Provérbios 16

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# AS21 NAA
1 Os planos do coração pertencem ao homem, mas a resposta da língua vem do SENHOR. O coração do ser humano pode fazer planos, mas a resposta certa vem dos lábios do SENHOR.
2 Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito. Todos os caminhos de uma pessoa são puros aos seus próprios olhos, mas o SENHOR sonda o espírito.
3 Entrega tuas obras ao SENHOR, e teus planos serão bem-sucedidos. Entregue as suas obras ao SENHOR, e o que você tem planejado se realizará.
4 O SENHOR fez tudo com um propósito; sim, até o ímpio para o dia do mal. O SENHOR fez todas as coisas para determinados fins; até o ímpio, para o dia da calamidade.
5 O SENHOR detesta todos os arrogantes; com certeza, eles não ficarão impunes. O SENHOR detesta todo aquele que é orgulhoso; é evidente que este não ficará impune.
6 Pela misericórdia e pela verdade se faz expiação pelo pecado, e pelo temor do SENHOR os homens se desviam do mal. Pela misericórdia e pela verdade se expia a culpa; e pelo temor do SENHOR se evita o mal.
7 Quando os caminhos do homem agradam o SENHOR, ele faz que até seus inimigos tenham paz com ele. Se os caminhos de alguém são agradáveis ao SENHOR, ele faz com que até os seus inimigos vivam em paz com ele.
8 Melhor é o pouco com justiça do que grandes rendas com injustiça. Melhor é o pouco, havendo justiça, do que grandes rendimentos com injustiça.
9 O coração do homem planeja seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos. O coração do ser humano traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos.
10 Nos lábios do rei, acham-se palavras de autoridade; a sua boca não transgride em juízo. Nos lábios do rei se acham decisões autorizadas; que ele seja justo ao pronunciar uma sentença.
11 O peso e a balança justos são do SENHOR; todos os pesos da bolsa são obra dele. Peso e balança justos pertencem ao SENHOR; obra sua são todos os pesos da bolsa.
12 Os reis detestam a prática da impiedade, pois é com justiça que se estabelece o trono. Os reis detestam a prática da maldade, porque o trono se estabelece pela justiça.
13 Os reis têm prazer nos lábios honestos e amam quem fala a verdade. Os lábios justos são o contentamento do rei, e ele ama o que fala coisas retas.
14 A ira do rei é como um mensageiro da morte, mas o homem sábio a aplacará. O furor do rei é como um mensageiro da morte, mas o homem sábio consegue acalmá-lo.
15 Na luz do semblante do rei está a vida, e o seu favor é como a nuvem de chuva na primavera. O semblante alegre do rei significa vida, e a sua bondade é como chuva fora de época.
16 É bem melhor adquirir sabedoria do que ouro! É bem melhor escolher entendimento do que prata! Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E mais excelente é adquirir o entendimento do que a prata!
17 A estrada dos corretos desvia-se do mal; quem guarda seu caminho preserva sua vida. O caminho dos retos é desviar-se do mal; quem guarda o seu caminho preserva a sua vida.
18 A arrogância antecede a destruição, e a altivez do espírito antecede a queda. Antes da ruína vem a soberba, e o espírito orgulhoso precede a queda.
19 É melhor ser humilde de espírito com os humildes do que repartir o despojo com os arrogantes. Melhor é ser humilde de espírito com os humildes do que repartir o despojo com os orgulhosos.
20 Quem atenta com prudência para a palavra prosperará; feliz é o que confia no SENHOR. Quem atenta para o ensino acha o bem, e o que confia no SENHOR, esse é feliz.
21 O sábio de coração será chamado prudente, e a doçura dos lábios aumenta o saber. O sábio de coração é chamado prudente, e a doçura no falar aumenta o saber.
22 O entendimento é uma fonte de vida para quem o possui, mas a tolice é o castigo dos insensatos. O bom senso, para aqueles que o possuem, é fonte de vida; mas a tolice é a punição dos insensatos.
23 O coração do sábio instrui sua boca e aumenta em seus lábios o conhecimento. O coração do sábio é mestre de sua boca e aumenta a persuasão dos seus lábios.
24 Palavras suaves são como favos de mel, doçura para a alma e saúde para o corpo. Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e remédio para o corpo.
25 Há um caminho que parece direito para o homem, mas o fim dele conduz à morte. Há caminho que parece direito ao ser humano, mas o fim dele é caminho de morte.
26 O apetite do trabalhador trabalha por ele, pois sua fome o motiva. A fome do trabalhador o faz trabalhar, porque a sua boca o incita a isso.
27 O homem sem escrúpulos causa o mal, e nos seus lábios há algo como um fogo devorador. O desprezível cava o mal, e nos seus lábios há como que fogo ardente.
28 O perverso espalha contendas, e o difamador separa amigos íntimos. O perverso semeia discórdias, e o difamador separa os maiores amigos.
29 O homem violento alicia o próximo e o leva por um caminho que não é bom. O violento alicia o seu companheiro e guia-o por um caminho que não é bom.
30 Quem pisca os olhos o faz para planejar perversidades, e, quando morde os lábios, executa o mal. Quem pisca os olhos imagina o mal; quem morde os lábios o executa.
31 Coroa de honra é a cabeça branca; é alcançada andando em justiça. Os cabelos brancos são uma coroa de honra que é encontrada no caminho da justiça.
32 Quem tem paciência é melhor que o guerreiro; quem tem domínio próprio é melhor que aquele que conquista uma cidade. É melhor ter paciência do que ser herói de guerra; o que domina o seu espírito é melhor do que o que conquista uma cidade.
33 A sorte se lança no colo, mas do SENHOR procede toda a decisão. Para fazer um sorteio são lançados os dados, mas toda decisão procede do SENHOR.