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1
Sete mulheres, naquele dia, lançarão mão dum só homem, dizendo: Do nosso pão comeremos e dos nossos vestidos nos vestiremos; concede-nos apenas que sejamos chamados do teu nome; tira o nosso opróbrio.
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2
Naquele dia, o renovo de Jeová se tornará em beleza e glória, e o fruto da terra, em orgulho e adorno para os de Israel que tiverem escapado.
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3
Será que quem for deixado em Sião, e ficar em Jerusalém chamar-se-á santo; todo aquele que está inscrito entre os vivos em Jerusalém;
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4
quando Jeová tiver lavado a imundícia das filhas de Sião e tiver purgado a Jerusalém do sangue que há no meio dela pelo sopro do juízo e pelo sopro do incêndio.
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5
Jeová criará, sobre toda a extensão do monte de Sião e sobre as assembleias dela, uma nuvem e fumo de dia, e o resplendor dum fogo chamejante de noite. Pois sobre toda a glória se estenderá um dossel.
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6
Haverá um pavilhão para sombra de dia contra o calor e para refúgio e esconderijo contra a tempestade e a chuva.
Recurso de Estudo
Versículos 1: O desastre ocasionado pela guerra; 2-6. Os tempos do Messias. V. 1. Este primeiro versículo corresponde ao terceiro capítulo. Quando os transtornos chegaram à terra, pelo celibato ser reprovável entre os judeus, estas mulheres atuariam contra o costume, e por si mesmas buscariam maridos.
Vv. 2-6. É anunciado não somente o estabelecimento do reino de Cristo na época dos apóstolos, mas também o seu crescimento ao reunir, na Igreja, os judeus dispersos. Cristo é chamado Renovo de Jeová, plantado por seu poder e florescido para seu louvor. O Evangelho é o fruto do renovo de Jeová; todas as graças e consolações do Evangelho brotam de Cristo. É chamado fruto da terra porque surge neste mundo e é adequado para o estado presente. Será uma boa prova de que somos diferentes daqueles simplesmente chamados Israel, se formos levados a ver toda a beleza em Cristo, e na santidade. Como tipo deste bendito dia, Jerusalém deve florescer novamente como o renovo e será abençoada com o fruto da terra. Deus guardará para si uma semente santa. Quando a maioria daqueles que têm poder e nome em Sião, e em Jerusalém, for corada por causa da sua incredulidade, alguns serão preservados. Somente os santos serão preservados quando o Filho do Homem tirar do seu reino tudo o que for ofensivo. Através do juízo da providência de Deus, os pecadores são destruídos e consumidos; porém pelo Espírito da graça são transformados e convertidos. O espírito atua aqui como Espírito de juízo, ilumina a mente, e convence a consciência; também como Espírito que queima, vivifica e fortalece os afetos, e faz com que os homens sejam afetados zelosamente em uma boa obra. Um amor ardente por Cristo e pelas almas, e o zelo contra o pecado, levarão os homens de modo resoluto a obras que tirem a incredulidade de Jacó. Toda a aflição serve para os crentes como forno para purificá-los da escória; a influência convincente, poderosa e iluminadora do Espírito Santo desarraiga paulatinamente as suas luxurias e os torna santos como Ele é Santo. Deus protege a sua igreja e tudo o que pertence a ela. As verdades e ordenanças do Evangelho são a glória da Igreja, e a graça da alma é a sua glória; e aqueles que a possuem são conservados pelo poder de Deus. Porém, somente os afadigados buscarão repouso; somente buscarão refúgio os convencidos de que uma tormenta se aproxima. Afetados com um profundo sentimento do desagrado divino, ao qual estamos expostos por causa do pecado, recorramos imediatamente a Jesus Cristo, e agradecidos aceitemos o refúgio que Ele nos dá.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público