2 Coríntios 4
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
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| 1 | Pelo que, tendo este ministerio, segundo a misericordia que nos foi feita, não desfallecemos, | Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi dada, não desanimamos. |
| 2 | Antes, rejeitámos as coisas que por vergonha se occultam, não andando com astucia nem falsificando a palavra de Deus, mas recommendando-nos á consciencia de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. | Pelo contrário, rejeitamos as coisas ocultas que trazem vergonha, não agindo com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus. E assim, pela manifestação da verdade, nos recomendamos à consciência de todos na presença de Deus. |
| 3 | Porém, se tambem o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto: | Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que ele está encoberto, |
| 4 | Nos quaes o Deus d'este seculo cegou os entendimentos dos incredulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da gloria de Christo, que é a imagem de Deus. | nos quais o deus deste mundo cegou o entendimento dos descrentes, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus. |
| 5 | Porque não nos prégamos a nós mesmos, mas a Christo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. | Porque não pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo como Senhor e a nós mesmos como servos de vocês, por causa de Jesus. |
| 6 | Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para illuminação do conhecimento da gloria de Deus, na face de Jesus Christo. | Porque Deus, que disse: “Das trevas resplandeça a luz”, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo. |
| 7 | Temos, porém, este thesouro em vasos de barro, para que a excellencia do poder seja de Deus, e não de nós. | Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que se veja que a excelência do poder provém de Deus, não de nós. |
| 8 | Em tudo somos attribulados, porém não angustiados: perplexos, porém não desesperados: | Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; ficamos perplexos, porém não desanimados; |
| 9 | Perseguidos, porém não desamparados: abatidos, porém não perdidos: | somos perseguidos, porém não abandonados; somos derrubados, porém não destruídos. |
| 10 | Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste tambem em nossos corpos; | Levamos sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a vida dele se manifeste em nosso corpo. |
| 11 | Porque nós, que vivemos, estamos sempre entregues á morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste tambem em a nossa carne mortal. | Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal. |
| 12 | De maneira que em nós obra a morte, porém em vós a vida. | De modo que em nós opera a morte; em vocês, a vida. |
| 13 | E temos portanto o mesmo espirito de fé, como está escripto: Cri, por isso fallei: nós cremos tambem, por isso tambem fallamos. | Tendo, porém, o mesmo espírito de fé, como está escrito: “Eu cri, por isso falei”, também nós cremos e, por isso, também falamos, |
| 14 | Sabendo que o que resuscitou o Senhor Jesus, nos resuscitará tambem por Jesus; e nos collocará comvosco. | sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará juntamente com vocês. |
| 15 | Porque todas estas coisas são por amor de vós, para que a graça, que abunda pela acção de graças de muitos abunde para gloria de Deus. | Porque tudo isso é para o bem de vocês, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para a glória de Deus. |
| 16 | Por isso não desfallecemos: mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, comtudo, se renova de dia em dia, | Por isso não desanimamos. Pelo contrário, mesmo que o nosso ser exterior se desgaste, o nosso ser interior se renova dia a dia. |
| 17 | Porque a nossa leve e momentanea tribulação produz-nos um peso eterno de gloria mui excellente; | Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um eterno peso de glória, acima de toda comparação, |
| 18 | Não attentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporaes, e as que se não vêem são eternas. | na medida em que não olhamos para as coisas que se veem, mas para as que não se veem. Porque as coisas que se veem são temporais, mas as que não se veem são eternas. |