Lucas 19

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# AS21 NAA
1 Tendo entrado em Jericó, Jesus atravessava a cidade. Entrando em Jericó, Jesus atravessava a cidade.
2 Havia ali um homem chamado Zaqueu, que era rico e chefe de publicanos. Eis que um homem rico, chamado Zaqueu, chefe dos publicanos,
3 Ele tentava ver quem era Jesus e não conseguia, por causa da multidão e porque era de pequena estatura. procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura.
4 Correndo na frente, subiu num sicômoro a fim de vê-lo, pois Jesus tinha de passar por ali. Então, correndo adiante, subiu num sicômoro a fim de ver Jesus, porque ele havia de passar por ali.
5 Quando chegou àquele lugar, Jesus olhou para cima e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje tenho de ficar em tua casa. Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse: — Zaqueu, desça depressa, porque hoje preciso ficar na sua casa.
6 Então ele desceu rapidamente e o recebeu com alegria. Zaqueu desceu depressa e o recebeu com alegria.
7 Ao verem isso, todos criticavam, dizendo: Ele foi ser hóspede de um homem pecador. Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que Jesus tinha se hospedado com um homem pecador.
8 Zaqueu, porém, levantando-se, disse ao Senhor: Vê, Senhor, darei aos pobres metade dos meus bens, e, se prejudiquei alguém em alguma coisa, eu lhe restituirei quatro vezes mais. Zaqueu, por sua vez, se levantou e disse ao Senhor: — Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres. E, se roubei alguma coisa de alguém, vou restituir quatro vezes mais.
9 Disse-lhe Jesus: Hoje a salvação chegou a esta casa, pois este homem também é filho de Abraão. Então Jesus lhe disse: — Hoje houve salvação nesta casa, pois também este é filho de Abraão.
10 Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.
11 Ouvindo eles isso, Jesus prosseguiu e contou uma parábola, por estar perto de Jerusalém e por eles pensarem que o reino de Deus se manifestaria imediatamente. Ouvindo eles estas coisas, Jesus contou uma parábola, visto estar perto de Jerusalém e lhes parecer que o Reino de Deus havia de manifestar-se imediatamente.
12 E disse: Um homem nobre partiu para uma terra distante, a fim de ser feito rei e depois voltar. Por isso, Jesus disse: — Certo homem nobre partiu para uma terra distante, a fim de tomar posse de um reino e voltar.
13 E chamando dez servos, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Negociai-as até que eu volte. Chamou dez dos seus servos, confiou-lhes dez minas e disse-lhes: “Negociem até que eu volte.”
14 Mas os seus concidadãos o odiavam; e enviaram atrás dele uma delegação, dizendo: Não queremos que este homem reine sobre nós. Mas os seus concidadãos o odiavam e enviaram após ele uma embaixada, dizendo: “Não queremos que este reine sobre nós.”
15 E aconteceu que, quando ele voltou, depois de ter sido feito rei, mandou chamar aqueles servos a quem entregara o dinheiro, a fim de saber como cada um havia negociado. — Quando ele voltou, depois de ter tomado posse do reino, mandou chamar os servos a quem tinha dado o dinheiro, a fim de saber quanto tinham conseguido ganhar em seus negócios.
16 O primeiro apresentou-se e disse: Senhor, a tua mina rendeu outras dez minas. — O primeiro se apresentou e disse: “Senhor, a sua mina rendeu dez.”
17 O senhor lhe respondeu: Muito bem, servo bom! Foste fiel no pouco; por isso terás autoridade sobre dez cidades. O senhor lhe disse: “Muito bem, servo bom! E porque você foi fiel no pouco, terá autoridade sobre dez cidades.”
18 Veio o segundo e disse: Senhor, a tua mina rendeu outras cinco minas. — O segundo servo veio e disse: “Senhor, a sua mina rendeu cinco.”
19 A este também respondeu: Da mesma forma tu, recebe cinco cidades. A este o senhor disse: “Você terá autoridade sobre cinco cidades.”
20 E veio outro, dizendo: Senhor, aqui está a tua mina, que guardei num pano; — Então veio outro servo, dizendo: “Senhor, aqui está a sua mina, que eu guardei embrulhada num lenço.
21 pois tive medo de ti, porque és homem severo; tomas o que não deste e colhes o que não semeaste. Porque tive medo do senhor, que é homem rigoroso. O senhor retira o que não depositou e colhe o que não semeou.”
22 O Senhor lhe disse: Servo mau! Pela tua boca te julgarei. Sabias que sou homem severo, que tomo o que não dei e colho o que não semeei; Mas o senhor respondeu: “Servo mau, eu o julgarei usando as suas próprias palavras. Você sabia que eu sou homem rigoroso, que retiro o que não depositei e colho o que não semeei.
23 por que, então, não puseste o meu dinheiro no banco? Então, quando voltasse, eu o teria retirado com juros. Por que você não pôs o meu dinheiro no banco? E, então, na minha vinda, eu o receberia com juros.”
24 E disse aos que estavam ali: Tirai-lhe a mina; dai-a ao que tem dez minas. — E disse aos que estavam ali: “Tirem dele a mina e deem ao que tem as dez.”
25 Eles lhe responderam: Senhor, ele já tem dez minas. Eles ponderaram: “Senhor, ele já tem dez.”
26 Pois eu vos digo que a todo que tem, mais lhe será dado; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. Ao que o senhor respondeu: “Pois eu declaro a vocês que a todo o que tem será dado ainda mais; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
27 Quanto, porém, aos meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente. Mas quanto a esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, tragam-nos aqui e os matem na minha presença.”
28 Tendo assim falado, Jesus seguiu caminhando adiante deles, subindo para Jerusalém. E, depois de dizer isto, Jesus prosseguia a sua viagem para Jerusalém.
29 Ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, perto do monte chamado das Oliveiras, enviou dois de seus discípulos, E aconteceu que, ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, junto ao monte das Oliveiras, Jesus enviou dois dos seus discípulos,
30 dizendo-lhes: Ide ao povoado que está adiante, e ali, ao entrar, achareis amarrado um jumentinho sobre o qual ninguém jamais montou; desamarrai-o e trazei-o. dizendo-lhes: — Vão até a aldeia que fica ali adiante e, ao entrar, encontrarão preso um jumentinho, o qual ainda ninguém montou; desprendam o jumentinho e tragam aqui.
31 Se alguém vos perguntar: Por que o desamarrais?, respondereis assim: O Mestre precisa dele. Se alguém perguntar: “Por que o estão desprendendo?”, respondam assim: “Porque o Senhor precisa dele.”
32 Partiram, pois, os que haviam sido enviados e acharam tudo conforme lhes dissera. E, indo os que foram mandados, acharam tudo conforme Jesus lhes tinha dito.
33 Enquanto desamarravam o jumentinho, os seus donos lhes perguntaram: Por que desamarrais o jumentinho? Quando eles estavam soltando o jumentinho, os donos do animal disseram: — Por que estão desprendendo o jumentinho?
34 Eles responderam: O Mestre precisa dele. Eles responderam: — Porque o Senhor precisa dele.
35 Levaram-no, pois, a Jesus e, pondo os seus mantos sobre o jumentinho, fizeram com que Jesus o montasse. Então trouxeram o jumentinho até Jesus e, pondo as suas capas sobre o animal, ajudaram Jesus a montar.
36 E, enquanto ele passava, outros estendiam os seus mantos pelo caminho. À medida que Jesus avançava, as pessoas estendiam as suas capas no caminho.
37 Já perto da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão de discípulos, alegrando-se muito, começou a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que havia visto, E, quando Jesus se aproximava da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou, com muita alegria, a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinham visto.
38 dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas. Diziam: “Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas!”
39 Nisso, alguns dos fariseus dentre a multidão disseram-lhe: Mestre, repreende os teus discípulos. Alguns dos fariseus lhe disseram em meio à multidão: — Mestre, repreenda os seus discípulos!
40 Mas ele lhes respondeu: Eu vos digo que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão. Mas Jesus respondeu: — Eu afirmo a vocês que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão.
41 E quando se aproximou e viu a cidade, chorou por ela; Quando Jesus ia chegando a Jerusalém, vendo a cidade, chorou por ela,
42 e disse: Ah! Se tu conhecesses, ao menos neste dia, o que te poderia trazer a paz! Mas agora isso está encoberto aos teus olhos. dizendo: — Ah! Se você soubesse, ainda hoje, o que é preciso para conseguir a paz! Mas isto está agora oculto aos seus olhos.
43 Porque te sobrevirão dias em que os teus inimigos haverão de te cercar de trincheiras, te sitiar e te atacar por todos os lados; Pois virão dias em que os seus inimigos cercarão você de trincheiras e apertarão o cerco por todos os lados;
44 e te derrubarão, a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem. E não deixarão em ti pedra sobre pedra, pois não reconheceste o tempo em que foste visitada. e vão arrasar você e matar todos os seus moradores. Não deixarão pedra sobre pedra, porque você não reconheceu o tempo em que Deus veio visitá-la.
45 Depois disso, quando entrou no templo, começou a expulsar os que ali vendiam, Depois, entrando no templo, Jesus começou a expulsar os que ali vendiam,
46 dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa será casa de oração; vós, porém, a transformastes em antro de assaltantes. dizendo-lhes: — Está escrito: “A minha casa será ‘Casa de Oração’.” Mas vocês fizeram dela um covil de salteadores.
47 E todos os dias ensinava no templo; mas os principais sacerdotes, os escribas e os líderes do povo procuravam matá-lo; Diariamente, Jesus ensinava no templo. Os principais sacerdotes, os escribas e os maiorais do povo procuravam tirar-lhe a vida,
48 mas não achavam meio de fazê-lo, pois todo o povo ficava fascinado ao ouvi-lo. mas não achavam uma forma de fazer isso, porque todo o povo, ao ouvi-lo, era cativado por ele.