Mateus 21

Comparação de versões
Escolha as versões (até 4)
# NTLH NAA
1 Quando Jesus e os discípulos estavam chegando a Jerusalém, pararam no povoado de Betfagé, que fica perto do monte das Oliveiras. Dali Jesus enviou dois discípulos na frente, Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos,
2 com a seguinte ordem: — Vão até o povoado que fica ali adiante e, logo que vocês entrarem lá, encontrarão uma jumenta presa e um jumentinho com ela. Desamarrem os dois e os tragam aqui. dizendo-lhes: — Vão até a aldeia que está diante de vocês e logo encontrarão presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendam e tragam para mim.
3 Se alguém falar alguma coisa, digam que o Mestre precisa deles. Assim deixarão vocês trazerem logo os animais. E, se alguém disser alguma coisa, respondam: “O Senhor precisa deles.” E logo ele deixará que vocês tragam os animais.
4 Isso aconteceu para se cumprir o que o profeta tinha dito: Ora, isto aconteceu para se cumprir o que foi dito por meio do profeta:
5 “Digam ao povo de Jerusalém: Agora o seu rei está chegando. Ele é humilde e está montado num jumento e num jumentinho, filho de jumenta.” “Digam à filha de Sião: Eis que o seu Rei vem até você, humilde, montado em jumenta, e num jumentinho, cria de animal de carga.”
6 Então os discípulos foram e fizeram o que Jesus havia mandado. Indo os discípulos e tendo feito como Jesus lhes havia ordenado,
7 Levaram a jumenta e o jumentinho, jogaram as suas capas sobre eles, e Jesus montou. trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então puseram em cima deles as suas capas, e sobre elas Jesus montou.
8 Da grande multidão que ia com eles, alguns estendiam as suas capas no chão, e outros espalhavam no chão ramos que tinham cortado das árvores. E a maior parte da multidão estendeu as suas capas no caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pelo caminho.
9 Tanto os que iam na frente como os que vinham atrás começaram a gritar: — Hosana ao Filho de Davi! Que Deus abençoe aquele que vem em nome do Senhor! Hosana a Deus nas alturas do céu! E as multidões, tanto as que iam adiante dele como as que o seguiam, clamavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!”
10 Quando Jesus entrou em Jerusalém, toda a cidade ficou agitada, e o povo perguntava: — Quem é ele? E, quando Jesus entrou em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou. E perguntavam: — Quem é este?
11 A multidão respondia: — Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia. E as multidões respondiam: — Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia!
12 Jesus entrou no pátio do Templo e expulsou todos os que compravam e vendiam naquele lugar. Derrubou as mesas dos que trocavam dinheiro e as cadeiras dos que vendiam pombas. Jesus entrou no templo e expulsou todos os que ali vendiam e compravam. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
13 Ele lhes disse: — Nas Escrituras Sagradas está escrito que Deus disse o seguinte: “A minha casa será chamada de ‘Casa de Oração’.” Mas vocês a transformaram num esconderijo de ladrões! E disse-lhes: — Está escrito: “A minha casa será chamada ‘Casa de Oração’.” Mas vocês estão fazendo dela um covil de salteadores.
14 Cegos e coxos iam encontrar Jesus no pátio do Templo, e ele os curava. Cegos e coxos se aproximaram de Jesus, no templo, e ele os curou.
15 Os chefes dos sacerdotes e os mestres da Lei ficaram zangados quando viram as coisas maravilhosas que ele fazia e ouviram as crianças gritando no pátio do Templo: — Hosana ao Filho de Davi! Mas, quando os principais sacerdotes e os escribas viram as maravilhas que Jesus fazia e as crianças que gritavam no templo: “Hosana ao Filho de Davi!”, ficaram indignados e perguntaram a Jesus:
16 E eles disseram a Jesus: — Você está ouvindo o que estão dizendo? Jesus respondeu: — Claro que sim! Será que vocês nunca leram a passagem das Escrituras Sagradas que diz: “Deus ensinou as crianças e as criancinhas a oferecerem o louvor perfeito”? — Você está ouvindo o que estão dizendo? Jesus respondeu: — Sim! Vocês nunca leram: “Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste o perfeito louvor”?
17 Então Jesus os deixou, saiu da cidade e foi para o povoado de Betânia. E passou a noite ali. E, deixando-os, saiu da cidade e foi para Betânia, onde passou a noite.
18 No dia seguinte, quando estava voltando para a cidade, Jesus teve fome. Cedo de manhã, ao voltar para a cidade, Jesus teve fome.
19 Ele viu uma figueira na beira da estrada e foi até lá, mas não encontrou nada; só folhas. Aí disse para a figueira: — Nunca mais dê figos! E na mesma hora a figueira secou. E, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela, mas não encontrou nada, a não ser folhas. Então Jesus disse à figueira: — Nunca mais nasça fruto de você! E a figueira secou imediatamente.
20 Os discípulos viram isso, ficaram muito admirados e disseram: — Como a figueira secou depressa! Quando os discípulos viram isso, ficaram admirados e disseram: — Como a figueira secou depressa!
21 Então Jesus disse: — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: se tiverem fé e não duvidarem, vocês poderão fazer a mesma coisa que eu fiz com esta figueira. E não somente isso, mas vocês poderão dizer a este monte: “Levante-se e jogue-se no mar”, e isso acontecerá. Ao que Jesus lhes disse: — Em verdade lhes digo que, se tiverem fé e não duvidarem, não somente farão o que foi feito à figueira, mas até mesmo, se disserem a este monte: “Levante-se e jogue-se no mar”, assim será feito.
22 Se crerem, receberão tudo o que pedirem em oração. E tudo o que pedirem em oração, crendo, vocês receberão.
23 Jesus chegou ao Templo, e, quando já estava ensinando, alguns chefes dos sacerdotes e alguns líderes judeus chegaram perto dele e perguntaram: — Com que autoridade você faz essas coisas? Quem lhe deu essa autoridade? Jesus entrou no templo e, quando já estava ensinando, os principais sacerdotes e os anciãos do povo se aproximaram dele e perguntaram: — Com que autoridade você faz estas coisas? E quem lhe deu esta autoridade?
24 Jesus respondeu: — Eu também vou fazer uma pergunta a vocês. Se me derem a resposta certa, eu direi com que autoridade faço essas coisas. Jesus respondeu: — Eu também vou fazer uma pergunta a vocês. Se me responderem, também eu lhes direi com que autoridade faço estas coisas.
25 Respondam: quem deu autoridade a João para batizar? Foi Deus ou foram pessoas? Aí eles começaram a dizer uns aos outros: — Se dissermos que foi Deus, ele vai perguntar: “Então por que vocês não creram em João?” De onde era o batismo de João: do céu ou dos homens? E eles discutiam entre si: — Se dissermos: “Do céu”, ele nos dirá: “Então por que não acreditaram nele?”
26 Mas, se dissermos que foram pessoas, temos medo do que o povo pode fazer, pois todos acham que João era profeta. Mas, se dissermos: “Dos homens”, é de temer o povo. Porque todos consideram João um profeta.
27 Por isso responderam: — Não sabemos. — Então eu também não digo com que autoridade faço essas coisas! — disse Jesus. Então responderam a Jesus: — Não sabemos. E ele, por sua vez, lhes disse: — Então eu também não lhes digo com que autoridade faço estas coisas.
28 Jesus continuou: — E o que é que vocês acham disto? Certo homem tinha dois filhos. Ele foi falar com o mais velho e disse: “Filho, hoje você vai trabalhar na minha plantação de uvas.” — O que vocês acham? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: “Filho, vá hoje trabalhar na vinha.”
29 — Ele respondeu: “Eu não quero ir.” Mas depois mudou de ideia e foi. Ele respondeu: “Não quero ir.” Mas depois, arrependido, foi.
30 — O pai foi e deu ao outro filho a mesma ordem. E este disse: “Sim, senhor.” Mas depois não foi. Dirigindo-se ao outro filho, o pai disse a mesma coisa. Ele respondeu: “Sim, senhor.” Mas não foi.
31 — Qual deles fez o que o pai queria? — perguntou Jesus. E eles responderam: — O filho mais velho. Então Jesus disse a eles: — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: os cobradores de impostos e as prostitutas estão entrando no Reino de Deus antes de vocês. Qual dos dois fez a vontade do pai? Eles responderam: — O primeiro. Então Jesus disse: — Em verdade lhes digo que os publicanos e as prostitutas estão entrando no Reino de Deus primeiro que vocês.
32 Pois João Batista veio para mostrar a vocês o caminho certo, e vocês não creram nele; mas os cobradores de impostos e as prostitutas creram. Porém, mesmo tendo visto isso, vocês não se arrependeram e não creram nele. Porque João veio até vocês no caminho da justiça, e vocês não acreditaram nele; no entanto, os publicanos e as prostitutas acreditaram. Vocês, porém, mesmo vendo isso, não se arrependeram depois para acreditar nele.
33 Jesus disse: — Escutem outra parábola: certo agricultor fez uma plantação de uvas e pôs uma cerca em volta dela. Construiu um tanque para pisar as uvas e fazer vinho e construiu uma torre para o vigia. Em seguida, arrendou a plantação para alguns lavradores e foi viajar. — Escutem outra parábola. Havia um homem, dono de terras, que plantou uma vinha. Pôs uma cerca em volta dela, construiu nela um lagar, edificou uma torre e arrendou a vinha a uns lavradores. Depois, ausentou-se do país.
34 Quando chegou o tempo da colheita, o dono mandou alguns empregados a fim de receber a parte dele. Quando chegou o tempo da colheita, o dono da vinha mandou os seus servos aos lavradores, para receber os frutos que cabiam a ele.
35 Mas os lavradores agarraram os empregados, bateram num, assassinaram outro e mataram ainda outro a pedradas. Mas os lavradores, agarrando os servos, espancaram um, mataram outro e apedrejaram ainda outro.
36 Aí o dono mandou mais empregados do que da primeira vez. E os lavradores fizeram a mesma coisa. O dono enviou ainda outros servos em maior número; e os lavradores fizeram a mesma coisa com eles.
37 Depois de tudo isso, ele mandou o seu próprio filho, pensando: “O meu filho eles vão respeitar.” Por último, o dono da vinha enviou-lhes o seu próprio filho, pensando: “O meu filho eles respeitarão.”
38 Mas, quando os lavradores viram o filho, disseram uns aos outros: “Este é o filho do dono; ele vai herdar a plantação. Vamos matá-lo, e a plantação será nossa.” Mas os lavradores, vendo o filho, disseram uns aos outros: “Este é o herdeiro; venham, vamos matá-lo e ficar com a herança dele para nós.”
39 — Então agarraram o filho, e o jogaram para fora da plantação, e o mataram. E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e o mataram.
40 Aí Jesus perguntou: — E agora, quando o dono da plantação voltar, o que é que ele vai fazer com aqueles lavradores? Quando, pois, vier o dono da vinha, que fará àqueles lavradores?
41 Eles responderam: — Com certeza ele vai matar aqueles lavradores maus e vai arrendar a plantação a outros. E estes lhe darão a parte da colheita no tempo certo. Eles responderam: — Fará perecer horrivelmente aqueles malvados e arrendará a vinha a outros lavradores que lhe entregarão os frutos no tempo certo.
42 Jesus então perguntou: — Vocês não leram o que as Escrituras Sagradas dizem? “A pedra que os construtores rejeitaram veio a ser a mais importante de todas. Isso foi feito pelo Senhor e é uma coisa maravilhosa!” Então Jesus perguntou: — Vocês nunca leram nas Escrituras: “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a pedra angular. Isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos”?
43 E Jesus terminou: — Eu afirmo a vocês que o Reino de Deus será tirado de vocês e será dado para as pessoas que produzem os frutos do Reino. — Portanto, eu lhes digo que o Reino de Deus será tirado de vocês e entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos.
44 Quem cair em cima dessa pedra ficará em pedaços. E, se a pedra cair sobre alguém, essa pessoa vai virar pó. Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó.
45 Os chefes dos sacerdotes e os fariseus ouviram as parábolas que Jesus contou e sabiam que ele estava falando a respeito deles. Os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas parábolas, entenderam que Jesus falava a respeito deles;
46 Por isso queriam prendê-lo, mas tinham medo da multidão porque o povo achava que Jesus era profeta. e, embora quisessem prendê-lo, tinham medo das multidões, porque estas o consideravam como profeta.