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1
A Sabedoria edificou a sua casa; ergueu suas sete colunas.
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2
Charqueou as melhores carnes do rebanho para o banquete, preparou seu vinho com especiarias e arrumou sua grande mesa.
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3
Já deu ordens às suas servas para proclamarem os convites desde o ponto mais alto da cidade, anunciando:
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4
“Vinde todos vós, os incautos!” Aos insensatos e desajuizados conclama:
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5
“Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que preparei.
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6
Abandonai a insensatez e vivei; andai pelo Caminho do arrependimento!
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7
O que censura o zombador traz afronta sobre si; quem repreende o ímpio mancha o próprio nome.
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8
Portanto, não admoestes o escarnecedor, para que não te aborreça; repreende o sábio, e ele te amará!
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9
Orienta a pessoa que tem sabedoria, e ela será ainda mais sábia; ensina o homem justo, e ele aumentará em muito o seu saber.
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10
O temor do SENHOR é a chave da sabedoria e conhecer a Divindade é alcançar o pleno sentido do conhecimento!
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11
Porquanto por meu intermédio os teus dias serão multiplicados, e o tempo da tua vida se prolongará.
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12
Se fores sábio, o benefício será todo teu; contudo, se fores zombador sofrerás as consequências da tua própria escolha”.
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13
A Insensatez é mulher sensual, exibicionista e ignorante!
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14
Sentada à porta de sua casa, no ponto mais alto da cidade,
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15
propagandeia sua proposta aos que transitam por ali em seus caminhos:
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16
“Vinde todos vós, os incautos!” E aos que não têm bom senso ela convida:
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17
“A água roubada é doce, e o pão que se come escondido é ainda mais saboroso!”
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18
Contudo, eles nem imaginam que exatamente ali residem os espíritos dos condenados à morte, que os seus convidados estão todos nas regiões mais profundas
Recurso de Estudo
Versículos 1-12: O convite da Sabedoria; 13-18: O convite para a prática de coisas néscias.
Vv. 1-12. Cristo tem preparado ordenanças através das quais recebe o seu povo, e pelas qual, os que crêem nEle se alimentam, e além disto recebem as mansões celestiais no além. O, ministros do Evangelho convidam os hóspedes. O convite é geral e não exclui alguém que não se exclua por si mesmo. Nosso Salvador não veio chamar os justos, mas, sim os pecadores; não aos sábios segundo os seus próprios olhos. Devemos evitar a companhia e os prazeres néscios do ímpio, ou nunca desfrutaremos os prazeres da vida santa. É vão procurar J companhia dos ímpios com a esperança de fazer-lhes bem; é muito mais provável que sermos corrompidos por eles. Não basta abandonarmos os néscios; devemos nos unir aos que andam em sabedoria. Não há verdadeira sabedoria, senão no caminho da verdadeira religião; não existe vida vindoura, a não ser no final deste caminho. Aqui está a felicidade dos que o abraçam. O homem não pode dar algo proveitoso para Deus; tudo é para o nosso bem. Observe a vergonha e a ruína dos que não o respeitam. Deus não é o autor do pecado, Satanás pode somente tentar, não pode forçar. Nós levaremos o dano daquele de quem zombamos. Isto será agregado à sua condenação.
Vv. 13-18. Quão diligente é o tentador para seduzir as almas voltadas ao pecado! O prazer sensual sela a consciência e apaga as faíscas do arrependimento. Este tentador não tem uma razão firme para oferecer, e onde ele consegue o domínio de uma alma, todo o conhecimento sobre as coisas santas é esquecido e perdido. Ele é bastante violento e pressiona muito. Devemos procurar e orar para alcançarmos a sabedoria verdadeira, porque Satanás tem muitas maneiras de afastar a nossa alma de Cristo. Não somente as luxúrias mundanas e as sedutoras abandonadas são fatais para a alma dos homens; os falsos mestres, com doutrinas que afagam o orgulho e dão liberdade aos desejos, destroem milhares. Atraem especialmente aos que têm recebido impressões sérias parcialmente. As profundidades de Satanás são os abismos do inferno, e o pecado, sem remorso, é ruína sem remédio. Salomão mostra o anzol. Os que crêem não se envolverão com tal isca. Contemple o prazer roubado, enganoso, insatisfatório, vazio e miserável que propõe o pecado; nossas almas desejam tanto o gozo eterno de Cristo, que na terra vivemos para Ele diariamente por fé, e não daqui a muito tempo, com Ele na glória.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público