Lendo…
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Aqui estão as instruções que dizem respeito à santíssima oferta de expiação de culpa:
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O animal do sacrifício deverá ser morto no sítio onde são degolados os holocaustos e o seu sangue aspergido sobre todo o altar.
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3
O sacerdote oferecerá sobre o altar toda a sua gordura, e também a cauda, além da gordura que cobre as partes internas,
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e ainda os dois rins com a gordura que os cobre e a vesícula; tudo será posto de parte para o sacrifício.
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5
O sacerdote queimá-los-á sobre o altar como oferta de expiação de culpa ao SENHOR.
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6
Só os homens, de entre os sacerdotes, poderão comer a carcaça do animal, e sempre no lugar santo, porque se trata de um sacrifício santíssimo.
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7
As mesmas instruções se aplicam tanto à oferta de pecado como à de culpa; a carcaça deverá ser dada ao sacerdote encarregado da cerimónia de resgate, porque é alimento seu.
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8
Quando a oferta é um holocausto, o sacerdote oficiante tomará para si a pele do animal.
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9
Os sacerdotes que apresentarem as ofertas de cereais trazidas pelo povo ficarão com o que restar do sacrifício após a conclusão da cerimónia. Esta regra aplica-se quer o sacrifício seja cozido, frito ou grelhado.
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10
Todas as outras ofertas de cereais, amassadas com azeite ou secas, serão propriedade comum de todos os filhos de Aarão.
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11
São as seguintes as indicações respeitantes aos sacrifícios dados ao SENHOR como ofertas de paz:
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Se se tratar de uma oferta de ação de graças, deverão ser incluídos no sacrifício pãezinhos sem fermento, acompanhados de bolachas sem fermento, amassadas com azeite, e bolos feitos de massa de farinha fina amassada com azeite.
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13
Esta oferta de louvores e de paz será acompanhada de bolos de farinha levedada.
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14
Parte deste sacrifício será apresentado ao SENHOR com um gesto especial de movimento perante o altar; depois será dada ao sacerdote oficiante, o qual aspergirá o sangue do animal apresentado como sacrifício.
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15
Após o animal ter sido sacrificado, como oferta de paz que lhe testemunhe louvor e gratidão, a sua carne é para ser comida nesse mesmo dia, sem nada se deixar ficar para o dia seguinte.
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16
Contudo, se alguém trouxer um sacrifício que não seja de ação de graças, mas antes por causa de um voto, ou simplesmente como uma oferta voluntária, aquilo que do sacrifício não tiver sido comido, no dia em que foi apresentado, pode ser comido no dia seguinte.
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No entanto, o que ficar até ao terceiro dia deve ser queimado.
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18
Porque se alguma porção for comida no terceiro dia o SENHOR não aceitará; não terá valor como sacrifício e não será dado crédito a favor daquele que a trouxe como oferta. O sacerdote que o comer será culpado, porque fez algo detestável; a pessoa que comeu deverá responder pelo seu pecado.
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19
Qualquer carne que aconteça tocar em algo de ritualmente imundo não poderá ser comida, mas antes ardida; e quanto à comida que pode ser comida, deve sê-lo somente por alguém ritualmente limpo.
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20
Mas se alguém que esteja impuro comer de alguma carne da oferta de ação de graças será banido do seu povo, porque manchou algo que é sagrado, que pertence ao SENHOR.
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21
Alguém que tocar seja no que for cerimonialmente impuro, seja imundice de ser humano, seja de animal, e que depois comer da oferta de paz, deverá ser banido do seu povo, porque manchou algo de santo.”
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22
E o SENHOR disse a Moisés:
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23
“Diz ao povo de Israel que nunca coma gordura, seja de boi, de cordeiro ou de cabra.
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24
A gordura de um animal que morre de doença, ou que tenha sido morto por um outro animal, pode ser usada para qualquer fim, mas que não seja comida.
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25
Se alguém comer da gordura dum animal de uma oferta sacrificada pelo fogo ao SENHOR deverá ser banido do seu povo.
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26
Nunca se coma o sangue, seja de pássaros, seja de quadrúpedes.
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27
Alguém que o fizer será excomungado do seu povo.”
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28
E o SENHOR disse a Moisés:
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29
“Diz ao povo de Israel que a aquele que trouxer uma oferta de louvor ao SENHOR deve trazê-la pessoalmente,
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com as suas próprias mãos. Trará a oferta da gordura e do peito que deve ser apresentado ao SENHOR, movendo-o perante o altar, com um gesto de apresentação cerimonial.
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Então o sacerdote queimará a gordura sobre o altar, mas o peito pertencerá a Aarão e aos seus filhos;
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a coxa direita será dada ao sacerdote oficiante.
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33
Porque destinei tanto o peito como a coxa para serem o donativo do povo de Israel aos filhos de Aarão.
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34
Portanto, a Aarão e aos seus filhos será sempre dada esta porção de sacrifício.
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35
É a porção que lhes é devida. Deverá ser retirada das ofertas queimadas e dada a todos aqueles que foram designados para administrar para o SENHOR como sacerdotes, ou seja, a Aarão e aos seus filhos.
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36
Porque no dia em que o SENHOR os ungiu ordenou também que o povo de Israel lhe desse estas porções; é pois um direito seu para sempre, no decurso de todas as gerações vindouras.”
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37
Foram pois estas as instruções respeitantes aos holocaustos, ofertas de cereais, ofertas de pecado, ofertas de culpa, e ainda às ofertas de consagração e às ofertas de paz.
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38
Foram dadas a Moisés pelo SENHOR junto ao monte Sinai, a fim de serem transmitidas ao povo de Israel para que soubessem como oferecer os seus sacrifícios ao SENHOR no deserto de Sinai.
Nomes deste capítulo
Recurso de Estudo
Palavras no original
Hebraico e grego: STEP Bible
(Tyndale House, Cambridge) · CC BY 4.0
Versículos 1-10: Acerca da oferta pela culpa; 11-27: Acerca da oferta de paz; 28-34: As ofertas movida e alçada; 35-38: A conclusão destas instruções.
Vv. 1-10. O sacrifício da oferta pelo pecado e o da oferta pela culpa era repartido entre o altar e o sacerdote; o que ofertava não tinha parte, como nas ofertas de paz. O anterior expressava arrependimento e pesar pelo pecado; portanto, era mais apropriado jejuar que festejar; as ofertas de paz denotavam comunhão com um Deus reconciliado em Cristo, o gozo e a gratidão do pecador perdoado e os privilégios do verdadeiro crente.
Vv. 11-27. Quanto à oferta de paz, Deus os deixou com mais liberdade na expressão de seu sentido de misericórdia, que na manifestação de seu sentido de pecado; para que seus sacrifícios, por serem ofertas voluntárias, fossem mais aceitos; ainda que, ao obrigá-los a trazer sacrifícios expiatórios, Deus mostra a necessidade da grande Propiciação. A principal razão da proibição de comer sangue, que foi estabelecida desde antigamente, era por que o Senhor havia designado o sangue para a expiação. Este uso, por ser figurativo, teve seu fim em Cristo que, por seu derramamento de sangue, fez com que os sacrifícios cessassem. Portanto, esta lei não está agora em vigor para o crente.
Vv. 28-34. O peito e a espádua direita eram para o sacerdote oficiante. Quando se matava o animal, o próprio ofertante deveria apresentar a parte de Deus; com isto, representava sua alegria de ofertar ao Senhor. com suas próprias mãos, tinha que elevá-lo a Deus como sinal de que considerava o Senhor como Deus do céu; em seguida, devia movê-lo de um lado para outro, como sinal de que considerava Deus como o Senhor de toda a terra. Convence-nos e anima-nos a nos alimentar de Cristo e festejá-lo, a Ele que é nossa oferta de paz. Esta bendita oferta de Paz não é somente para os sacerdotes, para os santos de maior estirpe e eminência, mas também para as pessoas comuns. cuidemo-nos para não sermos tardios. Muitos pensam em arrepender-se e voltar a Cristo quando estiverem prontos para morrer e cair no inferno; eles devem comer a oferta de paz e devem comê-la agora. Devem decidir-se agora, e não esperar até que se acabe o dia da paciência do Senhor, porque não é permitido que se deixe para comer ao terceiro dia; nem tampouco adiantará apegar-se a Cristo quando você estiver caindo no inferno!
Vv. 35-38. Os atos solenes de culto religioso não são coisas que podemos fazer ou não realizar a nosso próprio gosto; e é para nós perigoso omiti-los. As observâncias da lei de Cristo para os cristãos não podem ser menos necessárias do que as Íeis de Moisés foram para os israelitas.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público