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1
Grande é o SENHOR, e digno de todo louvor na cidade do nosso Deus.
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2
Seu santo monte, belo e majestoso, é a alegria de toda a terra. Como as alturas do Zafom é o monte Sião, a cidade do grande Rei.
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3
Nas suas cidadelas Deus se revela como sua proteção.
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4
Vejam! Os reis somaram forças, e juntos avançaram contra ela.
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5
Quando a viram, ficaram atônitos, fugiram aterrorizados.
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6
Ali mesmo o pavor os dominou; contorceram-se como a mulher no parto.
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7
Foste como o vento oriental quando destruiu os navios de Társis.
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8
Como já temos ouvido, agora também temos visto na cidade do SENHOR dos Exércitos, na cidade de nosso Deus: Deus a preserva firme para sempre. [Pausa]
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9
No teu templo, ó Deus, meditamos em teu amor leal.
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10
Como o teu nome, ó Deus, o teu louvor alcança os confins da terra; a tua mão direita está cheia de justiça.
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11
O monte Sião se alegra, as cidades de Judá exultam por causa das tuas decisões justas.
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12
Percorram Sião, contornando-a, contem as suas torres,
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13
observem bem as suas muralhas, examinem as suas cidadelas, para que vocês falem à próxima geração
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14
que este Deus é o nosso Deus para todo o sempre; ele será o nosso guia até o fim.
Recurso de Estudo
A glória da Igreja de Cristo.
Vv. 1-7. Jerusalém é a cidade do Senhor Deus: ninguém na terra lhe rende as honras que lhe são devidas, exceto os cidadãos da Jerusalém celestial. Feliz é o reino, a cidade, a família e o coração em que Deus é grande, onde Ele é tudo. É aí que Deus é conhecido. Quanto mais claro nos seja revelado o Senhor e a sua grandeza, mais se espera que abundemos em louvores a Ele. Por causa do pecado, a terra está coberta de deformações. Como consequência, e com justiça, pode-se chamar este pedaço de terra que foi adornado pela santidade, de " gozo de toda a terra". E neste, toda a terra tem razões para regozijar-se, posto que sem dúvida Deus habitará com o homem na terra, em toda a boa obra. Os reis da terra o temiam. Nada na natureza é capaz de representar melhor a derrota do paganismo pelo poder do Evangelho, do que os restos do naufrágio de uma frota na tormenta. Ambos se devem ao poder da força do Senhor.
Vv. 8-14. Aqui temos as melhorias que o povo de Deus deve fazer, como resultado de suas gloriosas e gratas aparições. Que a nossa fé na Palavra de Deus seja confirmada. Que a nossa esperança seja alentada na estabilidade da Igreja. Que a nossa mente se torne repleta de bons pensamentos em relação à pessoa Deus. Devemos atribuir todos os ribeiros de misericórdia que fluem em direção à nossa vida, ao manancial de sua bondade. Demos a Deus a glória pelas coisas grandiosas que Ele tem feito a nosso favor. Que todos os membros da Igreja sintam-se consolados por tudo o que o Senhor faz por ela. Observemos a beleza, a força e a segurança da Igreja. consideremos a sua força; vejamo-la fundada no Senhor Jesus Cristo, a Rocha, fortificada pelo poder divino, resguardada por aquEle que não tosqueneja nem dorme. Observemos que palácios preciosos são as suas ordenanças, e que muros preciosos são as suas promessas, para que tenhamos todo o ânimo de unirmo-nos a ela, e digamo-lo aos demais. Este Deus, que tem feito coisas tão grandiosas a nosso favor, é imutável em seu amor e cuidado por nós. se Ele é o nosso Deus, nos guiará e nos guardará até o fim. Guiar-nos-á como para estabelecer-nos mais além, fora do alcance da morte, de modo que esta não nos inflija um dano real. Ele nos guiará a uma vida na qual não haverá mais morte.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público