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Paulo, Silvano e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo: graça e paz vos sejam dadas.
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Sempre damos graças a Deus por todos vós, fazendo menção de vós em nossas orações,
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lembrando-nos, sem cessar, diante do nosso Deus e Pai, da vossa obra da fé, do trabalho do amor e da firmeza da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo,
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conhecendo, irmãos amados de Deus, a vossa eleição,
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porque nosso evangelho não veio a vós somente com palavras, mas também com poder, com o Espírito Santo e com muita convicção, como sabeis quais nos tornamos entre vós por amor de vós.
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Vós vos fizestes imitadores nossos e do Senhor, tendo recebido a palavra no meio de muita tribulação, com gozo do Espírito Santo,
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de sorte que vos tornastes modelo para todos os crentes na Macedônia e na Acaia.
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Pois de vós fez-se ouvir a palavra do Senhor não somente na Macedônia e na Acaia, mas também em todos os lugares divulgou-se a vossa fé para com Deus, de maneira que não nos é necessário dizer coisa alguma;
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porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos entre vós e como vos convertestes dos ídolos a Deus, para servirdes ao Deus vivo e verdadeiro
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e para aguardardes dos céus seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos — a saber, Jesus, que nos livra da ira vindoura.
Recurso de Estudo
1 TESSALONICENSES
Introdução
Introdução De modo geral, considera-se esta como a primeira epístola escrita pelo apóstolo Paulo. Parece que o motivo foi o bom informe a respeito da constância da Igreja de Tessalônica na fé que os seus membros possuíam no Evangelho. Está repleta de afeto e confiança, e é mais consoladora do que prática, e menos doutrinária do que algumas das outras epístolas. 1 Tessalonicenses 1
Versículos 1-5: A fé, o amor e a paciência dos tessalonicenses, são sinais evidentes da eleição deles, a qual se manifesta por meio do poder com que o Evangelho veio a eles; 6-10: Os seus efeitos poderosos e exemplares em seus corações e vidas.
Vv. 1-5. Como todo o bem vem de Deus, não se pode esperar nada de bom para os pecadores, exceto da parte de Deus em Cristo. O melhor bem pode ser esperado de Deus, como nosso Pai, por amor a Cristo. Devemos orar não somente por nós mesmos, mas também por nosso próximo, lembrando-nos deste sem cessar. Onde quer que exista uma verdadeira fé, esta trabalha de tal maneira que afete o coração e a vida. A fé trabalha em amor: é demonstrada por meio do amor a Deus e amor ao nosso próximo. Onde quer que exista uma esperança de vida eterna bem fundamentada, esta será vista por meio do exercício da paciência; e este é um sinal de sinceridade, quando em tudo o que fazemos procuramos ser aprovados por Deus. Por isto, podemos conhecer a nossa eleição se não somente falarmos das coisas de Deus com os nossos lábios, mas se sentirmos o seu poder em nossos corações, mortificando as nossas concupiscências, apartando-nos do mundo, e elevando-nos às coisas celestiais. A menos que o Espírito de Deus nos conceda o entendimento, a Palavra de Deus se tornará para nós em letra morta. Assim receberamna pelo poder do Espírito Santo. Eles estavam plenamente convencidos de sua verdade, de modo que não pudessem ser perturbados em suas mentes por objeções e dúvidas, e estavam dispostos a deixar tudo por amor a Cristo, e a arriscar as suas almas e o seu estado eterno na verdade da revelação do Evangelho.
Vv. 6-10. Quando pessoas descuidadas, ignorantes e indolentes são apartadas de seus esforços e ligações carnais para crerem no Senhor Jesus e para obedecê-lo, para viver com sobriedade, retidão e piedade, os fatos falarão por si mesmos. Os crentes do Antigo Testamento aguardavam a vinda do Messias, e os crentes esperavam agora a sua Segunda Vinda. Ele ainda virá novamente. Deus levantou-o dentre os mortos, o que é a plena segurança para todos os homens de que Ele virá a julgar. Ele veio para adquirir a salvação, e quando vier novamente, trará salvação consigo, libertação plena e definitiva da ira vindoura. Todos, sem demora, devem fugir da ira vindoura e buscar refúgio em Cristo e em sua salvação.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público