Êxodo 36
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
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| 1 | Assim obraram Bezaleel e Aholiab, e todo o homem sabio de coração, a quem o Senhor déra sabedoria e intelligencia, para saber como haviam de fazer toda a obra para o serviço do sanctuario, conforme a tudo o que o Senhor tinha ordenado. | Assim, trabalharam Bezalel, Aoliabe e todos os homens hábeis a quem o SENHOR tinha dado habilidade e inteligência para saberem fazer toda obra para o serviço do santuário, segundo tudo o que o SENHOR havia ordenado. |
| 2 | Porque Moysés chamara a Bezaleel e a Aholiab, e a todo o homem sabio de coração, em cujo coração Deus tinha dado sabedoria: a todo aquelle a quem o seu coração movera que se chegasse á obra para fazel-a | Moisés chamou Bezalel, Aoliabe e todos os homens hábeis em cujo coração o SENHOR tinha posto sabedoria, isto é, todos os homens cujo coração os impeliu a vir e fazer a obra. |
| 3 | Tomaram pois de diante de Moysés toda a offerta alçada, que trouxeram os filhos de Israel para a obra do serviço do sanctuario, para fazel-a, e ainda elles lhe traziam cada manhã offerta voluntaria. | Estes receberam de Moisés todas as ofertas que os filhos de Israel haviam trazido para a obra do serviço do santuário, para fazê-la; e, ainda, cada manhã o povo trazia a Moisés ofertas voluntárias. |
| 4 | E vieram todos os sabios, que faziam toda a obra do sanctuario, cada um da obra que elles faziam, | Então todos os homens sábios que se ocupavam em toda a obra do santuário deixaram o que faziam, vieram |
| 5 | E fallaram a Moysés, dizendo: O povo traz muito mais do que basta para o serviço da obra que o Senhor ordenou se fizesse. | e disseram a Moisés: — O povo traz muito mais do que é necessário para o serviço da obra que o SENHOR ordenou que se fizesse. |
| 6 | Então mandou Moysés que fizessem passar uma voz pelo arraial, dizendo: Nenhum homem nem mulher faça mais obra alguma para a offerta alçada do sanctuario. Assim o povo foi prohibido de trazer mais, | Então Moisés ordenou e a ordem foi proclamada no arraial: — Nenhum homem ou mulher faça mais obra alguma para a oferta do santuário. Assim, o povo foi proibido de trazer mais. |
| 7 | Porque tinham materia bastante para toda a obra que havia de fazer-se, e ainda sobejava. | Porque o material que tinham era suficiente para toda a obra que se devia fazer e ainda sobrava. |
| 8 | Assim todo o sabio de coração, entre os que faziam a obra, fez o tabernaculo de dez cortinas, de linho fino torcido, e de azul, e de purpura, e de carmezim, com cherubins; da obra mais esmerada as fez. | Assim, todos os homens hábeis, entre os que faziam a obra, fizeram o tabernáculo com dez cortinas de linho fino retorcido, pano azul, púrpura e carmesim com querubins; de obra de artista as fizeram. |
| 9 | O comprimento de uma cortina era de vinte e oito covados, e a largura de outra cortina de quatro covados: todas as cortinas tinham uma mesma medida. | O comprimento de cada cortina era de doze metros e meio, e a largura era de um metro e oitenta; todas as cortinas tinham a mesma medida. |
| 10 | E elle ligou cinco cortinas uma com a outra; e outras cinco cortinas ligou uma com outra. | Cinco cortinas eram ligadas umas às outras; e as outras cinco também eram ligadas umas às outras. |
| 11 | Depois fez laçadas de azul na borda de uma cortina, á extremidade, na juntura: assim tambem fez na borda, á extremidade da juntura da segunda cortina. | Fizeram laçadas de pano azul na borda da cortina que estava na extremidade do primeiro agrupamento; e fizeram o mesmo com a borda da cortina que estava na extremidade do segundo agrupamento. |
| 12 | Cincoenta laçadas fez n'uma cortina, e cincoenta laçadas fez n'uma extremidade da cortina, que se ligava com a segunda: estas laçadas travavam uma com a outra. | Fizeram cinquenta laçadas numa cortina, e cinquenta laçadas na outra cortina na extremidade do segundo agrupamento; as laçadas eram contrapostas uma à outra. |
| 13 | Tambem fez cincoenta colchetes de oiro, e com estes colchetes uniu as cortinas uma com a outra; e foi feito assim um tabernaculo. | Fizeram cinquenta colchetes de ouro, com os quais prenderam as cortinas uma à outra; e o tabernáculo passou a ser um todo. |
| 14 | Fez tambem cortinas de pellos de cabras para a tenda sobre o tabernaculo: de onze cortinas as fez. | Fizeram também de pelos de cabra cortinas para servirem de tenda sobre o tabernáculo; fizeram onze cortinas. |
| 15 | O comprimento de uma cortina era de trinta covados, e a largura de uma cortina de quatro covados: estas onze cortinas tinham uma mesma medida. | O comprimento de cada cortina era de treze metros e trinta, e a largura era de um metro e oitenta; as onze cortinas tinham a mesma medida. |
| 16 | E elle uniu cinco cortinas á parte, e seis cortinas á parte, | Juntaram cinco cortinas entre si e, de igual modo, as seis restantes. |
| 17 | E fez cincoenta laçadas na borda da ultima cortina, na juntura: tambem fez cincoenta laçadas na borda da cortina, na outra juntura. | Fizeram cinquenta laçadas na borda da cortina que estava na extremidade do primeiro agrupamento e cinquenta laçadas na borda da cortina que estava na extremidade do segundo agrupamento. |
| 18 | Fez tambem cincoenta colchetes de metal, para ajuntar a tenda, para que fosse uma. | Fizeram também cinquenta colchetes de bronze para ajuntar a tenda, para que viesse a ser um todo. |
| 19 | Fez tambem para a tenda uma coberta de pelles de carneiros, tintas de vermelho; e por cima uma coberta de pelles de teixugos. | Fizeram também de peles de carneiro tingidas de vermelho uma cobertura para a tenda e outra cobertura de peles finas. |
| 20 | Tambem fez taboas levantadas para o tabernaculo, de madeira de sittim. | Fizeram também de madeira de acácia as tábuas para o tabernáculo, as quais eram colocadas verticalmente. |
| 21 | O comprimento de uma taboa era de dez covados, e a largura de cada taboa era de um covado e meio. | Cada uma das tábuas tinha quatro metros e meio de comprimento e sessenta e sete centímetros de largura. |
| 22 | Cada taboa tinha duas coiceiras, pregadas uma com a outra: assim fez com todas as taboas do tabernaculo. | Cada tábua tinha dois encaixes, para que se pudesse unir uma tábua à outra; assim fizeram com todas as tábuas do tabernáculo. |
| 23 | Assim pois fez as taboas para o tabernaculo: vinte taboas para a banda do sul ao meio dia: | No preparar as tábuas para o tabernáculo, colocaram vinte delas para o lado sul. |
| 24 | E fez quarenta bases de prata debaixo das vinte taboas: duas bases debaixo de uma taboa ás suas duas coiceiras, e duas bases de baixo d'outra taboa ás suas duas coiceiras. | Fizeram também quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas: duas bases debaixo de uma tábua para os seus dois encaixes e duas bases debaixo de outra tábua para os seus dois encaixes. |
| 25 | Tambem fez vinte taboas ao outro lado do tabernaculo da banda do norte, | Também fizeram vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, para o lado norte, |
| 26 | Com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma taboa, e duas bases debaixo de outra taboa. | com as suas quarenta bases de prata: duas bases debaixo de uma tábua e duas bases debaixo de outra tábua. |
| 27 | E ao lado do tabernaculo para o occidente fez seis taboas. | Para o lado posterior do tabernáculo, o lado oeste, fizeram seis tábuas. |
| 28 | Fez tambem duas taboas para os cantos do tabernaculo aos dois lados, | Fizeram também duas tábuas para os cantos do tabernáculo, na parte posterior, |
| 29 | As quaes estavam juntas debaixo, e tambem se ajuntavam por cima com uma argola: assim fez com ellas ambas nos dois cantos. | as quais, por baixo, estavam separadas, mas, em cima, se ajustavam à primeira argola; assim se fez com as duas tábuas nos dois cantos. |
| 30 | Assim eram oito taboas com as suas bases de prata, a saber, dezeseis bases: duas bases debaixo de cada taboa. | Assim eram as oito tábuas com as suas bases de prata, dezesseis bases: duas bases debaixo de uma tábua e duas debaixo de outra tábua. |
| 31 | Fez tambem barras de madeira de sittim: cinco para as taboas d'um lado do tabernaculo, | Fizeram também travessas de madeira de acácia; cinco para as tábuas de um lado do tabernáculo, |
| 32 | E cinco barras para as taboas do outro lado do tabernaculo; e outras cinco barras para as taboas do tabernaculo d'ambas as bandas do occidente. | cinco para as tábuas do outro lado do tabernáculo e cinco para as tábuas do tabernáculo ao lado posterior, que olha para o oeste. |
| 33 | E fez que a barra do meio passasse pelo meio das taboas d'uma extremidade até á outra. | A travessa do meio passava ao meio das tábuas, de uma extremidade à outra. |
| 34 | E cobriu as taboas d'oiro, e as suas argolas (os logares das barras) fez d'oiro: as barras tambem cobriu d'oiro. | Revestiram de ouro as tábuas e de ouro fizeram as suas argolas, pelas quais passavam as travessas, que também foram revestidas de ouro. |
| 35 | Depois fez o véu d'azul, e de purpura, e de carmezim, e de linho fino torcido; d'obra esmerada o fez com cherubins. | Fizeram também um véu de pano azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido; fizeram-no com querubins, obra de artista. |
| 36 | E fez-lhe quatro columnas de madeira de sittim, e as cobriu d'oiro: e seus colchetes fez d'oiro, e fundiu-lhe quatro bases de prata. | Penduraram esse véu em quatro colunas de madeira de acácia, revestidas de ouro; os seus colchetes eram de ouro, sobre quatro bases de prata. |
| 37 | Fez tambem para a porta da tenda o véu d'azul, e de purpura, e de carmezim, e de linho fino torcido, da obra do bordador, | Fizeram também para a porta da tenda um cortinado de pano azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido, obra de bordador, |
| 38 | Com as suas cinco columnas e os seus colchetes; e as suas cabeças e as suas molduras cobriu d'oiro: e as suas cinco bases eram de cobre. | e as suas cinco colunas, e os seus colchetes. Revestiram de ouro as suas cabeças e as suas molduras, mas as suas cinco bases eram de bronze. |