Atos dos Apóstolos 6

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# ALM1911 NAA
1 Ora n'aquelles dias, crescendo o numero dos discipulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreos, porque as suas viuvas eram desprezadas no ministerio quotidiano. Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária.
2 E os doze, convocando a multidão dos discipulos, disseram: Não é razoavel que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos ás mesas. Então os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: — Não é correto que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas.
3 Escolhei pois, irmãos, d'entre vós, sete varões de boa reputação, cheios do Espirito Sancto e de sabedoria, aos quaes constituamos sobre este importante negocio. Por isso, irmãos, escolham entre vocês sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, para os encarregarmos desse serviço.
4 Porém nós perseveraremos na oração e no ministerio da palavra. Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra.
5 E este parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estevão, homem cheio de fé e do Espirito Sancto, e Philippe e Prochoro, e Nicanor, e Timon, e Parmenas e Nicolau, proselyto de Antiochia: O parecer agradou a todos. Então elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia.
6 E os apresentaram ante os apostolos, e estes, orando, lhes impozeram as mãos. Apresentaram estes homens aos apóstolos, que, orando, lhes impuseram as mãos.
7 E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalem se multiplicava muito o numero dos discipulos, e grande multidão dos sacerdotes obedecia á fé. A palavra de Deus crescia e, em Jerusalém, o número dos discípulos aumentava. Também um grande grupo de sacerdotes obedecia à fé.
8 E Estevão, cheio de fé e de poder, fazia prodigios e grandes signaes entre o povo. Estêvão, cheio de graça e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.
9 E levantaram-se alguns que eram da synagoga chamada dos libertinos, e dos cyreneos e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilicia e da Asia, e disputavam com Estevão. Então alguns dos que eram da sinagoga chamada dos Libertos, dos cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e da província da Ásia se levantaram e discutiam com Estêvão.
10 E não podiam resistir á sabedoria, e ao espirito com que fallava. Mas eles não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava.
11 Então subornaram uns homens, para que dissessem: Ouvimos-lhe proferir palavras blasphemas contra Moysés e contra Deus. Então subornaram alguns homens para que dissessem: — Ouvimos este homem proferir blasfêmias contra Moisés e contra Deus.
12 E excitaram o povo, os anciãos e os escribas; e, arremettendo contra elle, o arrebataram e o levaram ao conselho. Atiçaram o povo, os anciãos e os escribas e, investindo contra Estêvão, o agarraram e levaram ao Sinédrio.
13 E apresentaram falsas testemunhas, que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasphemas contra este sancto logar e contra a lei: Apresentaram testemunhas falsas, que disseram: — Este homem não para de falar contra o lugar santo e contra a lei.
14 Pois nós lhe ouvimos dizer que esse Jesus Nazareno ha de destruir este logar e mudar os costumes que Moysés nos deu. Nós o ouvimos dizer que esse Jesus, o Nazareno, destruirá este lugar e mudará os costumes que Moisés nos deu.
15 Então todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos n'elle, viram o seu rosto como o rosto de um anjo. Todos os que estavam sentados no Sinédrio, fitando os olhos em Estêvão, viram o seu rosto como se fosse rosto de anjo.