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1
Eu exaltarei o SENHOR, pois me livrou dos meus inimigos. Eles não puderam se alegrar com uma vitória sobre mim.
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2
Clamei por socorro ao SENHOR, meu Deus, e ele me curou.
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3
O SENHOR me tirou da sepultura. Eu já estava com um pé na cova, e o Senhor me devolveu a vida.
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4
Todos vocês, pessoas consagradas pelo Senhor, cantem salmos de louvor ao seu santo nome.
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5
Porque a sua ira só dura um instante. Mas o seu interesse e cuidado por nós duram a vida toda. O choro pode durar a noite toda, mas de manhã ele nos devolve a alegria.
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6
Quando tudo corria bem eu pensava comigo mesmo: “Estou numa boa situação; nada de mau pode me acontecer.
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7
O SENHOR me sustenta e me deixa firme como uma montanha”. Bastou o SENHOR esconder a sua face, fiquei apavorado.
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8
Então, clamei ao SENHOR; a ele implorei por misericórdia!
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9
“Que vantagem haverá se eu morrer e for enterrado? Transformado em pó, debaixo da terra, não poderei louvar o Senhor e proclamar a sua fidelidade!
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10
Ouça a minha oração, SENHOR! Mostre a sua compaixão por mim; ajude-me, Senhor!”
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11
O Senhor transformou as minhas lágrimas em dança alegre. Tirou as minhas roupas de luto e me vestiu com roupas de festa,
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12
para que eu cante louvores sem parar. Sim, SENHOR, meu Deus, eu sempre darei graças ao Senhor, por toda a minha vida.
Recurso de Estudo
Versículos 1-5: Louvores a Deus por causa da libertação; 6-12: Outros são animados por seu exemplo.
Vv. 1-5. As grandes coisas que o Senhor fez por nós, tanto por sua providência como por sua graça, obrigam a nossa gratidão, para que façamos o possível em prol do progresso de seu reino entre os homens, mesmo que o máximo que possamos fazer ainda seja pouco. Os santos de Deus no céu cantam-lhe louvores. Por que é que aqueles que estão na terra não fazem o mesmo? Nenhuma das perfeições de Deus traz em si mesma mais temor para o ímpio e mais consolo para o santo do que a santidade do Senhor. Um bom sinal é que sejamos, em parte, participantes de sua santidade, se pudermos nos regozijar de todo coração por recordarmo-nos unicamente dela. A nossa felicidade está ligada ao favor divino; se o tivermos, teremos bastante, seja o que for que necessitemos além deste; porém, enquanto durar a ira de Deus, permanecerá o pranto dos santos.
Vv. 6-12. Quando as coisas não vão bem, temos a tendência de pensar que será sempre assim. Quando vemos os nossos erros, devemos pensar envergonhados que a nossa segurança carnal é uma atitude néscia de nossa parte. se Deus esconder o seu rosto, o homem piedoso será afligido, ainda que nenhuma calamidade lhe sobrevenha. Porém, se Deus, em sua sabedoria e justiça, se aparta de alguém, uma atitude extremamente néscia será apartar-se dEle. Aprendamos a orar nos momentos de trevas. O espírito santificado que volta a Deus o louvará, e continuará para sempre em seu louvor; porém, os trabalhos na casa de Deus não podem ser realizados pelo pó. O pó não é capaz de louvá-lo. Não há ciência nem obra no túmulo porque é a terra do silêncio. Pedimos bem se solicitarmos a vida, se o fizermos para louvá-lo. Em seu devido tempo, Deus livrou o salmista de suas dificuldades. A nossa língua é a nossa glória, e nunca o é mais do que quando utilizada para louvar a Deus. Preservemo-la até o final em louvor a Deus, na esperança de que em breve estejamos no lugar onde a adoração será a sua tarefa eterna. Porém, cuidemos da segurança carnal. Nem a prosperidade exterior, nem a paz interior, são aqui seguras e duradouras. Em seu favor, Deus fixou a segurança dos crentes como montanhas de profundas raízes; porém, devem esperar os momentos de tentações e aflições. se nos descuidarmos, cairemos em pecado, o Senhor esconderá o seu rosto, nossos consolos se desmoronarão e os problemas nos assediarão.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público