Cânticos 2

Comparação de versões
Escolha as versões (até 4)
# AS21 NAA
1 Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.
2 Como um lírio entre os espinhos, assim é a minha amada entre as moças. Como um lírio entre os espinhos, assim é a minha querida entre as donzelas.
3 Como uma macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os rapazes. Tenho prazer em sentar-me à sua sombra, e o seu fruto é doce ao meu paladar. Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os jovens. Desejo muito a sua sombra e debaixo dela me assento, e o seu fruto é doce ao meu paladar.
4 Levou-me ao salão de banquetes, e o seu estandarte sobre mim é o amor. Ele me levou à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor.
5 Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, pois estou doente de amor. Sustentem-me com passas, confortem-me com maçãs, pois estou morrendo de amor.
6 O seu braço esquerdo ampare a minha cabeça, e o seu braço direito me abrace. A sua mão esquerda está debaixo da minha cabeça, e a direita me abraça.
7 Ó filhas de Jerusalém, eu vos faço jurar pelas gazelas e corças do campo: não acordeis nem provoqueis o amor até que ele o queira. Filhas de Jerusalém, jurem pelas gazelas e pelas corças selvagens que vocês não acordarão nem despertarão o amor, até que este o queira.
8 É a voz do meu amado! Vede! Aí vem ele! Saltando pelos montes, pulando pelas colinas. Ouço a voz do meu amado. Eis que ele vem, saltando sobre os montes, pulando sobre as colinas.
9 O meu amado é semelhante a um cervo, é como um filhote de corça. Vede! Lá está ele em pé atrás do muro, olhando pelas janelas, espiando pelas grades. O meu amado é semelhante ao gamo ou ao filho da gazela. Eis que ele está detrás de nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.
10 O meu amado me fala assim: Levanta-te, minha amada, minha bela, e vem. O meu amado fala e me diz: Levante-se, minha querida, minha linda, e venha comigo.
11 Olha e vê que o inverno já passou; a chuva cessou e já se foi. Porque eis que passou o inverno, a chuva cessou e se foi,
12 Aparecem as flores na terra; chegou o tempo de cantar; e já se ouve o arrulhar da rolinha em nossa terra. aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e já se ouve a voz da rolinha em nossa terra.
13 A figueira começa a dar os seus primeiros figos; as vinhas estão em flor e espalham a sua fragrância. Levanta-te, minha amada, minha bela, e vem. A figueira começou a dar seus figos, e as vinhas em flor exalam o seu aroma. Levante-se, minha querida, minha linda, e venha comigo.
14 Pomba minha, que andas pelas fendas da rocha, nos esconderijos, nas encostas dos montes, mostra-me o teu rosto, deixa-me ouvir a tua voz; pois a tua voz é doce, e o teu rosto é lindo. Minha pombinha, escondida nas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, mostre-me o seu rosto, deixe-me ouvir a sua voz; porque a sua voz é doce, e o seu rosto é lindo.
15 Apanhai para nós as raposas, as raposinhas, que devastam as vinhas, pois as nossas vinhas estão em flor. Peguem as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor.
16 O meu amado é meu, e eu sou dele; ele cuida do seu rebanho entre os lírios. O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.
17 Antes que surja o dia e fujam as sombras, volta, amado meu, e faze-te semelhante ao cervo e ao filhote da corça sobre os montes de Beter. Antes que rompa o dia e fujam as sombras, volte, meu amado. Venha correndo como o gamo ou o filho das gazelas sobre os montes de Beter.