Mateus 25
Comparação de versões
| # | ALM1911 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Então o reino dos céus será similhante a dez virgens que, tomando as suas lampadas, sairam ao encontro do esposo. | — Então o Reino dos Céus será semelhante a dez virgens que, pegando as suas lamparinas, saíram a encontrar-se com o noivo. |
| 2 | E cinco d'ellas eram prudentes, e cinco loucas. | Cinco delas eram imprudentes, e cinco, prudentes. |
| 3 | As loucas, tomando as suas lampadas, não levaram azeite comsigo, | As imprudentes, ao pegar as suas lamparinas, não levaram óleo consigo, |
| 4 | Mas as prudentes levaram azeite nos seus vasos, com as suas lampadas. | mas as prudentes, além das lamparinas, levaram óleo nas vasilhas. |
| 5 | E, tardando o esposo, tosquenejaram todas, e adormeceram, | E, como o noivo estava demorando, todas ficaram sonolentas e adormeceram. |
| 6 | Mas á meia noite ouviu-se um clamor: Ahi vem o esposo, sahi-lhe ao encontro. | Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: “Eis o noivo! Saiam ao encontro dele!” |
| 7 | Então todas aquellas virgens se levantaram, e prepararam as suas lampadas. | — Então todas aquelas virgens se levantaram e prepararam as suas lamparinas. |
| 8 | E as loucas disseram ás prudentes: Dae-nos do vosso azeite, porque as nossas lampadas se apagam. | E as imprudentes disseram às prudentes: “Deem a nós um pouco do óleo que vocês trouxeram, porque as nossas lamparinas estão se apagando.” |
| 9 | Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós; ide antes aos que o vendem, e comprae-o para vós. | Mas as prudentes responderam: “Não! Porque então vai faltar tanto para nós como para vocês! Vão aos que o vendem e comprem óleo para vocês.” |
| 10 | E, tendo ellas ido compral-o, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com elle para as bodas, e fechou-se a porta. | E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa do casamento. E fechou-se a porta. |
| 11 | E depois chegaram tambem as outras virgens, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos. | Mais tarde, chegaram as virgens imprudentes, dizendo: “Senhor, senhor, abra a porta para nós!” |
| 12 | E elle, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço. | Mas o noivo respondeu: “Em verdade lhes digo que não as conheço.” |
| 13 | Vigiae pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem ha de vir. | Portanto, vigiem, porque vocês não sabem o dia nem a hora. |
| 14 | Porque, é tambem como um homem que, partindo para fóra da sua terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens; | — Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. |
| 15 | E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. | A um deu cinco talentos, a outro deu dois e a outro deu um, de acordo com a capacidade de cada um deles; e então partiu. |
| 16 | E, tendo elle partido, o que recebera cinco talentos negociou com elles, e grangeou outros cinco talentos. | O servo que tinha recebido cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco. |
| 17 | Da mesma sorte, o que recebera dois, grangeou tambem outros dois; | Do mesmo modo, o que tinha recebido dois ganhou outros dois. |
| 18 | Mas o que recebera um foi enterral-o no chão, e escondeu o dinheiro do seu senhor. | Mas o servo que tinha recebido um talento, saindo, fez um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. |
| 19 | E muito tempo depois veiu o senhor d'aquelles servos, e fez contas com elles. | — Depois de muito tempo, o senhor daqueles servos voltou e fez um ajuste de contas com eles. |
| 20 | Então approximou-se o que recebera cinco talentos, e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que grangeei com elles. | Aproximando-se o que tinha recebido cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: “O senhor me confiou cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei.” |
| 21 | E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. | O senhor disse: “Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel no pouco, sobre o muito o colocarei; venha participar da alegria do seu senhor.” |
| 22 | E, chegando tambem o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com elles grangeei outros dois talentos. | — E, aproximando-se também o que tinha recebido dois talentos, disse: “O senhor me confiou dois talentos; eis aqui outros dois que ganhei.” |
| 23 | Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. | Então o senhor disse: “Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel no pouco, sobre o muito o colocarei; venha participar da alegria do seu senhor.” |
| 24 | Mas, chegando tambem o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste; | — Chegando, por fim, o que tinha recebido um talento, disse: “Sabendo que o senhor é um homem severo, que colhe onde não plantou e ajunta onde não espalhou, |
| 25 | E, atemorisado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. | fiquei com medo e escondi o seu talento na terra; aqui está o que é seu.” |
| 26 | Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei; | Mas o senhor respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Você sabia que eu colho onde não plantei e ajunto onde não espalhei? |
| 27 | Por isso te cumpria dar o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros. | Então você devia ter entregado o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.” |
| 28 | Tirae-lhe pois o talento, e dae-o ao que tem os dez talentos. | — “Portanto, tirem dele o talento e deem ao que tem dez. |
| 29 | Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundancia; mas ao que não tiver até o que tem será tirado. | Porque a todo o que tem, mais será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. |
| 30 | Lançae pois o servo inutil nas trevas exteriores: ali haverá pranto e ranger de dentes. | Quanto ao servo inútil, lancem-no para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.” |
| 31 | E quando o Filho do homem vier em sua gloria, e todos os sanctos anjos com elle, então se assentará no throno da sua gloria; | — Quando o Filho do Homem vier na sua majestade e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória. |
| 32 | E todas as nações serão reunidas diante d'elle, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas, | Todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos: |
| 33 | E porá as ovelhas á sua direita, mas os bodes á esquerda. | porá as ovelhas à sua direita e os cabritos, à sua esquerda. |
| 34 | Então dirá o Rei aos que estiverem á sua direita: Vinde, bemditos de meu Pae, possui por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; | — Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: “Venham, benditos de meu Pai! Venham herdar o Reino que está preparado para vocês desde a fundação do mundo. |
| 35 | Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; | Porque tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; eu era forasteiro, e vocês me hospedaram; |
| 36 | Estava nú, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. | eu estava nu, e vocês me vestiram; enfermo, e me visitaram; preso, e foram me ver.” |
| 37 | Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te démos de comer? ou com sede, e te démos de beber? | — Então os justos perguntarão: “Quando foi que vimos o senhor com fome e lhe demos de comer? Ou com sede e lhe demos de beber? |
| 38 | E quando te vimos estrangeiro, e te hospedámos? ou nú, e te vestimos? | E quando foi que vimos o senhor como forasteiro e o hospedamos? Ou nu e o vestimos? |
| 39 | E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? | E quando foi que vimos o senhor enfermo ou preso e fomos visitá-lo?” |
| 40 | E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um d'estes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. | — O Rei, respondendo, lhes dirá: “Em verdade lhes digo que, sempre que o fizeram a um destes meus pequeninos irmãos, foi a mim que o fizeram.” |
| 41 | Então dirá tambem aos que estiverem á sua esquerda: Apartae-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; | — Então o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: “Afastem-se de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. |
| 42 | Porque tive fome, e não me destes de comer: tive sede, e não me destes de beber; | Porque tive fome, e vocês não me deram de comer; tive sede, e vocês não me deram de beber; |
| 43 | Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nú, não me vestistes; enfermo, e na prisão, não me visitastes. | sendo forasteiro, vocês não me hospedaram; estando nu, vocês não me vestiram; achando-me enfermo e preso, vocês não foram me ver.” |
| 44 | Então elles tambem lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nú, ou enfermo, ou na prisão, e te não servimos? | — E eles lhe perguntarão: “Quando foi que vimos o senhor com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não o socorremos?” |
| 45 | Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um d'estes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim | — Então o Rei responderá: “Em verdade lhes digo que, sempre que o deixaram de fazer a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixaram de fazer.” |
| 46 | E estes irão para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna. | E estes irão para o castigo eterno, porém os justos irão para a vida eterna. |