Mateus 26
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
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| 1 | E aconteceu que, quando Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos seus discipulos: | Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, disse aos seus discípulos: |
| 2 | Bem sabeis que d'aqui a dois dias é a paschoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado. | — Vocês sabem que, daqui a dois dias, será celebrada a Páscoa, e o Filho do Homem será entregue para ser crucificado. |
| 3 | Então os principes dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos do povo reuniram-se na sala do summo sacerdote, o qual se chamava Caiphás, | Então os principais sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, chamado Caifás, |
| 4 | E consultaram-se juntamente para prenderem Jesus com dolo e o matarem. | e deliberaram prender Jesus, à traição, e matá-lo. |
| 5 | Porém diziam: Não durante a festa, para que não haja alvoroço entre o povo. | Mas diziam: — Não durante a festa, para que não haja tumulto entre o povo. |
| 6 | E, estando Jesus em Bethania, em casa de Simão, o leproso, | Quando Jesus estava em Betânia, na casa de Simão, o leproso, |
| 7 | Approximou-se d'elle uma mulher com um vaso d'alabastro, com unguento de grande valor, e derramou-lh'o sobre a cabeça, estando elle assentado á mesa. | aproximou-se dele uma mulher, trazendo um frasco feito de alabastro com um perfume precioso, que ela derramou sobre a cabeça de Jesus, estando ele à mesa. |
| 8 | E os seus discipulos, vendo isto, indignaram-se, dizendo: Porque se faz este desperdicio? | Vendo isto, os discípulos ficaram indignados e disseram: — Para que este desperdício? |
| 9 | Pois este unguento podia vender-se por grande preço, e dar-se o dinheiro aos pobres. | Este perfume poderia ter sido vendido por muito dinheiro, para ser dado aos pobres. |
| 10 | Jesus, porém, conhecendo isto, disse-lhes: Porque affligis esta mulher? pois praticou uma boa acção para comigo. | Mas Jesus, sabendo disto, lhes disse: — Por que vocês estão incomodando esta mulher? Ela praticou uma boa ação para comigo. |
| 11 | Porquanto sempre tendes comvosco os pobres, mas a mim não me haveis de ter sempre. | Porque os pobres estarão sempre com vocês, mas a mim vocês nem sempre terão. |
| 12 | Ora, derramando ella este unguento sobre o meu corpo, fel-o preparando-me para o meu enterramento. | Porque, derramando este perfume sobre o meu corpo, ela o fez para o meu sepultamento. |
| 13 | Em verdade vos digo que, onde quer que este Evangelho fôr prégado, em todo o mundo, tambem será dito o que ella fez, para memoria sua. | Em verdade lhes digo que, onde for pregado em todo o mundo este evangelho, também será contado o que ela fez, para memória dela. |
| 14 | Então um dos doze chamado Judas Iscariotes, foi ter com os principes dos sacerdotes, | Então um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi falar com os principais sacerdotes. |
| 15 | E disse: Que me quereis dar, e eu vol-o entregarei? E elles lhe arbitraram trinta moedas de prata, | Ele disse: — Quanto me darão para que eu o entregue a vocês? E pagaram-lhe trinta moedas de prata. |
| 16 | E desde então buscava opportunidade para o entregar. | E, desse momento em diante, Judas buscava uma boa ocasião para entregar Jesus. |
| 17 | E, no primeiro dia da festa dos pães asmos, chegaram os discipulos junto de Jesus, dizendo: Onde queres que te preparemos o necessario para comer a paschoa? | No primeiro dia da Festa dos Pães sem Fermento, os discípulos vieram a Jesus e lhe perguntaram: — Onde quer que façamos os preparativos para que o senhor possa comer a Páscoa? |
| 18 | E elle disse: Ide á cidade a um certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está proximo; em tua casa celebro a paschoa com os meus discipulos. | E ele lhes respondeu: — Vão até a cidade, procurem certo homem e digam: “O Mestre diz: O meu tempo está próximo. É em sua casa que celebrarei a Páscoa com os meus discípulos.” |
| 19 | E os discipulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a paschoa. | E eles fizeram como Jesus lhes havia ordenado e prepararam a Páscoa. |
| 20 | E, chegada a tarde, assentou-se á mesa com os doze. | Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. |
| 21 | E, comendo elles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me ha de trahir. | E, enquanto comiam, Jesus disse: — Em verdade lhes digo que um de vocês vai me trair. |
| 22 | E elles, entristecendo-se muito, começaram cada um a dizer-lhe: Porventura sou eu, Senhor? | E eles, muito entristecidos, começaram um por um a perguntar-lhe: — Por acaso seria eu, Senhor? |
| 23 | E elle, respondendo, disse: O que mette a mão no prato comigo, esse me ha de trahir. | Jesus respondeu: — O que comigo põe a mão no prato, esse vai me trair. |
| 24 | Em verdade o Filho do homem vae, como ácerca d'elle está escripto, mas ai d'aquelle homem por quem o Filho do homem é trahido! bom seria a esse homem se não houvera nascido. | O Filho do Homem vai, como está escrito a seu respeito; mas ai daquele por quem o Filho do Homem está sendo traído! Melhor seria para ele se nunca tivesse nascido! |
| 25 | E, respondendo Judas, o que o trahia, disse: Porventura sou eu, Rabbi? Elle disse: Tu o disseste. | Então Judas, que o traía, perguntou: — Por acaso sou eu, Mestre? Jesus respondeu: — Você acabou de dizer isso. |
| 26 | E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discipulos, e disse: Tomae, comei, isto é o meu corpo. | Enquanto comiam, Jesus pegou um pão, e, abençoando-o, o partiu e deu aos discípulos, dizendo: — Tomem, comam; isto é o meu corpo. |
| 27 | E, tomando o calix, e dando graças, deu-lh'o, dizendo: Bebei d'elle todos; | A seguir, Jesus pegou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos seus discípulos, dizendo: — Bebam todos dele; |
| 28 | Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos peccados. | porque isto é o meu sangue, o sangue da aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. |
| 29 | E digo-vos que, desde agora, não beberei d'este fructo da vide até áquelle dia em que o beber de novo comvosco no reino de meu Pae. | E digo a vocês que, desta hora em diante, nunca mais beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que beberei com vocês o vinho novo, no Reino de meu Pai. |
| 30 | E, tendo cantado o hymno, sairam para o monte das Oliveiras. | E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras. |
| 31 | Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim; porque está escripto: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão. | Então Jesus disse aos discípulos: — Esta noite serei uma pedra de tropeço para todos vocês, porque está escrito: “Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho ficarão dispersas.” |
| 32 | Mas, depois de eu resuscitar, irei adiante de vós para a Galilea. | Mas, depois da minha ressurreição, irei adiante de vocês para a Galileia. |
| 33 | Pedro, porém, respondendo, disse-lhe: Ainda que todos se escandalizem em ti, eu nunca me escandalizarei. | Mas Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: — Ainda que o senhor venha a ser um tropeço para todos, nunca o será para mim. |
| 34 | Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que, n'esta mesma noite, antes que o gallo cante, tres vezes me negarás. | Mas Jesus lhe disse: — Em verdade lhe digo que, nesta noite, antes que o galo cante, você me negará três vezes. |
| 35 | Disse-lhe Pedro: Ainda que me seja mister morrer comtigo, não te negarei. E o mesmo todos os discipulos disseram. | Pedro insistiu: — Ainda que me seja necessário morrer com o senhor, de modo nenhum o negarei. E todos os discípulos disseram o mesmo. |
| 36 | Então chegou Jesus com elles a um logar chamado Gethsemane, e disse aos discipulos: Assentae-vos aqui, emquanto vou além, a orar. | Em seguida, Jesus foi com eles a um lugar chamado Getsêmani. E disse aos discípulos: — Sentem-se aqui, enquanto eu vou ali orar. |
| 37 | E, levando comsigo Pedro e os dois filhos de Zebedeo, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. | E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a sentir-se tomado de tristeza e de angústia. |
| 38 | Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até á morte; ficae aqui, e velae comigo. | Então lhes disse: — A minha alma está profundamente triste até a morte; fiquem aqui e vigiem comigo. |
| 39 | E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pae, se é possivel, passe de mim este calix; porém, não como eu quero, mas como tu queres. | E, adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: — Meu Pai, se é possível, que passe de mim este cálice! Contudo, não seja como eu quero, e sim como tu queres. |
| 40 | E voltou para os seus discipulos, e achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora podeste velar comigo? | E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo. E disse a Pedro: — Então nem uma hora vocês puderam vigiar comigo? |
| 41 | Vigiae e orae, para que não entreis em tentação: na verdade, o espirito está prompto, mas a carne é fraca. | Vigiem e orem, para que não caiam em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. |
| 42 | E, indo segunda vez, orou, dizendo: Meu Pae, se este calix não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. | Retirando-se pela segunda vez, orou de novo, dizendo: — Meu Pai, se não é possível que este cálice passe de mim sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. |
| 43 | E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam carregados. | E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os olhos deles estavam pesados. |
| 44 | E, deixando-os, voltou, e orou terceira vez, dizendo as mesmas palavras. | Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. |
| 45 | Então chegou junto dos seus discipulos, e disse-lhes: Dormi agora, e repousae; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos peccadores. | Então voltou para os discípulos e lhes disse: — Vocês ainda estão dormindo e descansando! Eis que é chegada a hora, e o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos de pecadores. |
| 46 | Levantae-vos, partamos; eis que é chegado o que me trahe. | Levantem-se, vamos embora! Eis que o traidor se aproxima. |
| 47 | E, estando elle ainda a fallar, eis que chegou Judas, um dos doze, e com elle uma grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos principes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. | E enquanto Jesus ainda falava, eis que chegou Judas, um dos doze, e, com ele, grande multidão com espadas e porretes, vinda da parte dos principais sacerdotes e dos anciãos do povo. |
| 48 | E o que o trahia tinha-lhes dado signal, dizendo: O que eu beijar é elle; prendei-o. | Ora, o traidor tinha dado a eles um sinal: “Aquele que eu beijar, é esse; prendam-no.” |
| 49 | E logo, approximando-se de Jesus, disse: Eu te saudo Rabbi. E beijou-o. | E logo, aproximando-se de Jesus, Judas disse: — Salve, Mestre! E o beijou. |
| 50 | Jesus, porém, lhe disse: Amigo, a que vieste? Então, approximando-se, lançaram mão de Jesus, e prenderam-n'o. | Jesus, porém, lhe disse: — Amigo, o que você veio fazer? Nisto, aproximando-se eles, agarraram Jesus e o prenderam. |
| 51 | E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do summo sacerdote, cortou-lhe uma orelha. | E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, sacou da espada e, golpeando o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe a orelha. |
| 52 | Então Jesus disse-lhe: Mette no seu logar a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada á espada morrerão. | Então Jesus lhe disse: — Coloque a espada de volta no seu lugar, pois todos os que lançam mão da espada à espada perecerão. |
| 53 | Ou pensas tu que não poderia eu agora orar a meu Pae, e elle não me daria mais de doze legiões d'anjos? | Ou você acha que não posso pedir a meu Pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos? |
| 54 | Como pois se cumpririam as Escripturas, que dizem que assim convem que aconteça? | Mas como, então, se cumpririam as Escrituras, que dizem que assim deve acontecer? |
| 55 | Então disse Jesus á multidão: Saistes, como a um salteador, com espadas e varapaus para me prender? todos os dias me assentava junto de vós, ensinando no templo, e não me prendestes. | Naquele momento, Jesus disse às multidões: — Vocês vieram com espadas e porretes para prender-me, como se eu fosse um salteador? Todos os dias, no templo, eu me assentava ensinando, e vocês não me prenderam. |
| 56 | Mas tudo isto aconteceu para que se cumpram as escripturas dos prophetas. Então todos os discipulos, deixando-o, fugiram. | Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas. Então todos os discípulos o deixaram e fugiram. |
| 57 | E, os que prenderam a Jesus, o conduziram ao summo sacerdote, Caiphás, onde os escribas e os anciãos estavam reunidos. | E os que prenderam Jesus o levaram à casa de Caifás, o sumo sacerdote, onde se haviam reunido os escribas e os anciãos. |
| 58 | E Pedro o seguiu de longe até ao pateo do summo sacerdote: e, entrando dentro, assentou-se entre os creados, para vêr o fim. | Pedro o seguia de longe até o pátio do sumo sacerdote. E, tendo entrado, assentou-se entre os servos, para ver como aquilo ia terminar. |
| 59 | E os principes dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para o poderem matar, | E os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho falso contra Jesus, a fim de o condenarem à morte. |
| 60 | Mas não o achavam, apezar de se apresentarem muitas testemunhas falsas; mas por fim chegaram duas falsas testemunhas, | E não acharam, apesar de terem sido apresentadas muitas testemunhas falsas. Mas, afinal, compareceram duas, afirmando: |
| 61 | E disseram: Este disse: Eu posso derribar o templo de Deus, e reedifical-o em tres dias. | — Este disse: “Posso destruir o santuário de Deus e reconstruí-lo em três dias.” |
| 62 | E, levantando-se o summo sacerdote, disse-lhe: Não respondes coisa alguma ao que estes depõem contra ti? | E, levantando-se o sumo sacerdote, perguntou a Jesus: — Você não diz nada em resposta ao que estes depõem contra você? |
| 63 | Jesus, porém, guardava silencio. E, insistindo o summo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Christo, o Filho de Deus. | Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: — Eu exijo que nos diga, tendo o Deus vivo por testemunha, se você é o Cristo, o Filho de Deus. |
| 64 | Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado á direita da magestade divina, e vindo sobre as nuvens do céu. | Jesus respondeu: — É o senhor mesmo quem está dizendo isso. Mas eu lhes digo que, desde agora, vocês verão o Filho do Homem sentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu. |
| 65 | Então o summo sacerdote rasgou os seus vestidos, dizendo: Blasphemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasphemia. | Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes e disse: — Blasfemou! Por que ainda precisamos de testemunhas? Eis que agora mesmo vocês ouviram a blasfêmia! |
| 66 | Que vos parece? E elles, respondendo, disseram: E réu de morte. | O que vocês acham? E eles responderam: — É réu de morte. |
| 67 | Então cuspiram-lhe no rosto; e uns lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam, | Então alguns cuspiram no rosto de Jesus e bateram nele. E outros o esbofeteavam, dizendo: |
| 68 | Dizendo: Prophetiza-nos, Christo, quem é o que te bateu? | — Profetize para nós, ó Cristo! Quem foi que bateu em você? |
| 69 | E Pedro estava assentado fóra, no pateo, e approximou-se d'elle uma creada, dizendo: Tu tambem estavas com Jesus, o galileo. | Pedro estava sentado fora no pátio. Uma empregada se aproximou e lhe disse: — Você também estava com Jesus, o galileu. |
| 70 | Mas elle negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. | Mas ele negou diante de todos e disse: — Não sei o que você está dizendo. |
| 71 | E, saindo para o vestibulo, viu-o outra, e disse aos que ali estavam: Este tambem estava com Jesus, o nazareno. | Quando se dirigia para a porta, Pedro foi visto por outra empregada, que disse aos que estavam ali: — Este também estava com Jesus, o Nazareno. |
| 72 | E elle negou outra vez com juramento, dizendo: Não conheço tal homem. | E ele negou outra vez, com juramento: — Não conheço esse homem. |
| 73 | E, d'ahi a pouco, approximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Verdadeiramente tambem tu és um d'elles, pois a tua falla te denuncia. | Pouco depois, aproximando-se os que estavam ali, disseram a Pedro: — Com certeza você também é um deles, porque o seu modo de falar o denuncia. |
| 74 | Então começou elle a imprecar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E immediatamente o gallo cantou. | Então ele começou a praguejar e a jurar: — Não conheço esse homem! E no mesmo instante o galo cantou. |
| 75 | E lembrou-se Pedro das palavras de Jesus, que lhe dissera: Antes que o gallo cante, tres vezes me negarás. E, saindo d'ali, chorou amargamente. | Então Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe tinha dito: “Antes que o galo cante, você me negará três vezes.” E Pedro, saindo dali, chorou amargamente. |