Lendo…
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Depois disso, durante o reinado do rei Artaxerxes da Pérsia, Esdras partiu da Babilônia para Jerusalém. Ele era descendente de Seraías, o qual era filho de Azarias, o qual era filho de Hilquias,
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o qual era filho de Salum, o qual era filho de Zadoque, o qual era filho de Aitube,
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o qual era filho de Amarias, o qual era filho de Azarias, o qual era filho de Meraiote,
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o qual era filho de Zeraías, o qual era filho de Uzi, o qual era filho de Buqui,
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o qual era filho de Abisua, o qual era filho de Fineias, o qual era filho de Eleazar e do sumo sacerdote Arão.
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6
Esdras era um escrivão, perito na lei de Moisés, a mesma que o SENHOR, Deus de Israel, tinha dado ao seu povo. O SENHOR, Deus de Esdras, estava com ele e por isso o rei lhe concedeu tudo o que pediu. Então Esdras partiu da Babilônia para Jerusalém.
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Esdras voltou para Jerusalém no sétimo ano de governo do rei Artaxerxes acompanhado de alguns sacerdotes, levitas, cantores, guardas e ministros do templo.
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Esdras chegou a Jerusalém no quinto mês do sétimo ano do reinado de Artaxerxes.
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Esdras saiu da Babilônia no primeiro dia do primeiro mês e chegou a Jerusalém no primeiro dia do quinto mês, pois contou com a proteção de Deus.
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Esdras se dedicava a estudar a lei do SENHOR, a praticá-la e a ensinar aos israelitas as suas leis e mandamentos.
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Esta é uma cópia da carta que o rei Artaxerxes deu a Esdras, sacerdote e escrivão dos mandamentos e leis que o SENHOR deu a Israel:
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“Do Rei Artaxerxes para Esdras, o qual é sacerdote e escrivão da lei do Deus do céu: cordial saudação.
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“Tenho ordenado que toda pessoa, sacerdote ou levita de Israel que habite no meu reino e queira ir com você a Jerusalém, pode fazê-lo.
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“Esdras, você é perito na lei de Deus e por isso os meus sete conselheiros e eu o enviamos para Judá e para Jerusalém para ver como está obedecendo seu povo à lei de Deus que lhe foi confiada.
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Você foi escolhido para levar o ouro e a prata que os meus conselheiros e eu temos oferecido ao Deus de Israel, que está em Jerusalém.
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16
Também deve ir por todas as províncias da Babilônia recolhendo as ofertas do povo e dos sacerdotes para o templo de Deus em Jerusalém.
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17
“Use esse dinheiro para comprar bois, carneiros e cordeiros, com as suas respectivas ofertas de cereal e vinho, para oferecer no altar do templo do seu Deus em Jerusalém.
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Você e os outros judeus podem gastar como vocês quiserem a prata e o ouro que sobrar, mas que seja de acordo com a vontade do seu Deus.
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19
Certifique-se de levar ao templo de Deus em Jerusalém tudo o que lhe foi entregue para adorá-lo no seu templo.
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O que ainda precisar para o templo do seu Deus, será dado pela tesouraria do rei.
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“Agora, eu, o Rei Artaxerxes dou esta outra ordem: que os ministros que guardam o dinheiro do rei na província oeste do rio Eufrates deem a Esdras tudo o que ele pedir. Ele é sacerdote e escrivão da lei do Deus do céu. Cumpram a minha ordem cabalmente e com rapidez.
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22
Deem a Esdras até 3.300 quilos de prata, 22.000 litros de trigo, 2.200 litros de azeite de oliva e todo o sal que Esdras pedir.
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23
Vocês devem suprir rapidamente a Esdras tudo o que o Deus do céu lhe ordenou que busque para o seu templo. Não queremos que Deus se irrite com o meu reino nem com os meus filhos.
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24
“Quero que vocês saibam que os sacerdotes, os levitas, os cantores, os guardas, e os ministros deste templo de Deus não devem pagar impostos, contribuição ou pedágios.
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25
Esdras, você tem a sabedoria que Deus lhe deu, por isso o autorizo para nomear magistrados e juízes. Eles julgarão a todas as pessoas que vivem na província oeste do rio Eufrates. Estas pessoas são as que praticam e aceitam as leis do seu Deus. E se alguém desconhece essas leis, ensine-as.
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26
Qualquer pessoa que desobedeça à lei do seu Deus, ou à lei do rei, deve ser castigada. Dependendo da falta, será castigada com morte, desterro, uma multa ou prisão”.
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27
Esdras disse: — Bendito seja o SENHOR, o Deus de nossos antepassados. Deus pôs no coração do rei a ideia de honrar o templo do SENHOR em Jerusalém.
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28
Ele me mostrou o seu amor fiel diante do rei, os seus conselheiros e altos ministros. O SENHOR meu Deus estava comigo, e por isso fui corajoso. Eu reuni os líderes de Israel para que fossem comigo para Jerusalém.
Nomes deste capítulo
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Recurso de Estudo
Palavras no original
Hebraico e grego: STEP Bible
(Tyndale House, Cambridge) · CC BY 4.0
Referências cruzadas
Referências cruzadas: OpenBible.info (CC BY)
Versículos 1-10: Esdras sobe a Jerusalém; 11-26. A tarefa para a qual Esdras foi designado; 27 e 28: Esdras louva ao Senhor por seu favor.
Vv. 1-10. Esdras foi da Babilônia a Jerusalém, para o bem de sua pátria, e o rei foi amável para com ele, concedendo-lhe todos os seus pedidos, tudo o que ele precisava e desejava para estar capacitado a servir à sua pátria. Quando partiu, muitos o acompanharam; obteve o favor de seu rei através do favor divino. Toda a criatura é para nós o que Deus faz com que seja. Devemos ver a mão de Deus nos feitos que nos acontecem e reconhecê-los com gratidão.
Vv. 11-26. A generosidade dos reis pagãos para apoiarem a adoração a Deus foi uma reprovação para a conduta de muitos reis de Judá, e levantar-se-á em juízo contra a cobiça dos ricos cristãos que professam a fé, mas não promovem a causa de Deus. Porém, as armas dos ministros cristãos não são carnais. Pregação fiel, vidas santas, orações fervorosas e sofrimentos com paciência, quando são chamados a estes, são os meios que levam os homens à obediência a Cristo.
Vv. 27 e 28. Esdras louvou a Deus por duas coisas: Primeira - Por sua comissão. Se algo bom surge em nosso coração ou no do próximo devemos reconhecer que foi Deus que o colocou, e bendizê-lo por isto. Ele é quem opera em nós tanto o querer como o efetuar algo bom. Segunda - Por seu alento. Deus inclinou até a mim a sua misericórdia. Esdras era um homem valente, mas isto não é atribuído ao seu coração, e sim a Deus. Se Ele nos dá a sua mão, somos ousados e alegres; se Ele a retira, somos frágeis como uma poça de água. Deus deve receber toda a glória em qualquer coisa que sejamos capazes de fazer para Ele, e para os que nos rodeiam.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público