Isaías 64
Comparação de versões
| # | AS21 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Oh! se fendesses os céus e descesses, e os montes tremessem à tua presença, | Ah! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes tremessem na tua presença, |
| 2 | como quando o fogo acende os gravetos e faz a água ferver, para que os teus adversários conhecessem o teu nome, e as nações tremessem diante de ti! | como quando o fogo acende os gravetos, como quando faz ferver a água, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, e para que as nações tremam diante de ti! |
| 3 | Quando fazias coisas terríveis que não esperávamos, descias, e os montes tremiam à tua presença. | Quando fizeste coisas terríveis, que nós nem esperávamos, desceste, e os montes tremeram diante de ti. |
| 4 | Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu outro Deus além de ti, que agisse em favor daquele que nele espera. | Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera. |
| 5 | Tu sais ao encontro do que pratica a justiça com alegria, dos que se lembram de ti nos teus caminhos. Tu te iraste por termos pecado há muito tempo; por acaso seremos salvos? | Tu sais ao encontro daquele que com alegria pratica a justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos. Eis que te iraste, porque pecamos. Por muito tempo temos pecado; como, então, seremos salvos? |
| 6 | Todos nós somos como o impuro, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas maldades nos arrebatam como o vento. | Todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças são como trapo da imundícia. Todos nós murchamos como a folha; e as nossas iniquidades nos arrastam como um vento. |
| 7 | E não há quem invoque o teu nome, que desperte e te detenha, pois escondeste de nós o rosto e nos consumiste por causa das nossas maldades. | Não há ninguém que invoque o teu nome, que se disponha a apegar-se a ti. Porque escondes de nós o teu rosto e nos consomes por causa das nossas iniquidades. |
| 8 | Mas agora tu és nosso Pai, ó SENHOR; nós somos o barro, e tu és o nosso oleiro; e todos nós somos obra das tuas mãos. | Mas agora, SENHOR, tu és o nosso Pai. Nós somos o barro, e tu és o nosso oleiro; e todos nós somos obra das tuas mãos. |
| 9 | Ó SENHOR, não te ires tanto nem te lembres para sempre da maldade; olha, nós te pedimos, todos nós somos o teu povo. | Não te enfureças tanto, ó SENHOR, nem te lembres para sempre da nossa iniquidade. Olha para nós, por favor, pois todos nós somos o teu povo. |
| 10 | As tuas santas cidades se tornaram em deserto, Sião virou um deserto, Jerusalém, uma desolação. | As tuas santas cidades estão desertas. Sião virou um deserto; Jerusalém está arrasada. |
| 11 | A nossa santa e gloriosa casa, onde nossos pais te louvavam, foi destruída pelo fogo; e todos os nossos lugares agradáveis se transformaram em ruínas. | O nosso templo santo e glorioso, em que nossos pais te louvavam, foi queimado; todas as nossas coisas preciosas se tornaram em ruínas. |
| 12 | Diante dessas coisas, tu ainda te conterás, ó SENHOR? Ficarás calado e nos afligirás ainda mais? | Diante de tais calamidades, como podes te conter, ó SENHOR? Ficarias calado e nos afligirias ainda mais? |