seja contaminado: e depois virá o sacerdote, para examinar a casa: | O sacerdote ordenará que se esvazie a casa, antes que venha para examinar a praga, para que não seja contaminado tudo o que está na casa. Depois o sacerdote virá para examinar a casa |
| 37 | E, vendo a praga, e eis que se a praga nas paredes da casa tem covinhas verdes ou vermelhas, e parecem mais fundas do que a parede, | e examinará a praga. Se, nas paredes da casa, há manchas esverdeadas ou avermelhadas e parecem mais fundas que a parede, |
| 38 | Então o sacerdote sairá d'aquella casa para fóra da porta da casa, e cerrará a casa por sete dias. | então o sacerdote sairá da casa e a fechará por sete dias. |
| 39 | Depois tornará o sacerdote ao setimo dia, e examinará; e se vir que a praga nas paredes da casa se tem estendido, | No sétimo dia, o sacerdote voltará e examinará a casa. Se notar que a praga se alastrou nas paredes da casa, |
| 40 | Então o sacerdote ordenará que arranquem as pedras, em que estiver a praga, e que as lancem fóra da cidade n'um logar immundo: | ele ordenará que arranquem as pedras em que estiver a praga e que as lancem fora da cidade num lugar impuro; |
| 41 | E fará raspar a casa por dentro ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão fóra da cidade n'um logar immundo. | e fará raspar a casa por dentro, ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão, fora da cidade, num lugar impuro. |
| 42 | Depois tomarão outras pedras, e as porão no logar das primeiras pedras; o outro barro se tomará, e a casa se rebocará. | Depois pegarão outras pedras e as colocarão no lugar das primeiras; e rebocarão a casa com outra argamassa. |
| 43 | Porém, se a praga tornar, e brotar na casa, depois de se arrancarem as pedras, e depois da casa ser raspada, e depois de ser rebocada, | — Se a praga tornar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras, raspada a casa e de novo rebocada, |
| 44 | Então o sacerdote entrará, e, examinando, eis que, se a praga na casa se tem estendido, lepra roedora ha na casa: immunda está. | então o sacerdote entrará e examinará. Se a praga tiver se alastrado pela casa, há nela mofo que se espalha; está impura. |
| 45 | Portanto se derribará a casa, as suas pedras, e a sua madeira, como tambem todo o barro da casa; e se levará para fóra da cidade a um logar immundo. | O sacerdote mandará derrubar a casa, as pedras e a sua madeira, bem como todo o reboco da casa; e se levará tudo para fora da cidade, a um lugar impuro. |
| 46 | E o que entrar n'aquella casa, em qualquer dia em que estiver fechada, será immundo até á tarde. | Aquele que entrar na casa, enquanto está fechada, ficará impuro até a tarde. |
| 47 | Tambem o que se deitar a dormir em tal casa, lavará os seus vestidos: e o que comer em tal casa lavará os seus vestidos. | Também o que se deitar na casa terá de lavar as suas roupas; e quem nela comer terá de lavar as suas roupas. |
| 48 | Porém, tornando o sacerdote a entrar, e, examinando, eis que, se a praga na casa se não tem estendido, depois que a casa foi rebocada, o sacerdote declarará a casa por limpa, porque a praga está curada. | — Porém, se o sacerdote entrar na casa, e, examinando, verificar que a praga não se alastrou pela casa, depois que ela foi rebocada, o sacerdote a declarará pura, porque a praga está curada. |
| 49 | Depois tomará para expiar a casa duas aves, e pau de cedro, e carmezim e hyssopo: | Para purificar a casa, pegará duas aves, madeira de cedro, pano escarlate e hissopo, |
| 50 | E degolará uma ave n'um vaso de barro sobre aguas vivas: | e matará uma ave num vaso de barro sobre águas correntes. |
| 51 | Então tomará pau de cedro, e o hyssopo, e o carmezim, e a ave viva, e o molhará na ave degolada e nas aguas vivas, e espargirá a casa sete vezes: | Depois, pegará a madeira de cedro, o hissopo, o pano escarlate e a ave que ficou viva, os molhará no sangue da ave que foi morta e nas águas correntes e aspergirá a casa sete vezes. |
| 52 | Assim expiará aquella casa com o sangue da avezinha, e com as aguas vivas, e com a avezinha viva, e com o pau de cedro, e com o hyssopo, e com o carmezim. | Assim, purificará aquela casa com o sangue da ave, com as águas correntes, com a ave que ficou viva, com a madeira de cedro, com o hissopo e com o pano escarlate. |
| 53 | Então soltará a ave viva para fóra da cidade sobre a face do campo: assim fará expiação pela casa, e será limpa. | Então soltará a ave que ficou viva para fora da cidade, para o campo aberto; assim, fará expiação pela casa, e ficará pura. |
| 54 | Esta é a lei de toda a praga da lepra, e da tinha, | Esta é a lei para todos os tipos de praga de lepra, de micose, |
| 55 | E da lepra dos vestidos, e das casas, | de mofo das roupas e das casas, |
| 56 | E da inchação, e da apostema, e das empolas; | da inchação, da pústula e das manchas lustrosas, |
| 57 | Para ensinar em que dia alguma coisa será immunda, e em que dia será limpa. Esta é a lei da lepra. | para ensinar quando alguma coisa é pura ou impura. Esta é a lei a respeito da lepra. |