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1
Como é bom render graças ao SENHOR e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo;
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2
anunciar de manhã o teu amor leal e de noite a tua fidelidade,
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3
ao som da lira de dez cordas e da cítara, e da melodia da harpa.
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4
Tu me alegras, SENHOR, com os teus feitos; as obras das tuas mãos levam-me a cantar de alegria.
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5
Como são grandes as tuas obras, SENHOR, como são profundos os teus propósitos!
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6
O insensato não entende, o tolo não vê
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7
que, embora os ímpios brotem como a erva e floresçam todos os malfeitores, eles serão destruídos para sempre.
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8
Pois tu, SENHOR, és exaltado para sempre.
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9
Mas os teus inimigos, SENHOR, os teus inimigos perecerão; serão dispersos todos os malfeitores!
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10
Tu aumentaste a minha força como a do boi selvagem; derramaste sobre mim óleo novo.
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11
Os meus olhos contemplaram a derrota dos meus inimigos; os meus ouvidos escutaram a debandada dos meus maldosos agressores.
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12
Os justos florescerão como a palmeira, crescerão como o cedro do Líbano;
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13
plantados na casa do SENHOR, florescerão nos átrios do nosso Deus.
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14
Mesmo na velhice darão fruto, permanecerão viçosos e verdejantes,
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15
para proclamar que o SENHOR é justo. Ele é a minha Rocha; nele não há injustiça.
Recurso de Estudo
Versículos 1-6: O louvor era a atividade do dia de repouso; 7-15: O ímpio perecerá; porém, o povo de Deus será exaltado.
Vv. 1-6. É um grande privilégio sermos aprovados para louvar ao Senhor, e esperemos ser aceitos de manhã e à noite. Não somente em dias ou momentos de repouso, mas a cada instante. Não somente em público, mas em particular, com as nossas famílias. A cada manhã demos graças pelas misericórdias que recebemos durante a noite, e a cada noite demos graças pelas misericórdias que recebemos durante o dia. Ao entrar e ao sair, bendigamos a Deus. Ele nos alegra por meio das obras de sua providência para conosco, e de sua graça em nós, e estas através da grande obra da redenção. Que isto nos recobre o ânimo. como há muitos que não conhecem os desígnios da providência divina, e nem estão preocupados por conhecê-los, os que o fazem pela graça têm maior razão para estarem agradecidos. E se apenas a visão à distância do Libertador assim animou os crentes que viveram antigamente, quanto mais devemos abundar em amor e louvores!
Vv. 7-15. Às vezes, Deus com desagrado concede a prosperidade aos maus; porém, eles florescem somente por um momento. Busquemos para nós a salvação e a graça do Evangelho para que, diariamente ungidos pelo Espírito Santo, possamos contemplar e compartilhar a glória do Redentor. Os crentes recebem de sua graça, por sua Palavra, e por seu Espírito, toda a virtude que os mantém vivos e os torna frutíferos. Outras árvores, quando são velhas, deixam de dar frutos; porém, nas árvores de Deus não falta a força ou a graça quando a força da natureza diminui. Os últimos dias dos santos são, às vezes, os seus melhores momentos e as suas últimas obras, as melhores de todas. A perseverança é uma prova segura da sinceridade. Que cada dia ou instante de repouso, enquanto mostra a fidelidade divina, encontre a nossa alma na presença mais e mais do Senhor, que é a nossa justiça.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público