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1
Os tolos dizem em seu coração: “Não há Deus”. São corruptos e praticam o mal; nenhum deles faz o bem.
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2
Deus olha dos céus para toda a humanidade, para ver se alguém é sábio, se alguém busca a Deus.
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3
Todos, porém, se desviaram; todos se corromperam. Ninguém faz o bem, nem um sequer!
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4
Acaso os que praticam o mal jamais aprenderão? Devoram meu povo como se fosse pão e nem pensam em orar a Deus.
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5
Grande terror se apoderará deles, terror como nunca experimentaram. Deus espalhará os ossos dos que atacam seu povo; serão humilhados, pois Deus os rejeitou.
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6
Quem virá do monte Sião para salvar Israel? Quando Deus restaurar seu povo, Jacó dará gritos de alegria, e Israel exultará.
Recurso de Estudo
A natureza corrupta do homem. Este salmo é quase igual ao 14. O seu tema é a condenação do homem por causa do pecado. Deus mostra nestes versos, através do salmista, quão maus somos, e prova isto através de seu conhecimento, que é preciso. Anuncia o terror aos perseguidores, ao pior dos pecadores. Dá palavras de estímulo ao povo de Deus, que é perseguido. como é que os homens podem ser tão maus? Porque não temem a Deus. Os maus costumes dos homens fluem de seus maus princípios; professam conhecer a Deus; contudo, negam-no através das obras que praticam, porque negam-no em seus pensamentos. Observemos quão néscio é o pecado. Os que abrigam tais pensamentos corruptos diante de Deus, cujo juízo temos a certeza de ser justo, são néscios. E vemos o fruto do pecado; a que situações os homens são levados, quando os seus corações são endurecidos através do enganoso pecado. Observemos também a fé dos santos, a sua esperança e poder quanto à cura deste grande mal. virá um Salvador, uma grande salvação, uma salvação para os que estão em pecado. Deus salvará a sua Igreja de seus inimigos. Ele salvará a todos os crentes dos pecados que praticaram, para que não sejam levados cativos por estes, o que para eles será um gozo eterno. Foi desta obra que o Redentor obteve o seu nome, Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados (Mt 1.21).
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público